A HISTÓRIA DE TODOS NÓS 


CAPÍTULO 17


Clara com efeito, continuou estudando com afinco os Textos Sagrados, a Bíblia, o Catecismo, entre outras obras católicas.                            


Com o tempo, Clara, começou a entender o que era namoro santo, e pensou: “É assim que vou passar a me relacionar daqui para frente. Quem sabe colocando Deus a frente, as coisas mudam e aparece menos, ou nenhuma tranqueira na minha vida?”
Pensava que merecia uma pessoa legal em sua vida, mas só estava atraindo pessoas ruins e aproveitadoras.
E estava cansada disto.
Contudo pensava: “Como vou explicar que vai ser um namoro santo? As pessoas não vão entender!”
Por outro lado pensava, que explicando do que se tratava, também se livraria de pessoas inconvenientes, que só se aproximam das mulheres para ter intimidade sexual.
Clara pensava, isto vai repelir muitos relacionamentos errados, por que quem vai encarar um namoro santo?
Somente quem tiver interesse em um relacionamento sério.
Ao chegar a esta conclusão, ficou até feliz.


E assim, ao longo de um ano, Clara, teve alguns encontros.
Alguns carinhas gostaram dela, acharam-na bonita.
Um deles convidou-a para tomar uma bebida em sua casa.
Mas Clara recusou.
Comentou que se ele estava interessado nela, deveria saber que só namoraria alguém, se fosse um namoro santo.
Curioso, o moço perguntou:
- O que é isso?
Clara explicou que era católica, e que procurava seguir os preceitos e de sua religião.
Entre eles, o de que intimidade sexual, só acontece após o casamento.
O rapaz ao ouvir isto, ficou chocado, e perguntou:
- Isto ainda existe em pleno século vinte e um?
Clara explicou que para quem segue a religião católica com seriedade, sim.
Mas que obviamente ele não era obrigado a seguir estes preceitos.
Ao ouvir isto, o moço ficou aliviado.
Clara porém, enfatizou:
- Não se preocupe, se você não é católico, não precisa seguir o preceito.
- Então está tudo bem? - perguntou o moço.
Clara respondeu-lhe que sim, mas que ela não poderia ficar com ele, pois não seguindo o namoro santo, estaria incorrendo em pecado mortal.             
- E o que seria pecado mortal? - perguntou.
Clara respondeu:
- Quer dizer que relação sexual fora do casamento, é pecado grave, contra a castidade, que necessita de confissão, e por se tratar de matéria grave, impede de receber a comunhão.
Igor, o rapaz, ficou chocado.
Ele chegou a comentar que se havia confissão, não havia problema.
Mas Clara acrescentou que a confissão só produz o efeito de perdão dos pecados, se houver arrependimento sincero, e o firme propósito de não voltar a pecar.
E destacou que toda a falta, era uma agressão a Cristo, e que com nossos erros, estamos novamente crucificando Cristo com nossos pecados.
O moço ao ouvir isto, começou a rir.
Clara ao ouvir o deboche do rapaz, ficou ofendida.
Comentou que ele não precisava passar por isso, e que se ele queria outro tipo de relacionamento, deveria procurar outra pessoa.
O rapaz disse prontamente, que seria isto que faria.
Clara levantou-se e foi embora.


Ao voltar para casa, pensou no quão babaca era aquele rapaz.
Isto porque era apenas dizer que não estava interessado em um namoro santo.
Afinal ela não teria poder para obrigá-lo a aderir a esta ideia.
Clara, pensou então que encontrar alguém sério para um relacionamento, seria mais difícil do que pensou.


Com efeito, Clara não desistiu e continuou a ir em alguns encontros.
Muitos rapazes achavam estranho ela falar de namoro santo.
Uns riam, outros debochavam, alguns achavam curioso, mas nenhum deles levava a sério, e diziam que isto, seria muito difícil de ser levado até o fim.


