A HISTÓRIA DE TODOS NÓS
CAPÍTULO 3
Com isto, depois de muito pensar, e após algum tempo, a moça voltou da praia.
Entrou na casa de veraneio alugada, e sentou-se em uma cadeira de vime.
Naiara, resolveu afastar os pensamentos sobre seus antigos relacionamentos, pois estava cansada deles.
Pensou então, que estava na praia, em um lugar maravilhoso, para espairecer, e que iria aproveitar bem o passeio, com caminhadas, mergulhos no mar, tomando água de coco, etc.
Olhou o belo jardim que tinha à sua frente.
Algumas árvores, várias flores, e alguns pássaros brincando nas plantas.
Pensou no tempo que estava perdendo com aqueles pensamentos, ao invés de observar a beleza daquela paisagem.
Entrou na casa de veraneio alugada, e sentou-se em uma cadeira de vime.
Naiara, resolveu afastar os pensamentos sobre seus antigos relacionamentos, pois estava cansada deles.
Pensou então, que estava na praia, em um lugar maravilhoso, para espairecer, e que iria aproveitar bem o passeio, com caminhadas, mergulhos no mar, tomando água de coco, etc.
Olhou o belo jardim que tinha à sua frente.
Algumas árvores, várias flores, e alguns pássaros brincando nas plantas.
Pensou no tempo que estava perdendo com aqueles pensamentos, ao invés de observar a beleza daquela paisagem.
Por sua vez, Naiara adorava mergulhar no mar, caminhar e enquanto o dia amanhecia, ou o sol se punha, pensar na vida.
E era um espetáculo lindo de se ver, as águas do mar sendo coloridas pelas luzes do sol no amanhecer, ou mesmo pelo pôr-do-sol.
Adorava caminhar sozinha e andar bastante, e nisto ficava a pensar.
E de tanto devanear, pensou: “Uma coisa era certa! O mar era sempre seu companheiro das horas incertas!”
Tal pensamento de certa forma também a consolava.
E era um espetáculo lindo de se ver, as águas do mar sendo coloridas pelas luzes do sol no amanhecer, ou mesmo pelo pôr-do-sol.
Adorava caminhar sozinha e andar bastante, e nisto ficava a pensar.
E de tanto devanear, pensou: “Uma coisa era certa! O mar era sempre seu companheiro das horas incertas!”
Tal pensamento de certa forma também a consolava.
E assim, em suas caminhadas, lembrava-se de seus passeios na praia, de caminhar de mãos dadas, com alguns de seus namorados, de mergulhar no mar.
Do olhar de admiração dos homens quando passava.
Estes pensamentos a confortaram um pouco.
Naiara aproveitou então, para entrar na água.
E assim, em companhia de Elen, Naiara foi para a praia.
Do olhar de admiração dos homens quando passava.
Estes pensamentos a confortaram um pouco.
Naiara aproveitou então, para entrar na água.
E assim, em companhia de Elen, Naiara foi para a praia.
Com efeito, Naiara mergulhou nas águas do mar.
Colocou um biquíni e foi aproveitar o dia.
Naiara ficou bastante tempo na água, tanto que saiu um pouco queimada do mar.
Elen então comentou, que nunca viu alguém gostar tanto de água como ela.
Naiara riu.
Colocou um biquíni e foi aproveitar o dia.
Naiara ficou bastante tempo na água, tanto que saiu um pouco queimada do mar.
Elen então comentou, que nunca viu alguém gostar tanto de água como ela.
Naiara riu.
A tardinha, as duas amigas saíram juntas para beber uma água de coco.
E aproveitaram para conversar um pouco.
Conversa vai, conversa vem, Naiara comentou que estava cansada de relacionamentos problemáticos, e perguntou a si mesma, se todos os relacionamentos eram assim.
Pensava que a admiração sumia, quando começava o relacionamento e os problemas.
Quando a relação começava a durar algum tempo, tudo começava a deteriorar.
Pensava: “Todos os homens são assim?”
E assim ficava a pensar.
Pensava, pensava, pensava.
Até chegou a conclusão de que talvez a abordagem estivesse errada.
E aproveitaram para conversar um pouco.
Conversa vai, conversa vem, Naiara comentou que estava cansada de relacionamentos problemáticos, e perguntou a si mesma, se todos os relacionamentos eram assim.
Pensava que a admiração sumia, quando começava o relacionamento e os problemas.
Quando a relação começava a durar algum tempo, tudo começava a deteriorar.
Pensava: “Todos os homens são assim?”
E assim ficava a pensar.
Pensava, pensava, pensava.
Até chegou a conclusão de que talvez a abordagem estivesse errada.
Elen por sua vez, só ouvia a amiga.
De vez em quando sorria para ela.
Não dizia nada.
Por vezes, Naiara também não dizia nada.
De vez em quando sorria para ela.
Não dizia nada.
Por vezes, Naiara também não dizia nada.
Naiara em dado momento, pensou então, que poderia escolher um namorado de forma diferente do que vinha fazendo.
Chegou a conclusão de que talvez utilizando outros critérios de escolha, as coisas poderiam melhorar.
Admitiu que priorizava a aparência.
