A HISTÓRIA DE TODOS NÓS  


CAPÍTULO 47

  

No casamento de Clara e Rodrigo, a moça adentrou a Igreja, ao som de “Bençãos Que Não Têm Fim”:
"Ainda me lembro quando um milagre eu pedi
Com pouca fé, sim, eu temi
E hoje eu posso ver, foi muito além do meu pensar
São tantas bênçãos pra contar
 
Um, dois, três
Bênçãos que não têm fim
Perco as contas
E agradeço o que fez por mim
 
Deus, eu tenho tantas bênçãos
Posso em minha vida enxergar
Quanto mais vejo os detalhes
Sua bondade posso encontrar
Pai, e enquanto eu viver
Sempre irei me lembrar
Ainda que sejam infinitas
Suas bênçãos eu irei contar
 
E nenhuma fase dura para sempre
Por isso eu não vou me esquecer
Cada motivo que tenho pra ser grato
Por ter sido tão fiel a mim ...
 
Deus, eu tenho tantas bênçãos
Posso em minha vida enxergar
Quanto mais vejo os detalhes
Sua bondade posso encontrar
Pai, e enquanto eu viver
Sempre irei me lembrar … (Aline Brasil)"  
 
Samuel conduziu a moça até Rodrigo. 
O moço a esperava no altar.
O casal prometeu fidelidade, trocou alianças e beijou-se.
 
Na Homilia, o Padre comentou sobre a Virgem que fugia da serpente, que tentava afogá-la e que tentava destruir sua descendência.
A mulher trazia em sua cabeça, uma coroa de doze estrelas, e a lua sobre os pés.
Mencionou a necessidade de conversão, para evitar males piores
Destacou que os profetas orientavam ao arrependimento, a usar vestes de luto, fazer penitência, a ser converter antes que fosse tarde.
Relatou que Jesus não menciona a hora de sua vinda, que precisamos ser vigilantes e prudentes, e que para ter a vida eterna, precisamos nascer de novo.
E este novo nascimento pela água, é nada mais que o batismo.
Daí a necessidade do batismo das crianças para logo introduzi-las logo no Reino de Deus, como seus amados filhos, seus filhos por adoção.
Mencionou que os evangélicos, não entendiam isto, por acreditarem que a pessoa deveria decidir o momento de serem batizadas.
O sacerdote destacou que uma benção não deveria ser negada a ninguém, e quanto antes ocorresse o batismo, melhor.
Até por que havia outros sacramentos para reforçarem esta iniciação pelo batismo.
Mencionou ainda que Apocalipse significa Revelação, e que o que está escrito lá é uma promessa, da vitória do bem sobre o todo o mal que acontece no mundo, e que estamos presenciando estes fatos pouco a pouco.
Destacou que o Noivo, o Cordeiro, aguarda ansioso sua noiva, a Igreja.
Como no Livro do Cântico dos Cânticos, onde o amado, espera a amada, e a amada busca seu amado, enfrenta soldados, é agredida, e socorrida.
Não desiste de procurá-lo.
Assim como não devemos abandonar o seguimento de Cristo.
O sacerdote mencionou que as nações acorrerão a Deus, pessoas de todas as nacionalidades se reunirão.
As armas de guerra se tornarão ferramentas para arar os campos.
Os mártires que derramaram seu sangue por Cristo, louvarão a Deus.
E exigirão a reparação pelas perseguições que sofreram.
A humanidade sofrerá com as pragas e castigos enviados por Deus.
Muitos adorarão um falso Cristo e se perderão, aceitando ser marcados com um sinal.
O padre relatou que quem não aceitar o sinal, sofrerá perseguição, e muitos morrerão por sua fé.
Mas este mal será reparado, e Deus separará os bodes das ovelhas.
A Jerusalém Celeste descera, e haverá o Banquete Nupcial.
Construções terão pedras preciosas, Deus será o Templo e irradiará Sua Luz para o mundo.
 
