A HISTÓRIA DE TODOS NÓS
CAPÍTULO 11
Com efeito, em dado momento, Naiara começou a ter alguns encontros.
Elen apresentou alguns rapazes a ela.
Alguns eram católicos, mas eram mornos.
Frequentavam a missa somente aos domingos.
Não tinham vida de oração, e não seguiam todos os preceitos.
Quando então, a moça mencionou namoro santo, todos amarelaram.
Elen apresentou alguns rapazes a ela.
Alguns eram católicos, mas eram mornos.
Frequentavam a missa somente aos domingos.
Não tinham vida de oração, e não seguiam todos os preceitos.
Quando então, a moça mencionou namoro santo, todos amarelaram.
Ao saber disto, Elen comentou que precisava encontrar moços que realmente seguiam a religião católica, e não católicos de IBGE.
Naiara por sua vez, comentou que tinha sido válida a experiência, mas entendeu que ela mesma deveria procurar seu parceiro.
Agradeceu a amiga, e por algum tempo, deixou o assunto de lado.
Naiara por sua vez, comentou que tinha sido válida a experiência, mas entendeu que ela mesma deveria procurar seu parceiro.
Agradeceu a amiga, e por algum tempo, deixou o assunto de lado.
Elen neste momento, chegou a citar para ela, um trecho do Livro Cântico dos Cânticos:
- Não desperteis o amor, até que ele o queira.
Curiosa, Naiara perguntou do que se tratava.
Elen comentou que era um texto da Bíblia, que assim, como Eclesiastes e Eclesiástico, mencionava e ensinava que havia tempo para tudo na vida, para chorar e para rir, para sofrer, e também para amar e ser amada.
Comentou que o Livro do Cântico dos Cânticos, ensinava a bem viver o amor esponsal de Cristo, amor de esposo e esposa de Jesus com sua igreja.
Destacou que nós somos membros desta igreja, a esperar o noivo que é Cristo.
Que este é um amor que não cabe explicação em termos humanos, mas que um dia todos nós iremos entender.
Elen relatou que alguns biblistas entendem também se tratar de um amor erótico, entre um homem e uma mulher.
Naiara ao ouvir isto, ficou espantada.
Elen ao perceber isto, riu, e comentou:
- Mas não este erotismo de palavras e expressões chulas, de vulgaridades, obscenidades, rasteiro … Muitos entendem como o relato de um homem, ou melhor o amado de sua amada, o amado que busca sua amada e vice-versa. Experiência de amor romântico, em meio a simbologias do judaísmo, de representações da natureza. É uma experiência do amor, do que podemos entender do que seja o amor em sua plenitude, conforme a nossa limitada percepção. É o amor que deveríamos ser para nós e para os outros, é o amor que deveríamos viver. Mas só devemos vivê-lo quando estivermos preparados para ele, e ele estiver pronto para vir até nós. Por isto a expressão tantas vezes repetida neste livro lindo: “Não desperteis o amor até que ele o queira.”
Naiara ficou encantada com as palavras da moça.
Comentou:
- É algo romântico, mas também filosófico, de religiosidade e espiritualidade profunda… Será possível amar assim, de forma tão desmedida, tão imensa?
Elen disse que Jesus o soube, e que os santos, em suas justas medidas também o fizeram e souberam.
Comentou que talvez os pais quando amam os filhos, e os maridos, as suas esposas, também sejam um rascunho imperfeito do amor deste livro.
Elen comentou também, sobre como Paulo ensinava os homens, os maridos, a amarem suas esposas. Como se fosse seus corpos, pois ninguém quer destruir próprio corpo, e cuida bem dele. Ensinava também, as mulheres a serem submissas e a respeitarem seus maridos.
Naiara ao ouvir isto, ficou perplexa:
- Como assim?
