A HISTÓRIA DE TODOS NÓS 


CAPÍTULO 23

 

Com isto, o casal finalmente marcou a data do casamento, e começou a preparar a lista de presentes e de convidados para o casamento.
Planejando sua viagem de lua de mel, Naiara e Samuel, ficaram a pensar para quais lugares viajar. 
Com efeito, eles nem imaginavam que caminhariam juntos em meio a lugares que nunca cogitaram passar.
Mas antes disto, pesquisaram roteiros religiosos em diversos países, antes de se decidirem para onde iriam ir.
Assistiram também, diversos vídeos na internet indicando lugares.
Pesquisaram em sites e blogs, e procuraram diversos roteiros para fazer.

 

E assim decidiram que em sua peregrinação, eles iriam visitar inúmeros lugares santos.
Samuel e Naiara, decidiram então, que iriam visitar lugares santos em Portugal, na França, e na Itália.
Animados, conversavam bastante sobre isto, inclusive com seus colegas de trabalho.

 

Com efeito, durante os preparativos do casamento, Naiara e Samuel pesquisaram lugares para visitar, e o moço percebendo a devoção da namorada, sugeriu passearem pela Europa, e visitarem lugares considerados sagrados.

Convivendo com Naiara, o moço aprendeu bastante sobre religião.

 
E assim, depois daquela primeira confissão, o moço já havia se confessado algumas vezes, assim como Naiara; que por sinal, ficou muito feliz com a mudança de comportamento do moço.  
Antes do casamento, o casal realizou o curso de noivos, e ambos se confessaram mais uma vez, antes do casamento.
Naiara ficou feliz ao ver o noivo se confessando mais uma vez.

 

Samuel por sua vez, em uma visita o quarto da moça, avistou um terço com muitas contas, muito diferente de tudo o que tinha visto até então.
Percebeu que ele tinha muito mais contas que um terço comum.
Naiara então, retirou o terço da cabeceira da cama desenrolando-o.
Foi então que Samuel percebeu que ele era imenso.
A moça comentou que se tratava de um Rosário.

 

Naiara lembrou-se que o comprou no começo de sua jornada religiosa, em uma Loja Católica.    

Mencionou que ele continha os quatro terços: os Mistérios Gozosos, Luminosos, Dolorosos e Gloriosos, e que todas as dezenas dos terços, contavam a trajetória de Cristo sobre a terra.

 

Samuel comentou que sabia dos Mistérios Gozosos, Dolorosos e Gloriosos.
Disse que sempre soube que eram três mistérios, e que por isto, que se chamava terço.
Destacou que isto, era tudo o que sabia.

 

Naiara contou então, que São João Paulo Segundo, instituiu um novo terço, um novo Mistério, o Luminoso.

 

Com calma, a moça comentou que o terço começava, em seu Primeiro Mistério Gozoso, com a Anunciação do Arcanjo São Gabriel e Maria dizendo o seu Sim ao Anjo, o Verbo que é Jesus, e que se fez carne e habitou o ventre dela.
A Segunda Dezena, o Segundo Mistério Gozoso, era a visita de Nossa Senhora já grávida, a Santa Isabel, que também estava grávida de João Batista.
E diante da presença da Virgem Maria, João Batista – no ventre da mãe, é repleto do Espírito Santo.  
A Terceira Dezena, era o Nascimento do Menino Deus, Jesus que se fez homem, Verbo Encarnado.
Em uma pobre Gruta em Belém, tendo por berço uma manjedoura.
De rico se fez pobre, para habitar entre nós.
De rei, se fez servo.
Naiara destacou que se reza nesta dezena pelas crianças, que correm o risco de não nascerem. 
Na Quarta Dezena, Maria com José, apresenta o Menino Jesus no Templo.
Ana e o velho Simeão seguram o menino.
O ancião profetiza que o Menino será causa de divisão (de queda, mas também de soerguimento), e que uma espada de dor transpassará Nossa Senhora.
Maria por sua vez, guardou a profecia no coração.
No Quinto Mistério, ou Quinta Dezena, o Menino é encontrado entre os doutores da lei.
Ouvindo e ensinando, pois crescia em sabedoria, estatura e graça.
Seus pais ao encontrarem-no, disseram estar preocupados, pois havia sumido, e o Menino respondeu: “Não sabeis que devo me ocupar das coisas de Meu Pai?”
Naiara comentou que neste Mistério se reza pelos filhos, e pelas famílias.
Proferiu a seguinte jaculatória: 
“Quero de joelhos, ver meus filhos de pé,
Deus me sustenta e aumenta minha fé!”