Em dado momento, já quase desistindo, Clara conseguiu encontrar um rapaz católico que frequentava uma igreja próxima ao bairro em que morava.
Conheceram-se em uma pregação de Elen, em um evento no interior.
Clara procurava um lugar para ser sentar, e ele ofereceu um lugar ao lado dele.
Era um retiro de carnaval.
Lá Clara descobriu que o Carnaval no Brasil é período complicado para os católicos.
Período de muitas profanações, e diversos ultrajes a Cristo.
Elen mostrou fotos de inúmeras igrejas depredadas, hóstias consagradas jogadas no chão, imagens de santos quebradas, etc.
Imagens satânicas, desrespeito aos símbolos religiosos.
Cristo sendo mostrado de forma desrespeitosa.
Imagens de carnaval desrespeitando símbolos sagrados, pessoas seminuas, bebedeira, prostituição, etc.
A palestrante mostrava imagens dos sacrilégios, das blasfêmias.
Por fim, mencionou a necessidade de fazer reparação.
Como na missa onde a imagem de Cristo é beijada pelos fiéis.
É uma forma de honrar a figura hoje tão desprezada de Jesus.
Relatou porém que não era a única forma.
Mencionou ainda rememorar os passos da Paixão de Cristo, seu sofrimento redentor, fazer jejum e penitência.
Além de rezar pela intenção de reparar as ofensas sofridas por Ele, oferecer esmolas.
Beijar imagens sagradas, o crucifixo.
Permanecer em recolhimento no Carnaval, rezar pela conversão dos pecadores. 
Fazer retiro espiritual.
Elen comentou que não queria polemizar, mas o Carnaval é uma festa pagã, em que é dada permissão para práticas que não são adequadas para um cristão.
Elen ensinou algumas orações de reparação, como esta:
“Meu Deus! 
Eu creio, adoro, espero e amo-Vos.
Peço-Vos perdão, pelos os que não creem, não adoram, não esperam e não Vos amam.“
Elen orientou sobre a necessidade de realizar esta oração 3 vezes.  


Ensinou a Oração do Anjo de Portugal:
“Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, adoro-Vos profundamente e ofereço-Vos o Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os sacrários da Terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido.
E pelos méritos infinitos do seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores.”


Acrescentou outras mais:
“Eterno Pai, eu vos ofereço, o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade de Vosso Diletíssimo Filho, Nosso Senhor, Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e do munto inteiro.
Pela sua Dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.
Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal de Poder, nós te adoramos te bendizemos, te glorificamos, ó Senhor.”


Além desta:  
“Meu Jesus, perdão e misericórdia, pelos méritos de Vossas Santas Chagas.”
Ou então:
“Ó Virgem Dolorosíssima, as Vossas Lágrimas derrubaram o império infernal.”


Elen também recordou-se da oração de Santa Gertrudes para as Santas Almas do Purgatório:
"Eterno Pai, eu Vos ofereço o Preciosíssimo Sangue de Vosso Divino Filho Jesus, em união com todas as Santas Missas que hoje são celebradas em todo o mundo;
Por todas as Santas Almas do Purgatório, pelos pecadores de todos os lugares, pelos pecadores de toda a Santa Igreja, pelos de minha casa e meus vizinhos. 
Amém."


Mencionou que algumas pessoas costumam acrescentar ainda a oração:
“Dai-lhes, Senhor, o descanso eterno!
E a luz perpétua os ilumine. 
Amém.

Ou então: Brilhe para eles a Eterna Luz.
Senhor, ouvi a minha oração.
E chegue até Vós o meu clamor!”


Clara ficou espantada.
O moço que estava a seu lado, comentou que as pessoas pensavam que Carnaval é uma festa inofensiva.
Rodrigo disse que as pessoas não tinham ideia do perigo que corriam, participando destas festas, sem saber que estão dando permissão para coisas malévolas em suas vidas.
Ressaltou que Carnaval não é uma festa inofensiva, como muitos pensam.
Nesta festa destacou são apresentados diversos símbolos de diversas religiões, que vão de encontro  a fé católica.
Rodrigo mencionou que não queria ofender as outras religiões, pois cada um é livre para seguir o partido de crença que quiser, mas destacou que quem optou por ser católico, tem um compromisso maior.
Salientou a necessidade de ser cuidadoso com suas atitudes, com o seu o proceder. 
Destacou que é necessário coerência.
Alegou que o seguimento de Cristo é exigente.
Clara concordou.
Comentou que estava começando a caminhar no catolicismo, e que estava assustada com tantas exigências, tantas mudanças.
Respondeu que muitas vezes ficava perdida sem saber, por onde começar a mudar.
Rodrigo riu.
Respondeu que devia começar dando pequenos passos.
Pois querer dar um passo maior do que a perna, a levaria ao desânimo.
Clara comentou:
- Acho que você tem razão!
Rodrigo contou que no início de sua conversão, ficava tentando mudar o mundo, e queria se transformar em um santo do dia para a noite.
Mas com o tempo, percebeu que isto não daria certo.
Mencionou que ficou frustrado um certo tempo, mas depois entendeu que o processo era lento e gradual, ou acabaria por desistir de ser católico.  
E assim, Clara e Rodrigo conversaram bastante.    
Os dois se apresentaram, e conversando, perceberam que moravam próximos um do outro.            


Com efeito, no carnaval, Rodrigo e Clara perceberam a necessidade de reparação por conta dos ultrajes que Cristo sofre nesta época do ano.
Injúrias, blasfêmias.
E assim, combinaram de se encontrar em outra pregação no mesmo evento.
Durante o retiro, eram constantemente vistos juntos.