Elen respondeu:
- Não é o que você está pensando! É algo parecido, mas não exatamente igual a sujeição a Deus. As mulheres sim, devem respeitar seus maridos e obedecê-los. Por exemplo: Não aceitar brigas tolas, ser sensata, inteligente. Isto porque, com jeitinho conseguimos fazer o que queremos, e deixando a sensação de que eles decidiram tudo. Como está em Provérbios: “A mulher sensata edifica o lar, e a insensata o destrói com as mãos.“
Naiara respondeu:
- Entendi, não se meter em contendas desnecessárias!
- Isso! - arrematou Elen. - E não sofrer por antecipação!
Naiara agradeceu as palavras da amiga, comentou que ela estava se tornando uma sábia, ensinando as regras do bem viver que estavam na Bíblia.
A moça riu.
- Não desperteis o amor, até que ele o queira.
Curiosa, Naiara perguntou do que se tratava.
Elen comentou que era um texto da Bíblia, que assim, como Eclesiastes e Eclesiástico, mencionava e ensinava que havia tempo para tudo na vida, para chorar e para rir, para sofrer, e também para amar e ser amada.
Comentou que o Livro do Cântico dos Cânticos, ensinava a bem viver o amor esponsal de Cristo, amor de esposo e esposa de Jesus com sua igreja.
Destacou que nós somos membros desta igreja, a esperar o noivo que é Cristo.
Que este é um amor que não cabe explicação em termos humanos, mas que um dia todos nós iremos entender.
Elen relatou que alguns biblistas entendem também se tratar de um amor erótico, entre um homem e uma mulher.
Naiara ao ouvir isto, ficou espantada.
Elen ao perceber isto, riu, e comentou:
- Mas não este erotismo de palavras e expressões chulas, de vulgaridades, obscenidades, rasteiro … Muitos entendem como o relato de um homem, ou melhor o amado de sua amada, o amado que busca sua amada e vice-versa. Experiência de amor romântico, em meio a simbologias do judaísmo, de representações da natureza. É uma experiência do amor, do que podemos entender do que seja o amor em sua plenitude, conforme a nossa limitada percepção. É o amor que deveríamos ser para nós e para os outros, é o amor que deveríamos viver. Mas só devemos vivê-lo quando estivermos preparados para ele, e ele estiver pronto para vir até nós. Por isto a expressão tantas vezes repetida neste livro lindo: “Não desperteis o amor até que ele o queira.”
Naiara ficou encantada com as palavras da moça.
Comentou:
- É algo romântico, mas também filosófico, de religiosidade e espiritualidade profunda… Será possível amar assim, de forma tão desmedida, tão imensa?
Elen disse que Jesus o soube, e que os santos, em suas justas medidas também o fizeram e souberam.
Comentou que talvez os pais quando amam os filhos, e os maridos, as suas esposas, também sejam um rascunho imperfeito do amor deste livro.
Elen comentou também, sobre como Paulo ensinava os homens, os maridos, a amarem suas esposas. Como se fosse seus corpos, pois ninguém quer destruir próprio corpo, e cuida bem dele. Ensinava também, as mulheres a serem submissas e a respeitarem seus maridos.
Naiara ao ouvir isto, ficou perplexa:
- Como assim?
Elen respondeu:
- Não é o que você está pensando! É algo parecido, mas não exatamente igual a sujeição a Deus. As mulheres sim, devem respeitar seus maridos e obedecê-los. Por exemplo: Não aceitar brigas tolas, ser sensata, inteligente. Isto porque, com jeitinho conseguimos fazer o que queremos, e deixando a sensação de que eles decidiram tudo. Como está em Provérbios: “A mulher sensata edifica o lar, e a insensata o destrói com as mãos.“
Naiara respondeu:
- Entendi, não se meter em contendas desnecessárias!
- Isso! - arrematou Elen. - E não sofrer por antecipação!
Naiara agradeceu as palavras da amiga, comentou que ela estava se tornando uma sábia, ensinando as regras do bem viver que estavam na Bíblia.
A moça riu.