Ao término da cerimônia, o casal recebeu os cumprimentos dos convidados, e uma chuva de rosas.
Em seguida foram para o salão.
Dançaram juntos, cumprimentaram os convidados.
Comeram.
Tiraram muitas fotos, inclusive com os convidados.
 
Ao final da festa, foram distribuídas lembrancinhas para os convidados.
Todos desejaram felicidades ao casal, e comentaram que a festa estava linda.
Clara e Rodrigo agradeceram os votos de felicidades.   
Dançaram juntos.
Abriram juntos um espumante para comemorar a data.
E a bebida foi distribuída aos convidados.
E os convidados se serviram da bebida e de alguns doces.
Depois jantaram ravioli, e tomaram vinho.
Os convidados elogiaram a festa, dizendo que tudo estava muito bom e bonito.
O casal agradeceu. 
 
Pouco tempo depois, Naiara deu luz a Natália, apelidada de Lia, por Sandra e José.                         
 
Clara também havia se casado com Rodrigo, e estava lutando para engravidar.
Em um encontro com os colegas de trabalho, a moça comentou com Elen, que estava tentando engravidar.
Com efeito, a moça havia sofrido um abordo recentemente, ficando afastada do trabalho por alguns dias.
Elen comentou que havia tomado conhecimento do fato.
Clara começou então, a chorar.
A moça, sem jeito, contou que sua mãe também teve dificuldade para engravidar.
Nervosa, comentou que tinha medo de repetir a história de sua mãe, que teve apenas uma filha. Mencionou que tinha medo de não conseguir ter filhos.
 
Elen usando de tato, perguntou se ela e Rodrigo já haviam passado por algum médico.
A moça respondeu que ambos fizeram exames antes de casar, e não foi detectado nenhum problema de fertilidade com os dois.
Elen perguntou então se ela não estava muito ansiosa.
Rodrigo, ao ouvir a conversa, comentou que Clara estava pondo muita expectativa nisto.
Recordou-se de ter conversado com ela, e pedido para ela ter calma, pois quando menos esperasse, eles teriam um filho.
 
Aline ao ouvir a conversa, pediu desculpas e comentou que talvez a questão fosse esta.
Que ela deveria focar em outra coisa, e assim com o tempo, eles teriam uma criança para cuidar. Ressaltou que ansiedade atrapalha, e que ela conhecia bem este filme, pois quando se casou Airton, também queria muito ter um filho e Elen demorou um pouco para chegar.
Clara perguntou então se ela não gostaria de ter tido mais filhos.
Aline respondeu que sim, mas destacou que não aconteceu.
A mulher comentou que ela e o marido trabalhavam fora, e que ter mais uma criança para cuidar, sem rede de apoio, seria muito complicado.
Por fim, comentou que estava bem com sua filha única.
Nisto, abraçou Elen.   
Aline ressaltou que ela teria sim o filho que tanto queria, mas precisava ter um pouco de paciência.    
A mulher então, vendo a aflição da moça, prometeu rezar por ela.
Elen por sua vez, comentou que as orações de sua mãe sempre produziam resultado.
Mencionou a crise no relacionamento de Janice e Cláudio, e comentou que agora estavam bem. Destacou que graças as orações de sua mãe e do pessoal, que torcia pela volta do casal, Janice e Cláudio estavam juntos de novo.
Clara pediu então para que todos rezassem por ela.
Elen comentou que as intenções dela seriam colocadas nas orações.
Clara agradeceu.
 