No final do retiro, Clara e Rodrigo, combinaram de continuar se encontrando.  
Clara passou seu número de telefone para o moço.  


Com efeito no final do evento, no fim do dia, Clara pegou um ônibus para voltar para casa.
Chegando no terminal desceu, e seguiu uma parte do caminho a pé, segurando sua mala.
Chegou em um ponto de táxi.
O taxista perguntou para onde iria, e colocou a mala da moça no bagageiro.


Nisto, ao chegar em casa, Clara pagou o taxista, e entrou em casa.
Ao entrar em casa, percebeu que havia algumas ligações em seu telefone; eram todas de Rodrigo, inclusive havia uma mensagem perguntando se ela já havia chegado em casa, e se estava tudo bem.
Clara levou sua mala para o quarto, e em seguida ligou para ele.
Ficaram conversando.
Clara comentou que havia acabado de chegar, que estava bem, e que iria desfazer a mala de viagem.  
Rodrigo comentou que também havia chegado bem, perguntou se ela estava ocupada, destacou que iria desligar, para não atrapalhá-la em sua tarefa de desfazer a mala.
Antes de desligar no entanto, Rodrigo perguntou se não poderiam se encontrar no final de semana.
Clara concordou.
Com isto, combinaram o lugar do encontro.  


E assim, ao final de alguns dias finalmente se encontraram.
Clara e Rodrigo se encontraram no Parque Ibirapuera, onde aproveitaram para fazer uma caminhada.
Animado, Rodrigo cumprimentou-a com um beijo no rosto:
- Finalmente! – comentou.
Clara perguntou como ele estava.
Rodrigo respondeu que estava bem, perguntando-lhe se ela também estava bem.
A moça respondeu que sim.
Com isto, o moço convidou-a para caminhar.
Apreciaram o movimento dos passantes, gente de bicicleta, pessoas caminhando, famílias.
Chegaram em um lago, onde observaram as aves.
Clara comentou:
- Nossa! Como este lugar é lindo! Fazia muito tempo em que não vinha para cá!
Rodrigo sorriu, dizendo que havia acertado na escolha do passeio.
Nisto, continuaram a caminhada, conversaram, riram.


Conforme as horas passaram, a moça comentou que estava com fome.
Rodrigo convidou-a para almoçar em um restaurante.
Clara concordou, e lá se foram eles no carro do moço.


A comida do restaurante era simples, mas estava deliciosa.
Rodrigo animado, comentou que precisavam fazer isto mais vezes, e Clara concordou.
Por último foram a um Museu onde havia muita arte sacra, e exposição com alguns presépios.
Clara ficou encantada com os presépios, as diversas imagens de Nossa Senhora, de Jesus e de outros santos e santas.
Rodrigo comentou que eles poderiam viajar para Minas Gerais e conhecer algumas cidades históricas, suas igrejas, sua arquitetura.
Clara comentou que gostaria muito de fazer este passeio.
O moço comentou que tinha muita coisa para se ver, e que se ela havia gostado do passeio no museu, visitar cidades históricas, iria encantá-la muito mais.    


Nisto, combinaram outros encontros.
Em parques, cafés, lanchonetes, restaurantes, visitaram alguns museus, foram ao cinema.
Conversaram, deram boas risadas.    


Rodrigo certa vez, comentou que a alegria salvava as pessoas de uma multidão de males, pois a tristeza havia matado a muitos.
E destacou que a tristeza e a raiva encurtam os anos de vida.
Destacou que esta passagem está no Livro do Eclesiástico.     
Disse que devemos procurar ser sempre alegres mesmo em meio as dificuldades.
Brincando, disse que Clara devia ser sempre alegre.
Nisto cantou, um trecho da música “Samba da Benção”:
“… É melhor ser alegre que ser triste
Alegria é a melhor coisa que existe
É assim como a luz no coração ...”   