E vivendo sua vida, em dado momento, Naiara acabou por encontrar, um moço, mas não era católico como ela.
Ou pelo menos não seguia a religião.
Dizia não ter religião.
Samuel era seu nome.
Sempre que podiam, saiam juntos.
Conheceram-se há muito tempo, em um evento não muito feliz, e por algum tempo não voltaram a se encontrar.
O acaso, porém, os uniu.
Ou pelo menos não seguia a religião.
Dizia não ter religião.
Samuel era seu nome.
Sempre que podiam, saiam juntos.
Conheceram-se há muito tempo, em um evento não muito feliz, e por algum tempo não voltaram a se encontrar.
O acaso, porém, os uniu.
Isso por que quando a moça saiu com algumas colegas de trabalho, acabou encontrando o rapaz.
Samuel se espantou ao vê-la no mesmo bar que estava.
Perguntou se ela estava bem, e Naiara respondeu que sim.
Samuel apresentou-se, disse que estava com alguns amigos.
Naiara respondeu que também estava com algumas colegas.
A moça falou o seu nome.
Samuel perguntou se ela frequentava o local.
Naiara respondeu que não, era a primeira vez que estava ali.
Samuel disse que aquele era um bom lugar para ser frequentado.
Aproveitando a oportunidade, comentou que era uma pena, que gostaria de falar mais com ela, mas a havia visto com uma turma, e mencionou que ele também não estava sozinho, pois também estava com alguns colegas.
Perguntou se ela se importava em dar o número de seu telefone.
Naiara ficou surpresa com o pedido, mas respondeu que poderia passar sim, anotou o número com uma caneta emprestada por ele, em um guardanapo de papel.
Samuel se espantou ao vê-la no mesmo bar que estava.
Perguntou se ela estava bem, e Naiara respondeu que sim.
Samuel apresentou-se, disse que estava com alguns amigos.
Naiara respondeu que também estava com algumas colegas.
A moça falou o seu nome.
Samuel perguntou se ela frequentava o local.
Naiara respondeu que não, era a primeira vez que estava ali.
Samuel disse que aquele era um bom lugar para ser frequentado.
Aproveitando a oportunidade, comentou que era uma pena, que gostaria de falar mais com ela, mas a havia visto com uma turma, e mencionou que ele também não estava sozinho, pois também estava com alguns colegas.
Perguntou se ela se importava em dar o número de seu telefone.
Naiara ficou surpresa com o pedido, mas respondeu que poderia passar sim, anotou o número com uma caneta emprestada por ele, em um guardanapo de papel.
Nisto, durante a noite, os dois se encontraram pelo bar algumas vezes.
Ao caminharem pelo estabelecimento, acabaram se encontrando, cumprimentaram-se.
Samuel disse-lhe que iria ligar para ela.
Ao caminharem pelo estabelecimento, acabaram se encontrando, cumprimentaram-se.
Samuel disse-lhe que iria ligar para ela.
E assim o fez, no dia seguinte, ligou para ela.
Naiara atendeu, e marcaram um encontro em um barzinho.
O mesmo em que haviam se encontrado pela segunda vez.
Ao lá chegar, Samuel pediu uma caipirinha e Naiara pediu um refrigerante para começar.
Conversaram animados, riram.
Samuel perguntou sobre seu trabalho, o que fazia, de sua vida, do que gostava de fazer, que músicas gostava de ouvir, etc.
Naiara respondeu que trabalhava num órgão administrativo, analisando processos.
Que era um trabalho burocrático e tedioso, mas rendia dinheiro para pagar suas despesas.
Samuel percebeu que a moça não gostava de seu trabalho.
Nisto desejou que ela tivesse a oportunidade de fazer algo que gostasse.
Comentou que seu trabalho também era burocrático, mas que gostava do que fazia.
Argumentou que era bom saber que estava auxiliando pessoas.
Mencionou que era advogado.
Nisto, o moço insistiu para que ela contasse sobre as coisas que ela gostava.
