A HISTÓRIA DE TODOS NÓS
CAPÍTULO 9
E assim, num domingo encontraram-se novamente na entrada da igreja.
Antes disso, Elen e Naiara conversaram sobre os trajes que poderiam usar.
Elen comentou sobre a modéstia no vestir.
E que isto nada mais era que se vestir de forma discreta, para não causar escândalo.
Destacou:
- Nada de roupas curtas, decotadas.
Naiara, ao ouvir isto, ficou chocada.
Pensou: “Que religião é esta que quer controlar até o que eu vou vestir?”
Mas convencida pelas conversas de Elen de que tudo tinha um propósito, um sentido e uma finalidade, acabou participando da missa.
Pensou: “Não tenho nada a perder. Se não valer a pena, é só não ir mais!”
E assim, participou de outra missa com Elen.
Antes disso, Elen e Naiara conversaram sobre os trajes que poderiam usar.
Elen comentou sobre a modéstia no vestir.
E que isto nada mais era que se vestir de forma discreta, para não causar escândalo.
Destacou:
- Nada de roupas curtas, decotadas.
Naiara, ao ouvir isto, ficou chocada.
Pensou: “Que religião é esta que quer controlar até o que eu vou vestir?”
Mas convencida pelas conversas de Elen de que tudo tinha um propósito, um sentido e uma finalidade, acabou participando da missa.
Pensou: “Não tenho nada a perder. Se não valer a pena, é só não ir mais!”
E assim, participou de outra missa com Elen.
Naiara por sua vez, usava uma calça jeans e uma blusa de alcinha, decotada.
Recordou-se dos tempos de menina, que ia a igreja nas ocasiões festivas.
Lembrou-se de alguns hinos.
Cantou um pouco.
Escutou atenta a liturgia da palavra, a Homilia do padre.
Acompanhou toda a missa.
Recordou-se dos tempos de menina, que ia a igreja nas ocasiões festivas.
Lembrou-se de alguns hinos.
Cantou um pouco.
Escutou atenta a liturgia da palavra, a Homilia do padre.
Acompanhou toda a missa.
Na Homilia, o sacerdote comentou sobre a efusão do Espírito Santo sobre os fiéis.
Mencionou que após a Crucificação de Nosso Senhor, os Apóstolos ficaram temerosos de professarem sua fé em público e celebravam sua liturgia e faziam suas orações, de portas fechadas. Comentou que Nossa Senhora os fortalecia com sua fé.
E que Jesus ressuscitado, surgiu entre eles, desejando-lhes a paz e soprando sobre eles o Espírito Santo e mencionou que a quem perdoardes os pecados, os mesmos serão perdoados e a quem não perdoardes, serão retidos.
Com isto, o sacerdote mencionou que na Bíblia, está clara a referência a confissão.
Nesta e em outras passagens como a que concede as Chaves do Céu a Pedro, dizendo que o que ligares na terra será ligado no céu e o que for desligado na terra será desligado no céu.
Mencionou a partilha do pão em meio aos discípulos, onde Cristo ensinou como seria feita a liturgia do momento da Eucaristia, partindo o pão e o entregando aos discípulos, conforme a liturgia da missa.
O sacerdote disse que Cristo ficou algum tempo em meio aos discípulos, ensinando-os, e depois partiu.
O padre, relatou ainda, que Cristo apareceu para eles e ascendendo aos céus, prometeu-lhes que o Espírito Santo seria enviado.
E com isto, se deu a Ascensão de Cristo, que se elevou aos céus, evento este, visto por muitas pessoas.
E cinquenta dias depois, houve o Pentecostes, onde línguas de fogo caíram sobre eles, que passaram a falar em diversas línguas desconhecidas.
E quem via a cena, ficava admirado.
O padre mencionou que após este evento, os apóstolos e os discípulos, de tímidos, passaram a pregar a palavra destemidamente.
Percorreram muitos lugares, muitas regiões, pois tinham como dever pregar o evangelho.
O padre mencionou ainda, que havia inúmeras habilidades que o Espírito Santo suscitava entre os fieis, e que todas as funções dentro da igreja são importantes, não havendo uma que seja melhor do que a outra.
Mencionou o dom do conselho, e os carismas: da profecia, da cura, o dom de orar em línguas e a sabedoria.
Naiara percebeu então, que de fato muitas vezes as leituras tinham um encadeamento.
Considerou isto, bastante interessante.