 

No Segundo Terço do Rosário, explicou que estão os Mistérios Luminosos, e conta-se o inicio da trajetória de Jesus, e a sua vida pública.
No Primeiro Mistério, o Batismo de Jesus e a descida do Espírito Santo sobre Ele.
E uma Voz que diz: “Eis o Meu Filho muito amado, em que ponho a Toda Minha Afeição, Todo o Meu Agrado.”
Na Segunda Dezena, o primeiro Milagre de Jesus, nas Bodas de Caná, onde faltou o vinho em um casamento, e Maria pediu a Sua intervenção.
E ela disse aos empregados, a respeito de Jesus: “Faça tudo o que ele vos disser.”
E Jesus pede para encher as talhas de água, e tudo se converte em vinho.
E este vinho era melhor do que o servido no início da festa.
Na Terceira Dezena, o Convite e o Chamado a Conversão.
A mudança de vida, metanóia, esperança e esforço de todos os católicos para uma vida melhor, uma vida na graça santificante de Deus.
No Quarto Mistério Luminoso, a Transfiguração no Monte Tabor.
Jesus resplandece sua luz para os apóstolos que o acompanhavam, e interage com Elias e Moisés – profetas do antigo testamento. 
Na Quinta Dezena, a Eucaristia.
Jesus institui a Eucaristia, com a partilha do pão.
Este é o Meu Corpo e o Meu Sangue, que será derramado por vós, para cura e conversão de todos os pecadores. 
Pode se rezar neste momento, a seguinte jaculatória:
“Meu Deus eu creio, adoro, espero e amo-Vos,
Peço-Vos perdão, pelos que não creem,
Não Te Adoram, não Vos Esperam, E não Vos Amam.”   

 

Naiara mencionou que com os Mistérios Dolorosos, se contempla a Dor e o Calvário de Jesus.
Na Primeira Dezena, a Agonia no Monte das Oliveiras.
Jesus se aflige, sua sangue, e é consolado pelos Anjos.
Na Segunda Dezena, Jesus é flagelado, açoitado, agredido, atado a uma coluna.
Cabendo neste momento a jaculatória:
“Meu Jesus, perdão e misericórdia,
Pelos méritos de Vossas Santas Chagas.”
 

Na Terceira Dezena, Jesus é coroado de espinhos.
Correu sangue em seu rosto.
Dezena em que se reflete, se pede inspiração ao Espírito Santo, para que não cometamos pecados através de nossos pensamentos.   
No Quarto Mistério, Jesus carrega sua pesadíssima Cruz em direção ao Monte Calvário.
Naiara destacou que Jesus caiu por três vezes em seu trajeto, e foi auxiliado por Simão de Cirene.
Pensemos em nossas cruzes, em nosso calvário, e entreguemo-nos nas Mãos de Jesus, que é o nosso Cireneu.
Lembrando que Ele quis precisar de ajuda.
Embora não precise de nós, quis precisar de nossos sacrifícios, de nossas cruzes unidas à Sua Cruz.
Quis precisar de nós para nossa própria redenção.
Na Quinta Dezena, Jesus é Crucificado.
Aparentemente uma derrota, que se converte em vitória, com sua ressurreição.
Nesta dezena, se reza em intenção das Santas Almas do Purgatório.
Especialmente as mais esquecidas, que não tem quem reze por elas.

 

Por fim, os Mistérios Gloriosos.
Na Primeira Dezena, a Ressurreição de Jesus.
Jesus vive, está Ressuscitado.
As mulheres o veem após avistar o túmulo vazio.
Os apóstolos primeiramente, não creem. 
Naiara começou então, a cantar um trecho desta canção:
“Por que Ele vive, eu posso crer no amanhã.
Por que Ele vive, temor não há.
Mas eu bem sei a minha vida.
Está nas mãos do Meu Jesus, que vivo está ...”

 

Na Segunda Dezena, Jesus ascende aos Céus - isto, é elevado por Si Mesmo -, em meio a uma multidão, que contemplava a cena.
Na Terceira Dezena, o Pentecoste, onde línguas de fogo inspiram os apóstolos, através da efusão do Espírito Santo.
Muitas pessoas falavam outras línguas que não conheciam, como no Evangelho.
E os apóstolos e seus discípulos, de tímidos, se tornaram corajosos e destemidos, indo pregar o evangelho em todo o mundo, em toda parte, sem medo dos martírios e perseguições, que iriam enfrentar.
Na Quarta Dezena, Maria é assunta aos Céus - é elevada - não por si mesma, mas pela força de Deus.
É a Mãe de todos os homens.
No Quinto e último Mistério Glorioso, Maria é coroada Rainha do Céu e da Terra.
Glorificada após tantos sofrimentos e escondimento, honrada e protegida por Deus.        
 