Naira comentou que gostava de ler, que estava estudando sobre a fé católica e que estava gostando de aprender mais sobre a sua religião.
Samuel admirou-se:
- Você é católica?
Naiara disse que sim, que não era uma boa católica; mas que ultimamente estava tentando ser, pois não queria mais a pecha de ser católica de IBGE.
Samuel perguntou o que era isso.
Naiara respondeu que era o católico que dizia ter religião apenas para constar, para não se intitular como sem religião.
O famoso católico não praticante.
A moça respondeu que isto não mais era que apostasia, uma forma sútil de negar a fé.
O moço rindo, disse ser um católico de IBGE.
Mas curioso, perguntou o que poderia fazer para ser um bom católico.
A mulher respondeu que precisaria ira a missa todos os domingos, se confessar com frequência (não apenas uma vez por ano), fazer um bom exame de consciência para se confessar bem, ir a missa nos dias de preceito, seguir os mandamentos, procurar fazer caridade (sempre auxiliando as pessoas quando puder, e não apenas materialmente), colocar Deus em primeiro lugar, jejuar, rezar.
Samuel ao ouvir tudo aquilo, ficou admirado.
Comentou que ser católico de verdade, não era nada fácil.
Naiara concordou.
E assim continuaram conversando.
Naiara atendeu, e marcaram um encontro em um barzinho.
O mesmo em que haviam se encontrado pela segunda vez.
Ao lá chegar, Samuel pediu uma caipirinha e Naiara pediu um refrigerante para começar.
Conversaram animados, riram.
Samuel perguntou sobre seu trabalho, o que fazia, de sua vida, do que gostava de fazer, que músicas gostava de ouvir, etc.
Naiara respondeu que trabalhava num órgão administrativo, analisando processos.
Que era um trabalho burocrático e tedioso, mas rendia dinheiro para pagar suas despesas.
Samuel percebeu que a moça não gostava de seu trabalho.
Nisto desejou que ela tivesse a oportunidade de fazer algo que gostasse.
Comentou que seu trabalho também era burocrático, mas que gostava do que fazia.
Argumentou que era bom saber que estava auxiliando pessoas.
Mencionou que era advogado.
Nisto, o moço insistiu para que ela contasse sobre as coisas que ela gostava.
Naira comentou que gostava de ler, que estava estudando sobre a fé católica e que estava gostando de aprender mais sobre a sua religião.
Samuel admirou-se:
- Você é católica?
Naiara disse que sim, que não era uma boa católica; mas que ultimamente estava tentando ser, pois não queria mais a pecha de ser católica de IBGE.
Samuel perguntou o que era isso.
Naiara respondeu que era o católico que dizia ter religião apenas para constar, para não se intitular como sem religião.
O famoso católico não praticante.
A moça respondeu que isto não mais era que apostasia, uma forma sútil de negar a fé.
O moço rindo, disse ser um católico de IBGE.
Mas curioso, perguntou o que poderia fazer para ser um bom católico.
A mulher respondeu que precisaria ira a missa todos os domingos, se confessar com frequência (não apenas uma vez por ano), fazer um bom exame de consciência para se confessar bem, ir a missa nos dias de preceito, seguir os mandamentos, procurar fazer caridade (sempre auxiliando as pessoas quando puder, e não apenas materialmente), colocar Deus em primeiro lugar, jejuar, rezar.
Samuel ao ouvir tudo aquilo, ficou admirado.
Comentou que ser católico de verdade, não era nada fácil.
Naiara concordou.
E assim continuaram conversando.
Em dado momento, Samuel comentou que estava gostando muito dela, e percebendo que ela estava disposta a seguir os preceitos da religião que professava, perguntou como era a posição da igreja sobre namoros, e que já tinha ouvido falar por alto de namoro santo.
Perguntou o que era.
Naiara comentou que no namoro santo, não havia sexo antes do casamento.
Samuel ficou perplexo.