Tanto que comentou o fato com Elen, que concordou.
Mencionou que após a Crucificação de Nosso Senhor, os Apóstolos ficaram temerosos de professarem sua fé em público e celebravam sua liturgia e faziam suas orações, de portas fechadas. Comentou que Nossa Senhora os fortalecia com sua fé.
E que Jesus ressuscitado, surgiu entre eles, desejando-lhes a paz e soprando sobre eles o Espírito Santo e mencionou que a quem perdoardes os pecados, os mesmos serão perdoados e a quem não perdoardes, serão retidos.
Com isto, o sacerdote mencionou que na Bíblia, está clara a referência a confissão.
Nesta e em outras passagens como a que concede as Chaves do Céu a Pedro, dizendo que o que ligares na terra será ligado no céu e o que for desligado na terra será desligado no céu.
Mencionou a partilha do pão em meio aos discípulos, onde Cristo ensinou como seria feita a liturgia do momento da Eucaristia, partindo o pão e o entregando aos discípulos, conforme a liturgia da missa.
O sacerdote disse que Cristo ficou algum tempo em meio aos discípulos, ensinando-os, e depois partiu.
O padre, relatou ainda, que Cristo apareceu para eles e ascendendo aos céus, prometeu-lhes que o Espírito Santo seria enviado.
E com isto, se deu a Ascensão de Cristo, que se elevou aos céus, evento este, visto por muitas pessoas.
E cinquenta dias depois, houve o Pentecostes, onde línguas de fogo caíram sobre eles, que passaram a falar em diversas línguas desconhecidas.
E quem via a cena, ficava admirado.
O padre mencionou que após este evento, os apóstolos e os discípulos, de tímidos, passaram a pregar a palavra destemidamente.
Percorreram muitos lugares, muitas regiões, pois tinham como dever pregar o evangelho.
O padre mencionou ainda, que havia inúmeras habilidades que o Espírito Santo suscitava entre os fieis, e que todas as funções dentro da igreja são importantes, não havendo uma que seja melhor do que a outra.
Mencionou o dom do conselho, e os carismas: da profecia, da cura, o dom de orar em línguas e a sabedoria.
Naiara percebeu então, que de fato muitas vezes as leituras tinham um encadeamento.
Considerou isto, bastante interessante.
Tanto que comentou o fato com Elen, que concordou.
Com efeito, em um dos momentos da missa, uma das ministras olhou com espanto a roupa de Naiara, que pensou: “Ora isso! Como se roupa definisse uma pessoa! Que situação chata!”
A moça, ficou um pouco ofendida e comentou o incidente com Elen, que respondeu que ela não devia se importar com isto.
Argumentou que se preocupar com as roupas dos outros era uma grande bobagem.
A moça, ficou um pouco ofendida e comentou o incidente com Elen, que respondeu que ela não devia se importar com isto.
Argumentou que se preocupar com as roupas dos outros era uma grande bobagem.
Com o tempo, Naiara mesmo sem entender direito que o se passava, passou a acompanhar assiduamente as missas, e o que não entendia, guardava no coração.
Passou então, a estudar a religião.
Naiara começou a ler a Bíblia, mas pouco entendia.
Passou então, a estudar a religião.
Naiara começou a ler a Bíblia, mas pouco entendia.
Pedia auxilio a Elen, que a ajudava sempre que podia.
Como na Parábola do Semeador.
Por mais que lesse, Naiara não conseguia entender exatamente o que o texto queria passar.
Elen explicou:
- A parábola trata do seguinte: “O semeador saiu a semear as sementes, espalhando-a pelos campos, na esperança de que fossem germinadas, e frutificassem gerando bons e salutares frutos. Todavia, as preocupações do cotidiano, ceifam estas pretensões; pois havendo pretensões, que dispersam, é tirado momentaneamente o foco do principal. Isso quando não afastam definitivamente, e fazem a pessoa se desviar totalmente do caminho. Guiando muitas vezes as pessoas para a senda do mal.”