A moça aflita, pediu a Rodrigo que repetissem todos os exames que fizeram antes de casar. Argumentou que gostaria de saber se havia ocorrido alguma alteração neles.
Rodrigo tentando acalmar a esposa, concordou, e assim, por algumas semanas, o casal saiu mais cedo de seus respectivos trabalhos para realizarem novos exames.
Ao final da bateria de exames, o moço comentou que estava exausto.
Contou que nem quando fez os exames médicos antes do casamento, foi tão examinado.
Clara concordou, mas argumentou que eles precisavam saber o que estava acontecendo.
Mas algumas semanas depois, após passarem por diversas consultas médicas com os exames, descobriram que não havia nada de anormal.
Clara por diversas vezes, perguntou aos médicos, por que havia abortado.
Os médicos disseram que abortos não era tão incomuns, e ressaltaram que ela não tinha problemas de saúde que a impedisse de ter filhos.
Rodrigo, ao passar por consultas, também foi informado que estava tudo bem com seus exames.   
Constatar isto, serviu de alívio, mas também trouxe incompreensão.
Clara não conseguia entender o que estava acontecendo.  
 
Nisto, Elen, em conversas com as amigas, comentou sobre o sofrimento de Clara, e do pedido para que rezassem por ela, na intenção de engravidar.
Naiara, respondeu que colocaria Clara e Rodrigo em suas orações.
Elen agradeceu, e comentou que ela e Caio, já estavam rezando pelo casal.
A moça ao encontrar-se com Marcos, pediu a ele e a mãe, que rezassem por Clara e Rodrigo.
Aline prometeu que rezaria nesta intenção. 
 
Em outro dia, ao se encontrar com Elen no almoço, Naiara comentou que ela e Samuel estavam rezando pelo casal.
 
Quando viu Janice em um encontro com a turma, pediu a ela e Cláudio que rezassem por Clara e Rodrigo.
Elen comentou que o casal estava tendo dificuldades para engravidar.
Naiara na mesma oportunidade, comentou que seus pais também estavam rezando por Clara.
               
Clara por após sofrer um novo aborto, ficou de licença do trabalho.
Por conta disto, ficou alguns dias longe de seu trabalho. 
E por isso, a moça não estava ciente da mobilização que estavam fazendo por sua causa.
Quando soube, Clara ficou muito emocionada.
A turma, rezou por cerca de dois anos nesta intenção.
As moças quando entravam na igreja para participar da missa, sempre colocavam entre as suas intenções, o pedido para que Clara pudesse gerar um filho.
 
Com efeito, a moça embora triste, passou a se recordar da viagem que fez após o seu casamento.
 
Em sua viagem de lua de mel, Clara e Rodrigo visitaram Minas Gerais, e suas cidades históricas.
Entre elas, Congonhas do Campo, com suas igrejas barrocas, seu casario colonial, e seu Centro Histórico com os Passos da Paixão, representados em Capelas.
 
Caminhando pelas ruas de paralelepípedo, descobriram as Capelas com os Passos da Paixão. 
Com efeito, são Catorze, as Estações da Via Sacra.
Rodrigo comentou que na Primeira Estação: Jesus é condenado à morte.
Jesus levado a um Tribunal, onde foi condenado a morte.
E morte de cruz.
 
Clara mencionou que na Segunda Estação: Jesus carrega a pesadíssima cruz às costas.
Comentou que esta Estação correspondente aos Mistérios Dolorosos do Rosário, onde se contempla as nossas cruzes cotidianas.
As dores e lutas que nos repugnam, e que nos fazem ter vontade de fugir dos problemas.
Cristo exausto com as torturas e os maus tratos, carrega uma pesada cruz às costas. 
Rodrigo mencionou que devemos unir nossas cruzes a Cruz de Cristo.
 
Rodrigo ainda destacou que na Terceira Estação: Jesus cai pela primeira vez.
Em sua trajetória de dor, Cristo cai.
Estava exausto, após muitos flagelos, foi espancado, coroado de espinhos, humilhado.
Seu corpo era uma chaga só.
Enfraquecido, pela dor e o cansaço, foi ao chão.
 
Clara comentou que na Quarta Estação: Jesus encontra sua mãe.
Jesus e sua Maria encontram-se no caminho do Calvário.
Sua Mãe acompanha o seu sofrimento, durante toda a Via Sacra.
Não abandona seu filho, e o sustenta, mesmo em meio aos sofrimentos. 
 