Comentou que não achava certo casais que tinham relação no primeiro encontro, mas ficou surpreso ao saber que a posição da igreja era tão rígida em relação a isto.
Naiara comentou que sexo antes do casamento é considerado pecado, e quem o fizer, tem a necessidade de confessar este pecado, por se tratar de matéria grave.
Salientou que sem confessar o pecado, há impedimento até para comungar.
Samuel ficou incrédulo.
Naiara percebendo isto, respondeu que as pessoas costumavam mesmo ficar chocadas com isto, e que se tal fato fosse um peso para ele, não precisava ficar com ela.
A moça destacou que quanto a isto, não haveria problema para ela.
Samuel ao perceber que a moça fazia menção de se levantar, segurou seu braço.
Disse:
- Não precisa ir! Eu não quis ser ofensivo, desculpe!
Naiara sentou-se, e disse que não precisava se desculpar, pois ele não havia sido ofensivo.
Samuel perguntou então, se ela queria comer alguma coisa.
Percebendo que a moça estava acanhada, chamou o garçom e pediu alguns pastéis.
O moço perguntou se ela estava gostando da música.
Uma banda tocava alguns sambas antigos.
Entre eles, "CATARINA DE MÉDICIS NA CORTE DOS TUPINAMBÔS E TABAJERES":
Perguntou o que era.
Naiara comentou que no namoro santo, não havia sexo antes do casamento.
Samuel ficou perplexo.
Comentou que não achava certo casais que tinham relação no primeiro encontro, mas ficou surpreso ao saber que a posição da igreja era tão rígida em relação a isto.
Naiara comentou que sexo antes do casamento é considerado pecado, e quem o fizer, tem a necessidade de confessar este pecado, por se tratar de matéria grave.
Salientou que sem confessar o pecado, há impedimento até para comungar.
Samuel ficou incrédulo.
Naiara percebendo isto, respondeu que as pessoas costumavam mesmo ficar chocadas com isto, e que se tal fato fosse um peso para ele, não precisava ficar com ela.
A moça destacou que quanto a isto, não haveria problema para ela.
Samuel ao perceber que a moça fazia menção de se levantar, segurou seu braço.
Disse:
- Não precisa ir! Eu não quis ser ofensivo, desculpe!
Naiara sentou-se, e disse que não precisava se desculpar, pois ele não havia sido ofensivo.
Samuel perguntou então, se ela queria comer alguma coisa.
Percebendo que a moça estava acanhada, chamou o garçom e pediu alguns pastéis.
O moço perguntou se ela estava gostando da música.
Uma banda tocava alguns sambas antigos.
Entre eles, "CATARINA DE MÉDICIS NA CORTE DOS TUPINAMBÔS E TABAJERES":
“Hoje vou colorir toda a cidade
De alma pintada eu vou
Sou da Corte a fantasia
Trago o "novo mundo" de esplendor
A magia da floresta levei
Enfeitando esta festa cheguei
Puro na emoção, simples na paixão
Sonho e poesia em Ruão
De alma pintada eu vou
Sou da Corte a fantasia
Trago o "novo mundo" de esplendor
A magia da floresta levei
Enfeitando esta festa cheguei
Puro na emoção, simples na paixão
Sonho e poesia em Ruão
Mon amour c'est si beau!
Esse jogo, essa dança (bis)
Tabajer, Tupnambôs
Esse jogo, essa dança (bis)
Tabajer, Tupnambôs
E lá nas margens do Sena
O Brasil a imagem
De nudez e coragem
Índios marujos, enfim
Misturavam-se assim
Na mais linda paisagem
E a plateia no bis
Com a Imperatriz a delirar
Na França o bom selvagem
Deu o tom de igualdade
Fraternité, liberté
O Brasil a imagem
De nudez e coragem
Índios marujos, enfim
Misturavam-se assim
Na mais linda paisagem
E a plateia no bis
Com a Imperatriz a delirar
Na França o bom selvagem
Deu o tom de igualdade
Fraternité, liberté
Sou índio, sou forte
Sou filho da sorte, sou natural (bis)
Sou guerreiro
Sou a luz da liberdade, carnaval.