Naiara por fim, destacou que ao todo são 203 Ave Marias e 21 Pai Nossos.
Samuel ficou admirado.
Comentou que esta era uma oração longa.
Recordou que por algumas vezes a viu rezando.
Samuel, começou a entender que era tudo um processo.
Em dado momento, comentou que ela estava se tornando uma ótima católica, e que já era capaz de ensinar as pessoas, os principais aspectos da religião.  
Naiara respondeu, que ainda estava aprendendo.

 

Elen sua amiga, comentou mais uma vez, que já estava percebendo que ela estava um pouco mais calma.
Naiara comentou que estava se esforçando para isto.
Muito embora estivesse em meio aos preparativos de seu casamento, estava tentando manter a calma.
De vez em quando surgiam imprevistos que a desestabilizavam emocionalmente, mas ela conversava consigo mesma, pedia ajuda dos Santos e Anjos, e aos poucos ia se acalmando.
Por diversas vezes, Naiara pensou em cancelar o buffet, por conta de alguns contratempos por conta de agenda, e problemas na escolha dos alimentos e bebidas, que seriam servidas na festa.
Samuel ao ver a noiva estressada, pedia para ela se acalmar, e dizia que as coisas se ajeitariam. Destaca que por esta razão, estavam organizando as coisas com tanta antecedência.
Mas percebeu que mesmo assim, os imprevistos surgiam.
Naiara e Sandra, comentaram que não imaginavam que casamentos davam tanto trabalho.
Sandra ressaltou que seu casório foi muito mais simples, não havia tantas opções de comida e tampouco tantos convidados, como no casamento deles.
Samuel rindo, comentou se havia alguma coisa que poderia fazer, para ajudar.
Sandra respondeu que não.
Disse que os problemas decorriam por conta dos preparativos da festa mesmo, e que não havia o que ser feito, a não ser ter paciência.
Ainda assim, o moço comentou que caso precisassem de alguma coisa, poderiam falar com ele. 
E assim, aos poucos as coisas foram se ajeitando.    

 

Sandra e José, os pais de Naiara, também estavam ajudando nos preparativos.
Ajudaram a escolher: o local do buffet, a igreja onde seria realizado o casamento, os doces e salgados, o prato principal, a sobremesa.

 

A esta altura, Naiara já sabia que os pais de Samuel eram falecidos.
Samuel lhe contou em um dos encontros que tiveram, quando visitou os pais de Naiara, os quais perguntaram sobre seu trabalho, e o moço acabou comentando que seus pais morreram cedo, e que por isto ele foi ajudado por Marcos.
Aos poucos, o moço contou que perdeu os pais muito cedo, em um acidente, e que fora ajudado por um amigo.
Este amigo era Marcos, que ao vê-lo se formar advogado, o convidou para trabalhar em seu escritório. 

  

Com efeito, o moço com o casamento marcado, convidou Marcos para ser seu padrinho de casamento.
O homem, ao receber o convite, sentiu-se muito honrado, e agradeceu a lembrança.
Sorrindo, comentou que não estava esperando pelo convite.

 

Todo o pessoal do escritório de advocacia de Samuel também foi convidado.
Naiara também convidou suas colegas do trabalho.  
E a cerimônia de casamento aconteceu em um clube.
Marcos sugeriu o local para o amigo, e fez questão de reservar o lugar para a festa de casamento de Samuel.
Ao verem o salão do clube, Samuel, Naiara, Sandra e José, adoraram o local.
Comentaram que o salão de festas era grande, e o ambiente muito bonito.
Agradeceram Marcos por providenciar o local para a festa.
O homem por sua vez, respondeu não havia sido nada demais.  