Elen ressaltou: - Mas não basta um entusiasmo inicial, que muitas vezes esfria nas primeiras dificuldades. É preciso insistir, perseverar, mesmo quando tudo aparentemente estiver dando errado, ou quando o mundo disser para fazer o contrário, dando a entender que o seguimento de Jesus não é o correto, que o caminho que leva para Deus é errado. É como as sementes que não caíram em solo fecundo, e são queimadas pelo sol. Ou seja, a pessoa não valoriza o ensinamento, acho tudo uma grande bobagem, não segue os ensinamentos. Ou então, quando tudo é ouvido com grande entusiasmo, mas na primeira dificuldade a pessoa acha tudo muito difícil, e desiste. Ou ainda, quando a planta começa a germinar, mas não resiste as intempéries. Mas isto só vai acontecer se você desistir no meio do caminho. Enfim, não basta começar bem. Pois muitos começam com bastante entusiasmo. Querem entender tudo, aprender tudo; mas depois de alguns percalços, desistem. É imprescindível, que o que começou bem, termine melhor ainda, e que este processo não seja interrompido no meio do caminho.
E por fim, arrematou:
- A semente boa, é a que frutificou, gerando muitos frutos de aprendizagem, aperfeiçoamento e de conversão. E assim, os frutos se multiplicaram.
Elen comentou ainda, da parábola dos talentos, dizendo que ela trazia ensinamentos semelhantes aos desta parábola.
Como na Parábola do Semeador.
Por mais que lesse, Naiara não conseguia entender exatamente o que o texto queria passar.
Elen explicou:
- A parábola trata do seguinte: “O semeador saiu a semear as sementes, espalhando-a pelos campos, na esperança de que fossem germinadas, e frutificassem gerando bons e salutares frutos. Todavia, as preocupações do cotidiano, ceifam estas pretensões; pois havendo pretensões, que dispersam, é tirado momentaneamente o foco do principal. Isso quando não afastam definitivamente, e fazem a pessoa se desviar totalmente do caminho. Guiando muitas vezes as pessoas para a senda do mal.”
Elen ressaltou: - Mas não basta um entusiasmo inicial, que muitas vezes esfria nas primeiras dificuldades. É preciso insistir, perseverar, mesmo quando tudo aparentemente estiver dando errado, ou quando o mundo disser para fazer o contrário, dando a entender que o seguimento de Jesus não é o correto, que o caminho que leva para Deus é errado. É como as sementes que não caíram em solo fecundo, e são queimadas pelo sol. Ou seja, a pessoa não valoriza o ensinamento, acho tudo uma grande bobagem, não segue os ensinamentos. Ou então, quando tudo é ouvido com grande entusiasmo, mas na primeira dificuldade a pessoa acha tudo muito difícil, e desiste. Ou ainda, quando a planta começa a germinar, mas não resiste as intempéries. Mas isto só vai acontecer se você desistir no meio do caminho. Enfim, não basta começar bem. Pois muitos começam com bastante entusiasmo. Querem entender tudo, aprender tudo; mas depois de alguns percalços, desistem. É imprescindível, que o que começou bem, termine melhor ainda, e que este processo não seja interrompido no meio do caminho.
E por fim, arrematou:
- A semente boa, é a que frutificou, gerando muitos frutos de aprendizagem, aperfeiçoamento e de conversão. E assim, os frutos se multiplicaram.
Elen comentou ainda, da parábola dos talentos, dizendo que ela trazia ensinamentos semelhantes aos desta parábola.
Naiara leu então o texto que falava da parábola.
Elen pediu então, que dissesse o que entendeu, com suas palavras.
Nervosa, a moça comentou que havia entendido, o seguinte:
- O homem que recebeu cinco talentos, aplicou o que recebeu e duplicou o recebido, assim como quem recebeu dois talentos. Proporcionalmente, ambos multiplicaram o que haviam recebido, na medida da disponibilidade do que receberam. Já o terceiro, escondeu o que havia recebido, por receio da responsabilidade que lhe fora incumbida. Teve medo, e não fez o que precisava ter feito, nem sequer tentou. Ficou paralisado pelo medo de fracassar.
Elen comentou:
- Muito bem! Você colocou até mais um elemento que eu não havia pensado … em como o medo nos atrapalha e impede de sermos de ser aquilo que Deus nos criou para ser!
Nisto Naiara comentou que o próprio patrão, deu uma sugestão de como aplicar o dinheiro, para que ele rendesse.
Elen respondeu:
- E não só render materialmente, financeiramente, mas também espiritualmente. Pois os talentos são apenas uma simbologia para algo maior, muito mais profundo. Os talentos são nossos dons, nossos talentos, nossas habilidades, que muitas vezes não utilizamos, guardamos, escondemos, por medo de fracassar, como o servo mau e inútil, por medo do julgamento.