Sou filho da sorte, sou natural (bis)
Sou guerreiro
Sou a luz da liberdade, carnaval.
Samba Enredo 1994 - Catarina de Médicis na Corte dos Tupinambôs e Tabajères
G.R.E.S. Imperatriz Leopoldinense (RJ)
(Composição: Alvinho, Aranha, Marcio André, Alexandre da Imperatriz)”
E assim, continuaram conversando.
Após alguns momentos, o garçom trouxe os pastéis.
Conversa vai, conversa vem, Naiara percebendo que estava tarde, disse ao moço que precisava voltar para casa.
Samuel se prontificou a levá-la se quisesse.
Naiara agradeceu, mas recusou o convite.
O moço segurou em seu braço, perguntou se não teria um beijo de despedida.
Naiara beijou o rosto dele.
- Tá certo! - comentou um pouco sem graça.
Nisto, Samuel perguntou se poderia ligar para ela, marcando um novo encontro.
Naiara respondeu que sim, e o moço aproveitou para beijar o rosto dela.
Perguntou se ela estava de carro.
Naiara respondeu que não.
Ao ouvir isto, o moço insistiu em lhe dar uma carona.
- Não precisa! Eu volto de ônibus mesmo para casa.
Samuel ficou um pouco contrariado com a recusa, mas atencioso, pediu para ela esperar ele pagar a conta, que a levaria até o ponto de ônibus, e ficaria com ela até o transporte chegar.
Naiara tentou argumentar que não era preciso, mas Samuel insistiu.
Comentou que iria levar a moça até o ponto e depois iria pegar o carro.
A moça comentou que era muito transtorno, que poderia ir ao ponto sozinha.
Samuel insistiu em acompanhá-la.
E assim, caminharam alguns quarteirões até o ponto.
Enquanto isto, conversaram.
Samuel fez companhia a Naiara até a chegada do ônibus.
Depois de algum tempo, o ônibus chegou.
A mulher então, despediu-se, e entrou no ônibus.
Em seguida, o homem voltou ao barzinho onde buscou seu carro.
Samuel agradeceu os funcionários e partiu...
Após alguns momentos, o garçom trouxe os pastéis.
Conversa vai, conversa vem, Naiara percebendo que estava tarde, disse ao moço que precisava voltar para casa.
Samuel se prontificou a levá-la se quisesse.
Naiara agradeceu, mas recusou o convite.
O moço segurou em seu braço, perguntou se não teria um beijo de despedida.
Naiara beijou o rosto dele.
- Tá certo! - comentou um pouco sem graça.
Nisto, Samuel perguntou se poderia ligar para ela, marcando um novo encontro.
Naiara respondeu que sim, e o moço aproveitou para beijar o rosto dela.
Perguntou se ela estava de carro.
Naiara respondeu que não.
Ao ouvir isto, o moço insistiu em lhe dar uma carona.
- Não precisa! Eu volto de ônibus mesmo para casa.
Samuel ficou um pouco contrariado com a recusa, mas atencioso, pediu para ela esperar ele pagar a conta, que a levaria até o ponto de ônibus, e ficaria com ela até o transporte chegar.
Naiara tentou argumentar que não era preciso, mas Samuel insistiu.
Comentou que iria levar a moça até o ponto e depois iria pegar o carro.
A moça comentou que era muito transtorno, que poderia ir ao ponto sozinha.
Samuel insistiu em acompanhá-la.
E assim, caminharam alguns quarteirões até o ponto.
Enquanto isto, conversaram.
Samuel fez companhia a Naiara até a chegada do ônibus.
Depois de algum tempo, o ônibus chegou.
A mulher então, despediu-se, e entrou no ônibus.
Em seguida, o homem voltou ao barzinho onde buscou seu carro.