 

E assim, algum tempo depois, se deu o casamento do casal.
Naiara seguiu acompanhada em um carro alugado por seus pais.
Sandra e José saíram primeiro do carro.
Nisso, ao descer do carro, Naiara foi auxiliada por sua mãe, que ajeitou o vestido branco e longo, bem como sua grinalda.
José estendeu seu braço para a filha, que o segurou.
Sandra entrou pela lateral da igreja.
Em seguida, adentraram a igreja Naiara e seu pai José.
Ao som de: “A Esperança Chegando”:
“Bem mais perto já se pode ver
A esperança chegando
Sem as honras de um rei, sem carruagem
Sem o brilho do ouro

 

O Seu reino não pertence aqui
Mesmo assim, vêm a Ele ouvir
E lhe rendem louvor
Com mantos e com palmas, vêm

 

Coroado Ele vem
Adorado Ele vem
A Ele a honra e a glória, toda realeza
Cristo salvador chegando está
Coroado Ele vem
Adorado Ele vem
Já não se calam e proclamam sem cessar
Hosana…

 

Bem mais perto já se pode ver
A esperança chegando
Sem as honras de um rei
Sem carruagem
Sem o brilho do ouro
O seu reino não pertence aqui
Mesmo assim vêm a ele ouvir
E lhe rendem louvor
Com mantos e com palmas, vem
Coroado ele vem
Adorado ele vem
A ele a honra e a glória 
Toda a realeza
Cristo salvador chegando está
Coroado
Adorado
Já não se calam e proclamam sem cessar
Hosana
Hosana, Hosana, Hosana ...”
 
Ao som da música, os convidados levantaram-se e acompanharam os passos da noiva.
Que estava emocionada.
Janice e Cláudio, comentaram baixinho, que ela estava linda.
Naiara agradeceu.
Segurou-se para não chorar.
Continuou a caminhada.
José seu pai, também já estava quase chorando.       
Aos pés do altar, estava Samuel que recebeu a noiva das mãos de José, que lhe disse que estava confiando um tesouro precioso, e que ele devia cuidar bem dela.
Naiara ficou um pouco sem jeito.
Samuel respondeu que o sogrão podia ficar tranquilo pois ele cuidaria dela, melhor do que ele estava cuidando.
Algumas pessoas, convidados próximos e padrinhos, ao ouvirem o comentário, começaram a rir.
Nisto começou a missa.
O sacerdote perguntou se era de livre vontade que eles estavam se casando.
Samuel e Naiara responderam que sim.
O padre perguntou se havia alguém que se opunha ao casamento.
Silêncio.

 

Em seguida, uma menina levou as alianças para o moço.  
E assim, casal trocou alianças e beijaram-se.
Samuel colocou a aliança no dedo de Naiara, e a jovem colocou a aliança no dedo do moço.
Os fotógrafos a postos, registraram a cena.

 

Na Homilia o sacerdote, comentou sobre a história de Jacó, e seu encontro com Raquel no poço.
O moço auxiliou a jovem a tirar água do poço, ao rolar a pedra do local.
Nisto, Jacó foi apresentado a Labão e ficou a servi-lo.
O homem astuto, prometeu a filha Raquel em casamento para ele.
Mas no momento das núpcias, o moço coabitou com Lia.
Logrado, Jacó foi questionar o sogro Labão, que lhe prometeu que em mais sete anos lhe autorizar a casar com sua filha mais nova, Raquel.
E Jacó trabalhou catorze anos.
Casou-se com Raquel.
Com Lia teve muitos filhos, mas Raquel não podia conceber.
Suplicou que a Jacó que lhe desse filhos, senão morreria.
Jacó se aborreceu com a cobrança e Raquel então ofereceu sua escrava para conceber filhos para ela.
E a escrava teve dois filhos com Jacó.
Lia também cessou de ter filhos, e também ofereceu sua escrava para Jacó, e também teve dois filhos com ele.
E assim, as mulheres ficaram nessa disputa por anos.
E depois, Lia teve mais alguns filhos.
Nisto, finalmente Raquel deu luz a José.
Jacó, por sua vez, fez Labão prosperar com o seu trabalho, e por fim, percebendo que estava sendo logrado pelo sogro, foi auxiliado, pelos céus, e seu patrimônio aumentou, tanto que em dado momento pediu para partir.
Labão por sua vez, dizia que precisava dele, e não queria liberar ele e suas filhas para viverem longe dali.
Raquel e Lia por sua vez, combinaram com Jacó de saírem na surdina, disse o padre.
Mas Labão percebeu o embuste, e acabou alcançando Jacó e as filhas no caminho.
Instruído pelo Anjo do Senhor, foi orientado a não entrar em contenda com o moço.
E assim, sogro e genro, conversaram amigavelmente.
Fizeram um acordo, e Jacó pode seguir viagem.
Antes porém, Labão questionou o sumiço de seus deuses e Jacó autorizou uma busca no acampamento.
Quando se constatou com os deuses de Labão não foram encontrados, Jacó encolerizou-se e censurou a atitude do sogro.
E por fim, combinados de não se importunar, partiram.
Cada um para seu lado.
Por fim, Raquel deu luz a mais um filho, Benjamin.