Naiara comentou que o patrão recompensou o trabalho dos outros homens, e o que produziu mais, recebeu o talento que o outro servo escondera.
E assim, entendeu que todo o esforço tem sua recompensa, e que nenhum trabalho é inútil. Pois mesmo no escondimento entre os homens, há um Deus que tudo vê, que tudo enxerga, e para o qual, nada passa despercebido.
Salientou que cada pessoa vai aprender e absorver os ensinamentos de acordo por sua percepção, e seu nível de entendimento e conhecimento. Por isto, que na parábola tem três percentuais, indicando níveis de aproveitamento dos ensinamentos.
Naiara comentou:
- A cada um conforme o seu entendimento!
Elen por sua vez, comentou que para Deus todo o esforço é válido, e que nenhum sacrifício e dedicação é vão.
Ressaltou que precisamos ser sal da terra e luz do mundo, e recomendou que Naiara também lesse esta passagem da Bíblia.
A moça leu, e novamente Elen pediu que explicasse:
- A parábola diz que não podemos esconder a nossa luz. A luz ilumina todo o ambiente, e não tem como escondê-la.
Elen comentou que a luz tem que ficar num bom local, possivelmente centralizado, para melhor iluminar o ambiente. Um local bem posicionado para ficar visível.
Naiara mencionou que luz que não ilumina ou está fraca, ou apagada.
Elen comentou:
- Pois, não deixemos que nossa luz se apague, ou se extinga. Não deixemos que esta fome de conhecimento se perca. Não devemos perder o entusiasmo. Não devemos deixar esfriar a nossa fé. Que a nossa alegria e entendimento ilumine outras pessoas. Que nosso exemplo estimule outras pessoas a seguir Jesus!
Naiara por um momento, comentou que não se sentia à vontade para falar de religião com outras pessoas.
Elen comentou que não era somente para falar de religião, e sim mostrar seu exemplo de vida, de conversão, e que isto, era uma forma de evangelizar.
Naiara compreendeu.
E comentou que Elen sabia muito sobre a Bíblia.
Destacou que ela conhecia muito das Sagradas Escrituras.
A moça comentou que ainda estava aprendendo.
Nisto, Elen comentou que ela continuasse lendo, mesmo que não entendesse muita coisa, pois este era um processo, que levaria tempo, mas que com paciência, produziria um bom resultado.
E assim, a moça recomendou alguns canais católicos para Naiara.
Naiara então, passou a acompanhar canais católicos da internet.
Aprendeu muitas orações.
Ouviu pregações, formações.
Leu e estudou um pouco.
Aprendeu mais sobre a Bíblia.
Elen pediu então, que dissesse o que entendeu, com suas palavras.
Nervosa, a moça comentou que havia entendido, o seguinte:
- O homem que recebeu cinco talentos, aplicou o que recebeu e duplicou o recebido, assim como quem recebeu dois talentos. Proporcionalmente, ambos multiplicaram o que haviam recebido, na medida da disponibilidade do que receberam. Já o terceiro, escondeu o que havia recebido, por receio da responsabilidade que lhe fora incumbida. Teve medo, e não fez o que precisava ter feito, nem sequer tentou. Ficou paralisado pelo medo de fracassar.
Elen comentou:
- Muito bem! Você colocou até mais um elemento que eu não havia pensado … em como o medo nos atrapalha e impede de sermos de ser aquilo que Deus nos criou para ser!
Nisto Naiara comentou que o próprio patrão, deu uma sugestão de como aplicar o dinheiro, para que ele rendesse.
Elen respondeu:
- E não só render materialmente, financeiramente, mas também espiritualmente. Pois os talentos são apenas uma simbologia para algo maior, muito mais profundo. Os talentos são nossos dons, nossos talentos, nossas habilidades, que muitas vezes não utilizamos, guardamos, escondemos, por medo de fracassar, como o servo mau e inútil, por medo do julgamento.
Naiara comentou que o patrão recompensou o trabalho dos outros homens, e o que produziu mais, recebeu o talento que o outro servo escondera.
E assim, entendeu que todo o esforço tem sua recompensa, e que nenhum trabalho é inútil. Pois mesmo no escondimento entre os homens, há um Deus que tudo vê, que tudo enxerga, e para o qual, nada passa despercebido.
Salientou que cada pessoa vai aprender e absorver os ensinamentos de acordo por sua percepção, e seu nível de entendimento e conhecimento. Por isto, que na parábola tem três percentuais, indicando níveis de aproveitamento dos ensinamentos.