Samuel agradeceu os funcionários e partiu...
Com isto, dias depois, Samuel convidou a moça novamente para sair.
E assim, de conversa em conversa, após alguns passeios, começaram a namorar.
Aos poucos, Naiara comentou que gostava de Samba, MPB, Bossa Nova.
Samuel por sua vez, disse que gostava de MPB e de Músicas Internacionais.
Naiara comentou que embora gostasse de ritmos brasileiros, estava ouvindo mais louvores.
Samuel perguntou o que era isto.
A moça comentou que eram músicas religiosas, que falam de Deus.
O rapaz, perguntou o nome de algumas músicas.
Naiara respondeu que não sabia de cor o nome das músicas, apenas conhecia o refrão de algumas.
Samuel insistiu, disse que queria conhecer.
Comentou que fazia muito tempo que não frequentava a missa, e estava por fora das músicas que estavam na igreja.
Sem graça, ela cantou uma delas “Sou um Milagre”:
E assim, de conversa em conversa, após alguns passeios, começaram a namorar.
Aos poucos, Naiara comentou que gostava de Samba, MPB, Bossa Nova.
Samuel por sua vez, disse que gostava de MPB e de Músicas Internacionais.
Naiara comentou que embora gostasse de ritmos brasileiros, estava ouvindo mais louvores.
Samuel perguntou o que era isto.
A moça comentou que eram músicas religiosas, que falam de Deus.
O rapaz, perguntou o nome de algumas músicas.
Naiara respondeu que não sabia de cor o nome das músicas, apenas conhecia o refrão de algumas.
Samuel insistiu, disse que queria conhecer.
Comentou que fazia muito tempo que não frequentava a missa, e estava por fora das músicas que estavam na igreja.
Sem graça, ela cantou uma delas “Sou um Milagre”:
“Nunca houve noite que pudesse impedir,
O nascer do sol e a esperança
E não há problema que possa impedir
As Mãos de Jesus pra me ajudar.
O nascer do sol e a esperança
E não há problema que possa impedir
As Mãos de Jesus pra me ajudar.
Haverá milagres, dentro de mim
Vem descendo o rio pra me dar a vida,
Esse rio que emana lá da Cruz, ao lado de Jesus
Vem descendo o rio pra me dar a vida,
Esse rio que emana lá da Cruz, ao lado de Jesus
Aquilo que parecia impossível
Aquilo que parecia não ter saída
Aquilo que parecia ser minha morte
Mas Jesus mudou minha sorte,
Sou um milagre, estou aqui (2 vezes)
Aquilo que parecia não ter saída
Aquilo que parecia ser minha morte
Mas Jesus mudou minha sorte,
Sou um milagre, estou aqui (2 vezes)
Usa-me, sou o Teu milagre
Usa-me, eu quero Te servir
Usa-me, sou a Tua imagem
Usa-me, ó, Filho de Davi
Usa-me, eu quero Te servir
Usa-me, sou a Tua imagem
Usa-me, ó, Filho de Davi
Aquilo que parecia impossível … (4 vezes)”
(Canção de Voz da Verdade/Eli Soares)
(Canção de Voz da Verdade/Eli Soares)
Samuel comentou que a música era muito bonita.
Disse ainda, que ela era afinada.
Nisto, pediu para ela cantar outra música.
Naiara um pouco tímida, pensou e lembrou-se de uma música, “Bençãos que Não tem Fim”:
Disse ainda, que ela era afinada.
Nisto, pediu para ela cantar outra música.