 

O sacerdote então, mencionou a poesia de Camões, que tratava do relacionamento amoroso entre aquelas figuras bíblicas.
Animado, o padre leu parte do poema:
“Sete anos de pastor Jacó servia
Labão, pai de Raquel, serrana bela;
Mas não servia ao pai, servia a ela,
E a ela só por prêmio pretendia.

 

Os dias, na esperança de um só dia,
Passava, contentando-se com vê-la;
Porém o pai, usando de cautela,
Em lugar de Raquel lhe deu a Lia.

 

Vendo o triste pastor que com enganos
Assim lhe era negada a sua pastora,
Como se não a tivera merecida;

 

Começou a servir outros sete anos,
Dizendo: Mais servira, se não fora,
Para tão longo amor, tão curta a vida.”

 

O padre, após a leitura e fim da Homilia, foi até aplaudido pelos convidados.
Agradecido, comentou que todos levassem aquelas palavras para suas vidas.
Mencionou que a vida poderia ser dura às vezes, mas também tinha uma certa poesia, e que só cabia a nós percebermos a presença de Deus e a poesia de cada dia, nas nossas vidas.
O padre contou, que mesmo em meio as dificuldades, Deus nunca nos abandona, mesmo quando parece que tudo está perdido, e que de fato sentimos que fomos abandonados.
Destacou que esta sensação de abandono é uma ilusão, um engano do tentador, que quer que acreditemos que o Senhor nos abandonou, que não nos ama, que não se importa conosco.
Destacou que tudo não passa de um grande engano.       

 

Na saída da igreja, os convidados cumprimentaram os noivos.
Desejaram felicidades ao casal.
Jogaram pétalas de rosas sobre os noivos.
Bateram palmas, e acompanharam os noivos entrarem no carro.
O veículo partiu arrastando latinhas.
Naiara, da janela traseira do veículo acenou para os convidados.
O fotógrafo registrou o momento.
Esta foto está em um porta-retrato no apartamento do casal. 

 

Ao chegarem ao local da festa, os convidados foram convidados a entrar e ocupar as mesas.
Sentados, foram servidos de bebidas e salgadinhos.
Conversavam, riam, alguns dançavam.
Meia-hora depois, o casal chegou ao local, tirou algumas fotos na entrada do buffet.
No salão de festas, o casal foi de mesa em mesa, cumprimentando os convidados.
Aproveitaram a festa.
Dançaram juntos.

   

Neste momento o salão parou para acompanhar o casal dançando.
Enquanto dançavam, o casal foi fotografado.
Com efeito, após a dança do casal, os convidados voltaram a ocupar a pista.
Samuel e Naiara então, sentaram um pouco para comer.
Mais tarde, voltaram a pista de dança, onde dançaram mais um pouco.
Elen e Caio, Clara e Rodrigo, Janice e Cláudio dançaram.
Aline acompanhou a filha Elen, e foi convidada para uma dança por Marcos.
Sandra e José animados, também aproveitaram para dançar um pouco. 

 

Tarde da noite, os convidados foram pouco a pouco se despedindo.
Levaram alguns doces e uma lembrancinha do casamento.
Duas alianças cruzadas, com um bilhetinho e um bem casado, faziam parte da lembrança. 
E os convidados desejaram novamente felicidades a Naiara e Samuel.

 

Elen e Marcos, que foram padrinhos de Naiara e Samuel, conversaram um pouco com o casal.
Janice então elogiou novamente a beleza da amiga.
Naiara agradeceu.
Comentou que ela também estava linda com seu vestido verde.
Cláudio, também estava acompanhando a mulher.
Cumprimentou o casal e desejou felicidades.
Mais tarde, seriam eles que estariam se casando.

 
Ao final da festa, Naiara e Samuel se despediram de Marcos, Sandra e José.
Seguiram para casa no mesmo carro em que foram para o buffet.
Antes de entrar em casa, o moço segurou a mulher no colo.
Entraram no apartamento.

 

Samuel deixou Naiara na sala, voltou, e fechou a porta da casa.
Nisto, começou a beijá-la.
Brincando, disse que estavam casados e a sós.
Naiara achou graça.
Nisto o moço continuou beijando a moça.
Em dado momento, o moço carregando a jovem, subiu, seguiram para o quarto.
Samuel colocou Naiara na cama.
Beijou a moça. 
A luz da lua, iluminava o quarto.
Passou a noite.
O casal dormiu junto.
Amanheceu.  

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