E ao chegar a esta conclusão pensou: “Mas nem o namorado vou poder escolher? Não escolhi o meu trabalho, nem bem a minha profissão, e nem a pessoa com que pretendo viver o restante de minha vida vou poder escolher?”
Pensou nisto a deixou contrariada, e constatou mentalmente: “Assim vai ficar difícil!”
Tal pensamento a frustrou.
Pensou, que se tivesse que abandonar o critério da aparência, o que poderia colocar no lugar e que poderia ser melhor?
Indagava-se.
Naiara pensou se poderia abdicar de algo que ela era importante, mas que aos olhos alheios era futilidade, e isso deixou-a sem alternativas.
Pensou: “Mas os homens priorizam a aparência, e muitas vezes, nem são bonitos! Por que eu tenho que abrir mão disto? E o que sobra?”
Pensou então, que não bastava apenas a aparência, tinha que ter algo que destacasse aquela pessoa das demais.
Chegou a conclusão de que talvez utilizando outros critérios de escolha, as coisas poderiam melhorar.
Admitiu que priorizava a aparência.
E ao chegar a esta conclusão pensou: “Mas nem o namorado vou poder escolher? Não escolhi o meu trabalho, nem bem a minha profissão, e nem a pessoa com que pretendo viver o restante de minha vida vou poder escolher?”
Pensou nisto a deixou contrariada, e constatou mentalmente: “Assim vai ficar difícil!”
Tal pensamento a frustrou.
Pensou, que se tivesse que abandonar o critério da aparência, o que poderia colocar no lugar e que poderia ser melhor?
Indagava-se.
Naiara pensou se poderia abdicar de algo que ela era importante, mas que aos olhos alheios era futilidade, e isso deixou-a sem alternativas.
Pensou: “Mas os homens priorizam a aparência, e muitas vezes, nem são bonitos! Por que eu tenho que abrir mão disto? E o que sobra?”
Pensou então, que não bastava apenas a aparência, tinha que ter algo que destacasse aquela pessoa das demais.
Elen observava a amiga.
Naiara pensava, e nada dizia.
Naiara pensava, e nada dizia.
Naiara recordou-se então de alguns relacionamentos, e do que os fazia tão especiais, em relação aos outros relacionamentos que tivera.
Lembrou-se do sorriso de um, da simpatia de outro.
Um tinha uma boa conversa, outro era mais sério, etc.
Percebeu que cada pessoa tinha um atributo, além da aparência, que a destacava, a tornava especial.
Notou que a aparência era um cartão de visitas, mas não era apenas isto que fazia uma conversa se transformar em outros encontros, e depois até em um namoro.
Pensando, pensando, Naiara chegou a conclusão de que se aparência era sim importante para ela, que não deveria abrir mão disto, mas que não deveria isto colocar um primeiro lugar.
Seus pensamentos então, resultavam em incógnitas.
Constatou que também deveria haver admiração, carinho, respeito, interesses recíprocos, amor mútuo.
Entendeu que não deveria se encaixar em um lugar que não foi feito para ela, mas sim no coração de outra pessoa, e que esta pessoa deveria gostar dela, e não apenas querer tê-la por perto quando fosse conveniente, ou quando não tivesse outra opção.
Lembrou-se do sorriso de um, da simpatia de outro.
Um tinha uma boa conversa, outro era mais sério, etc.
Percebeu que cada pessoa tinha um atributo, além da aparência, que a destacava, a tornava especial.
Notou que a aparência era um cartão de visitas, mas não era apenas isto que fazia uma conversa se transformar em outros encontros, e depois até em um namoro.
Pensando, pensando, Naiara chegou a conclusão de que se aparência era sim importante para ela, que não deveria abrir mão disto, mas que não deveria isto colocar um primeiro lugar.
Seus pensamentos então, resultavam em incógnitas.
Constatou que também deveria haver admiração, carinho, respeito, interesses recíprocos, amor mútuo.
Entendeu que não deveria se encaixar em um lugar que não foi feito para ela, mas sim no coração de outra pessoa, e que esta pessoa deveria gostar dela, e não apenas querer tê-la por perto quando fosse conveniente, ou quando não tivesse outra opção.
Elen ouvia as palavras da amiga com muita paciência, e também entendia seus silêncios.
E muitas vezes, sorria para ela.
E muitas vezes, sorria para ela.
Com efeito, durante a estada na praia, Naiara fez muitas caminhadas pelo litoral sozinha.
Mais tarde, aproveitava para sair com a amiga, e juntas tomavam banho de mar, almoçavam juntas, varriam a casa, lavavam e guardavam a louça, faziam comida.
Davam uma limpada no imóvel alugado.
A tardinha, faziam uma caminhada curta e bebiam água de coco, nos quiosques da praia.
E assim, depois de uma gostosa temporada na praia, as garotas voltaram para São Paulo.
Mais tarde, aproveitava para sair com a amiga, e juntas tomavam banho de mar, almoçavam juntas, varriam a casa, lavavam e guardavam a louça, faziam comida.
Davam uma limpada no imóvel alugado.
A tardinha, faziam uma caminhada curta e bebiam água de coco, nos quiosques da praia.
E assim, depois de uma gostosa temporada na praia, as garotas voltaram para São Paulo.
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