Naiara um pouco tímida, pensou e lembrou-se de uma música, “Bençãos que Não tem Fim”:
“Ainda me lembro
Quando um milagre eu pedi
Com pouca fé, sim, eu temi
E hoje eu posso ver
Foi muito além do meu pensar
São tantas bênçãos pra contar
Quando um milagre eu pedi
Com pouca fé, sim, eu temi
E hoje eu posso ver
Foi muito além do meu pensar
São tantas bênçãos pra contar
Um, dois, três
Bênçãos que não têm fim
Perco as contas
E agradeço o que Fez por mim
Bênçãos que não têm fim
Perco as contas
E agradeço o que Fez por mim
Deus, eu tenho tantas bênçãos
Posso em minha vida enxergar
Quanto mais vejo os detalhes
Sua bondade posso encontrar
Pai, e enquanto eu viver
Sempre irei me lembrar
Ainda que sejam infinitas
Suas bênçãos eu irei contar
Posso em minha vida enxergar
Quanto mais vejo os detalhes
Sua bondade posso encontrar
Pai, e enquanto eu viver
Sempre irei me lembrar
Ainda que sejam infinitas
Suas bênçãos eu irei contar
E nenhuma fase
Dura para sempre
Por isso eu não vou me esquecer
Cada motivo
Que tenho pra ser grato
Por ter sido tão fiel a mim
Dura para sempre
Por isso eu não vou me esquecer
Cada motivo
Que tenho pra ser grato
Por ter sido tão fiel a mim
Deus, eu tenho tantas bênçãos … (2 vezes)
Ainda que sejam infinitas
Suas bênçãos eu irei contar.”
(Isadora Pompeo/Aline Brasil)
Suas bênçãos eu irei contar.”
(Isadora Pompeo/Aline Brasil)
Samuel que esta era uma música que poderia facilmente tocar em uma rádio de MPB.
Naiara concordou.
O moço comentou que as músicas religiosas haviam evoluído bastante.
Estavam interessantes, atrativas.
Naiara concordou.
Comentou que agora tinha gosto em ir para a missa, e acompanhar as missas.
Contou que quando era criança, achava muitas daquelas canções bem chatas.
Samuel ao ouvir isto, caiu na risada.
Naiara concordou.
O moço comentou que as músicas religiosas haviam evoluído bastante.
Estavam interessantes, atrativas.
Naiara concordou.
Comentou que agora tinha gosto em ir para a missa, e acompanhar as missas.
Contou que quando era criança, achava muitas daquelas canções bem chatas.
Samuel ao ouvir isto, caiu na risada.
E assim, conversavam, passeavam, caminhavam em parques, almoçavam, e conversavam mais um pouco.
Foram ao cinema, teatro, museus, parques, restaurantes, por diversas diversas vezes.
No início combinaram de se encontrarem no local do encontro.
E assim, conversavam durante estes passeios sobre as músicas que estavam ouvindo, os livros que estavam lendo, as séries que estavam assistindo.
Naiara comentou que há muito tempo não assistia novelas.
Samuel contou que nunca gostou deste tipo de entretenimento.
Comentou que gostava de futebol, mas não tinha um time do coração.
Gostava só de assistir, mas não torcia para ninguém.
A moça achou isto curioso.
Samuel comentou que seus colegas no trabalho também não entendiam como alguém poderia assistir uma partida, sem torcer para nenhum dos times que estava jogando.
Foram ao cinema, teatro, museus, parques, restaurantes, por diversas diversas vezes.
No início combinaram de se encontrarem no local do encontro.
E assim, conversavam durante estes passeios sobre as músicas que estavam ouvindo, os livros que estavam lendo, as séries que estavam assistindo.
Naiara comentou que há muito tempo não assistia novelas.
Samuel contou que nunca gostou deste tipo de entretenimento.
Comentou que gostava de futebol, mas não tinha um time do coração.
Gostava só de assistir, mas não torcia para ninguém.
A moça achou isto curioso.
Samuel comentou que seus colegas no trabalho também não entendiam como alguém poderia assistir uma partida, sem torcer para nenhum dos times que estava jogando.
E assim, o casal fazia caminhadas, andavam de braços dados.
Beijavam-se.
E aos poucos iam se conhecendo melhor.
Beijavam-se.
E aos poucos iam se conhecendo melhor.
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