Rodrigo comentou que na Quinta Estação: Simão Cirineu ajuda Jesus.
Simão voltando de seu dia-a-dia, provavelmente de seu trabalho, é intimado a carregar a cruz de Jesus.
E provavelmente, não ficou muito feliz com o encargo.
O moço salientou que esta estação nos ajuda a pensar nas dificuldades e nos contratempos, contrariedades que enfrentamos em nosso dia-a-dia.
Nos leva a pensar nos Cireneus que nos auxiliam no enfrentamento dos problemas do dia-a-dia.  Ainda mesmo que a ajuda não seja muito solícita.
 
Clara comentou sobre a Sexta Estação: Verônica limpa o rosto de Jesus.
Cristo, ao ser coroado de espinhos, teve seu rosto coberto de sangue.
Desfigurado pelas torturas e sofrimentos, eis que vem Verônica e enxuga o rosto ensanguentado e sofrido de Jesus.
E esta cena fica registrada em um pedaço de pano. 
A moça mencionou o profeta Isaías em seu livro comenta que mais parecia um verme, e que em meio ao sofrimento, perdeu sua forma humana.
 
Rodrigo citou a Sétima Estação: Jesus cai pela segunda vez.
Menciona os nossos tropeços, nossas dificuldades, e a necessidade de se levantar após uma queda. Seja literal, seja no pecado.
  
Clara comentou que na Oitava Estação: Jesus encontra as mulheres de Jerusalém.
Jesus encontra mulheres piedosas que choram ao ver o seu sofrimento.
Jesus ao vê-las recomenda que não chore por Ele, mas por elas próprias e pelos pecadores, que necessitam de compaixão.
 
Rodrigo mencionou que na Nona Estação: Jesus cai pela terceira vez.
Ressalta a necessidade de perseverança, e da necessidade de lutar para superar as quedas do cotidiano, e se levantar, mesmo em meio ao sofrimento e as dificuldades.
Pois a vida era isto, uma luta, um cair e se levantar constante.  
 
Rodrigo relatou ainda que na Décima Estação: Jesus é despojado de suas vestes.
Jesus humilhado, é despido em público.
Suas vestes são sorteadas entre os soldados.
Destacou que em razão de sua Santidade, Jesus foi humilhado e constrangido ao ficar nu diante de todos.
Ressaltou que havia sangue colando sua roupa a pele, e que ao ser despido de forma brusca, foram arrancados pedaços de sua pele.    
 
Rodrigo comentou ainda sobre a Décima Primeira Estação: Jesus é pregado na cruz.
Destacou que seu corpo dilacerado foi crucificado.
Seus braços foram esticados para caberem na cruz, com pregos ligam suas mãos e pés a cruz.
O moço mencionou que diziam que cordas o mantinham preso a cruz. 
 
Clara por sua vez, mencionou que na Décima Segunda Estação: Jesus morre na cruz.
Destacou que antes da morte disse a seu discípulo amado, para cuidar de sua Mãe Maria.
Que se tornou Mãe de toda a humanidade, a Mãe das Mães.
 
Clara relatou ainda que na Décima Terceira Estação: Jesus é retirado da cruz e entregue a sua mãe.
Maria cuida do corpo de Jesus.
Prepara o corpo para ser sepultado. 
 
Clara ressaltou que na Décima Quarta Estação: Jesus é sepultado. 
Jesus foi colocado em um sepulcro, seu corpo, enrolado em um sudário.
E após, foi rolada uma pedra.
Sepultura de outrem, pois não tinha nada de seu, nem um lugar para repousar sua cabeça.
Se fez pobre por toda a vida, escondendo sua riqueza, que não era material.
     
Rodrigo então, mencionou que em algumas Via Sacras, foi instituída uma Décima Quinta Estação: A ressurreição de Jesus.
Jesus ressuscita dos mortos e ascende aos céus.
A vitória da morte de Jesus que representa vida, e vida e abundância.  
 