Naiara comentou:
- A cada um conforme o seu entendimento!
Elen por sua vez, comentou que para Deus todo o esforço é válido, e que nenhum sacrifício e dedicação é vão.
Ressaltou que precisamos ser sal da terra e luz do mundo, e recomendou que Naiara também lesse esta passagem da Bíblia.
A moça leu, e novamente Elen pediu que explicasse:
- A parábola diz que não podemos esconder a nossa luz. A luz ilumina todo o ambiente, e não tem como escondê-la.
Elen comentou que a luz tem que ficar num bom local, possivelmente centralizado, para melhor iluminar o ambiente. Um local bem posicionado para ficar visível.
Naiara mencionou que luz que não ilumina ou está fraca, ou apagada.
Elen comentou:
- Pois, não deixemos que nossa luz se apague, ou se extinga. Não deixemos que esta fome de conhecimento se perca. Não devemos perder o entusiasmo. Não devemos deixar esfriar a nossa fé. Que a nossa alegria e entendimento ilumine outras pessoas. Que nosso exemplo estimule outras pessoas a seguir Jesus!
Naiara por um momento, comentou que não se sentia à vontade para falar de religião com outras pessoas.
Elen comentou que não era somente para falar de religião, e sim mostrar seu exemplo de vida, de conversão, e que isto, era uma forma de evangelizar.
Naiara compreendeu.
E comentou que Elen sabia muito sobre a Bíblia.
Destacou que ela conhecia muito das Sagradas Escrituras.
A moça comentou que ainda estava aprendendo.
Nisto, Elen comentou que ela continuasse lendo, mesmo que não entendesse muita coisa, pois este era um processo, que levaria tempo, mas que com paciência, produziria um bom resultado.
E assim, a moça recomendou alguns canais católicos para Naiara.
Naiara então, passou a acompanhar canais católicos da internet.
Aprendeu muitas orações.
Ouviu pregações, formações.
Leu e estudou um pouco.
Aprendeu mais sobre a Bíblia.
Mas a inquietação em seu interior persistia.
Durante algum tempo a religião preencheu sua vida.
Mas depois de um certo tempo, Naiara voltou a se questionar.
Por que as coisas estavam tão difíceis? Por que as coisas não melhoravam?
Quando fazia essas perguntas a Elen, e a mesma respondia que religião não é sentimento, sensação, e que não devemos rezar apenas quando tudo está dando certo, e quando as coisas ficam difíceis, desistir.
Mencionou que religião é um exercício de perseverança.
Ressaltou que nestas situações, é aí que a necessidade de rezar se faz muito mais presente.
Naiara a questionou, dizendo que achava que as pessoas buscavam a religião para pedir uma graça e depois sumir.
Elen comentou que havia esta categoria de pessoas.
Assegurou por sua vez, que elas estavam erradas, e que religião não é balcão de negócios, onde as pessoas negociam graças e interesses.
Ora, se sou atendida, tudo bem, senão, eu vou me embora por que Deus não me ouviu!
E acrescentou:
- E se o que estás pedindo não for bom para você?
Naiara espantada, comentou que ela sempre tinha um argumento na ponta da língua.
Elen começou a rir.
Durante algum tempo a religião preencheu sua vida.
Mas depois de um certo tempo, Naiara voltou a se questionar.
Por que as coisas estavam tão difíceis? Por que as coisas não melhoravam?
Quando fazia essas perguntas a Elen, e a mesma respondia que religião não é sentimento, sensação, e que não devemos rezar apenas quando tudo está dando certo, e quando as coisas ficam difíceis, desistir.
Mencionou que religião é um exercício de perseverança.
Ressaltou que nestas situações, é aí que a necessidade de rezar se faz muito mais presente.
Naiara a questionou, dizendo que achava que as pessoas buscavam a religião para pedir uma graça e depois sumir.
Elen comentou que havia esta categoria de pessoas.
Assegurou por sua vez, que elas estavam erradas, e que religião não é balcão de negócios, onde as pessoas negociam graças e interesses.
Ora, se sou atendida, tudo bem, senão, eu vou me embora por que Deus não me ouviu!
E acrescentou:
- E se o que estás pedindo não for bom para você?
Naiara espantada, comentou que ela sempre tinha um argumento na ponta da língua.
Elen começou a rir.
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