Rindo, Clara comentou que boa parte da música fala de tristeza.
Rodrigo respondeu que não só de tristeza, mas também de beleza.
E que num ponto o moço estava certo, pois de fato, é muito melhor ser feliz do que triste.
Clara concordou.
Comentou que era interessante como muitas coisas diferentes dizem a mesma coisa, ainda que em contextos diversos.
Rodrigo comentou que um dia a humanidade chegaria a um ponto de convergência.
E destacou que todos perceberiam que as divisões, rixas e contendas, não serviam para nada, pois sem perceber, estão todos do mesmo lado, indo para o mesmo lugar.
Clara concordou.
Mencionou que em um trecho dos Livros Sapienciais, ou dos Salmos, não sabia ao certo, constava uma passagem em que as armas se converteriam em arados, e que os povos se uniriam, e seguiriam ao encontro de Deus.
Pessoas de todas as nacionalidades iriam ao encontro da Jerusalém Celeste.       
Rodrigo discordou.
Disse que esta passagem está em um dos Livros Proféticos, e no Apocalipse.
Pesquisando, viu referências aos Livros de Miqueias e Isaías.
Ressaltou porém, independente do Livro da Bíblia em que estavisse, se tratava de uma belíssima passagem, repetida muitas vezes na Bíblia.
Rodrigo salientou que todos os povos indo ao encontro de Deus, simbolizam a Igreja, Noiva de Cristo.
E Jesus é o noivo, que espera ardentemente sua amada.
Clara comentou que viu isto no Livro do Cântico dos Cânticos.
Rodrigo brincando, disse que ela estava afiada.
Comentou que ela estava entendendo bastante da Bíblia.
Clara respondeu que estava gostando de aprender algo novo, e que estava fazendo diferença em sua vida.
Rodrigo comentou que este era um caminho sem volta, e que quem descobre a beleza de ser católico, dificilmente terá vontade de abandonar esta religião para seguir qualquer outra, por que aprende a amar a Deus.
E salientou que quando amamos, começamos a entender seu agir. 
Mesmo quando não concordamos com ele.
Brincando, disse que desse jeito, ela iria ficar melhor do que ele em conhecimento Bíblico.
Nisto, abraçou a moça, beijou-a, e depois caminharam de mãos dadas.     
 
Com efeito, o casal se encontrou diversas vezes.
Nestes encontros, Rodrigo perguntava do que ela gostava, e Clara comentou que estava aprendendo a ouvir louvores, e estava conhecendo novas músicas católicas.
Disse que por muito tempo ficou afastada da igreja, e este estava sendo um novo começo.
Também mencionou que antes ouvia muita música secular, gostava muito de MPB, Bossa Nova. Que durante algum tempo ouviu muita música Sertaneja, Samba, Axé e Pagode.
Rodrigo comentou que também já gostou muito desses ritmos, mas que ultimamente quase não ouvia Sertanejo, Samba e Axé.  
Aproveitando o ensejo, o moço que tinha uma boa voz, começou a cantar:

“Coisa mais bonita é você
Assim justinho você
E eu juro, eu não sei por que
Você é mais bonita que a flor
Quem dera a primavera da flor
Tivera todo esse aroma de beleza que é o amor
Perfumando a natureza numa forma de mulher

Por que tão linda assim não existe, a flor
Nem mesmo a cor não existe
E o amor, nem mesmo o amor existe… ”
(João Gilberto)
Rodrigo comentou que já que ela conhecia Bossa Nova, devia conhecer esta música, clássico de João Gilberto.
Clara comentou que sim, que achava linda a letra, a música.
Disse que sem querer polemizar, achava esta canção mais bonita, que “Garota de Ipanema”, de Tom Jobim.
Rodrigo sorriu, comentou que também achava, e por isso resolveu cantar esta música para ela.
Clara respondeu que ele era original, pois poderia escolher “Garota de Ipanema”, que seria um caminho mais óbvio.
O moço ficou feliz com comentário.
Pensou: “Acertei na escolha!”
E ao pensar nisto, sorriu convencido.     


E assim, aos poucos, o casal começou a namorar.
Saíam para passear, andavam abraçadinhos. 
Beijavam-se.

 

E como ainda estavam no início do namoro, a jovem não quis comentar o assunto com seus colegas de trabalho, como no happy hour em que foi convidada a ir.
Clara preferiu se manter neutra, e ignorar as investidas de Marcos.
E ele, percebendo que ela não estava interessada, preferiu depois de algumas tentativas, respeitá-la.
Desta forma, o homem, quando soube que ela estava namorando, profundamente constrangido, pediu-lhe desculpas.
Argumentou que só insistiu em abordá-la, por que achou que ela estava sozinha.
Clara então, ao apresentar Rodrigo para os colegas, comentou que não havia problemas, pois eles não tinham como adivinhar.  
Afinal ela não havia contado que estava namorando. 


Samuel e Cláudio por sua vez, ficaram conversando com o rapaz quando se encontraram em um barzinho.
Perceberam que Rodrigo, era católico praticante.
Clara comentou que eles se conheceram em um evento católico.
O pessoal no escritório, ficou chocado ao saber que ela era católica praticante.
Clara comentou que havia começado seu processo de conversão há pouco tempo, e que Rodrigo era católico praticante há mais tempo que ela.
Rodrigo depois de ser apresentado a todos os colegas de Clara e já enturmado, comentou que o namoro teve alguns percalços no começo.
Comentou que Clara estava um pouco tímida e ele também, e que eles não sabiam como se comportar.
Pois conheciam a teoria, no que diz respeito ao Namoro Santo, mas como transformar um conceito, em uma coisa prática?
Indagavam-se.

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