Nas capelas, o casal ficou observando os detalhes, e a beleza das esculturas.
Clara comentou que era uma realidade muito triste, mas que ainda assim, era belo o trabalho artístico.  
 
E assim o casal foi conhecendo os trabalhos dos artistas, as igrejas, as esculturas, os detalhes dos altares, a riquezas da arquitetura barroca e colonial dos templos e dos casarios históricos, as lojas com seus produtos locais, artesanatos.
Museus com a história da mineração, e a história de Minas.
Clara observou instrumentos para extração de ouro, pedras e minérios.
O processo de lavagem, separando os minérios, separando o ouro.
 
Ficou encantada com o partido arquitetônico, e a beleza da cidade.
O casal também conheceu Mariana, Ouro Preto, São João Del Rey, Sabará, e um pedaço da Estrada Real, caminho que levava o ouro até o litoral.
Clara passeando de carro, observou a Estrada não estava bem conservada, e havia vários trechos em que estava descaracterizada.
Considerou uma pena.
Rodrigo por sua vez, comentou que o Brasil precisava mudar esta mentalidade.
Destacou que o passado precisava ser revisitado, e preservado.
Salientou que um país sem memória era um país sem futuro.
Clara concordou, mencionando que esta frase é conhecida e verdadeira.
E eles conheceram muitas Igrejas Barrocas, Centros Históricos, com os seus muitos casarões em estilo colonial, suas múltiplas janelas com batentes coloridos, suas portas de folhas duplas, suas janelas com guilhotina, seus telhados, sua beleza.
Suas casas com mobiliário antigo.  
Suas ruas com calçamento de pedras, tranquilas.
Clara comentou que era outro ritmo, muito diferente de São Paulo.
Rodrigo concordou.  
 
O casal também ficou alguns dias em Belo Horizonte.
Passearam no Mercado Municipal.
Acharam engraçado e curioso o nome de algumas cachaças que eram vendidas ali.
Observaram curiosos, diversos objetos interessantes e inusitados, à venda.
Clara ficou encantada com o ambiente.
 
Passearam também, pela Praça da Liberdade, e a sua volta, avistaram diversos museus, além de um coreto.
O casal tirou muitas fotos juntos.
Comeram o famoso Tutu à Mineira.
E segundo os mineiros, a diferença entre tutu e virado de feijão, é a textura e a preparação do feijão: o tutu é mais pastoso, feito com feijão totalmente batido/batido e farinha de mandioca.
Mais parecendo um angu.
Já o virado (especialmente o paulista) é uma mistura onde o feijão é apenas parcialmente amassado, mantendo grãos inteiros e geralmente usando farinha de mandioca ou milho.
E temperado com bacon e linguiça.
Podendo ser acompanhado de couve.
 
Rodrigo e Clara comentaram que não havia muita diferença entre a culinária mineira e a paulista.   
O moço disse que a proximidade entre os dois estados, devia proporcionar esta semelhança.
Também passearam em um parque nas proximidades do local, conheceram a Igreja da Boa Viagem, e a Basílica Nossa Senhora de Lurdes, no Bairro de Lurdes.
Avistaram construções históricas e contemporâneas.
Com efeito, o casal gostou da cidade, e sentiu que muito embora seja uma capital de estado, e tenha pujança e movimento, em dados momentos lembra um pouco uma cidade do interior, possuindo recantos de paz, e até certa tranquilidade.
 
Também visitaram a Pampulha e as construções modernistas de Niemeyer.
Visitaram o Santuário São Francisco de Assis (a famosa "Igrejinha da Pampulha"), o belo e imponente lago, o Museu de Arte da Pampulha (MAP), além do Estádio de Futebol Mineirão e o Ginásio Poliesportivo – Mineirinho, chamado de o "Baixinho da Pampulha".
 
Estas lembranças traziam recordações felizes ao casal, que durante o passeio, tiraram inúmeras fotos, e revelaram algumas, que deixaram em um álbum de fotos, e até em porta-retratos. 
Estas lembranças confortavam Clara.     

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