A HISTÓRIA DE TODOS NÓS
CAPÍTULO 28
Com efeito, Janice e Cláudio, estavam juntos há algum tempo.
De fato, pareciam bem antenados.
Como já tiveram relacionamentos anteriores, parecia que estavam maduros para dar um passo mais sério em seu relacionamento.
E assim, após vários encontros, passeios, e caminhadas em parques, visitas a museus, idas ao teatro, cinema, viagens a dois, muitas conversas e risadas; decidiram casar-se.
De fato, pareciam bem antenados.
Como já tiveram relacionamentos anteriores, parecia que estavam maduros para dar um passo mais sério em seu relacionamento.
E assim, após vários encontros, passeios, e caminhadas em parques, visitas a museus, idas ao teatro, cinema, viagens a dois, muitas conversas e risadas; decidiram casar-se.
Janice num primeiro momento, hesitou.
Perguntou se ele estava certo do que estava fazendo.
Argumentou que casamento era coisa séria e que não dava para voltar atrás.
Cláudio respondeu que sim, estava ciente disto, e não estava brincando quando dizia que estava interessado em se casar com ela.
Mencionou que eles eram pessoas vividas e não se casariam deslumbrados com a festa, ou com o rito de passagem, que é o casamento.
Cláudio comentou que estava ciente que era um processo de convivência.
O homem, argumentou que eles já estavam juntos há algum tempo, tinham afinidades e se gostavam. Destacou terem motivos suficiente para ficarem juntos.
Janice ainda assim, titubeou.
Argumentou que casamento era coisa séria, que não um test drive, uma experiência, a qual se não desse certo, era só desistir.
Cláudio porém, insistiu.
Disse que estava disposto a fazer o relacionamento dar certo.
E assim, insistindo tanto, a mulher acabou concordando.
Cláudio a beijou.
Perguntou se ele estava certo do que estava fazendo.
Argumentou que casamento era coisa séria e que não dava para voltar atrás.
Cláudio respondeu que sim, estava ciente disto, e não estava brincando quando dizia que estava interessado em se casar com ela.
Mencionou que eles eram pessoas vividas e não se casariam deslumbrados com a festa, ou com o rito de passagem, que é o casamento.
Cláudio comentou que estava ciente que era um processo de convivência.
O homem, argumentou que eles já estavam juntos há algum tempo, tinham afinidades e se gostavam. Destacou terem motivos suficiente para ficarem juntos.
Janice ainda assim, titubeou.
Argumentou que casamento era coisa séria, que não um test drive, uma experiência, a qual se não desse certo, era só desistir.
Cláudio porém, insistiu.
Disse que estava disposto a fazer o relacionamento dar certo.
E assim, insistindo tanto, a mulher acabou concordando.
Cláudio a beijou.
Com isto, foi questão de tempo para eles se casarem.
Janice concordou, e Cláudio ficou entusiasmado.
Começou a fazer planos de como fariam o casamento, de quando ela se mudaria para o apartamento dele, etc.
Janice concordou, e Cláudio ficou entusiasmado.
Começou a fazer planos de como fariam o casamento, de quando ela se mudaria para o apartamento dele, etc.
Neste tempo, Janice estava um pouco afastada da igreja.
Fazia anos que não frequentava a missa dominical, nunca havia lido a Bíblia, pouco conhecia da palavra, e da liturgia.
Não conhecia quase nada da religião católica.
Seu processo de conversão foi acontecendo de forma gradual, aos poucos.
Fazia anos que não frequentava a missa dominical, nunca havia lido a Bíblia, pouco conhecia da palavra, e da liturgia.
Não conhecia quase nada da religião católica.
Seu processo de conversão foi acontecendo de forma gradual, aos poucos.
E enquanto se preparava para casar, de vez em quando, Janice conversava com Elen sobre religião.
E assim, quando a moça mencionou namoro santo, Janice perguntou se isto não era muito radical.
Elen disse que esta era uma escolha.
Mas ressaltou que a Igreja Católica não mudou em dois mil anos.
E ressaltou que eram as pessoas que ficavam tentando mudar a religião, para que ela se transformasse e ficasse de acordo as suas conveniências.
Ressaltou que isto era muito errado.
Janice, ao ouvir isto, comentou que precisava pensar melhor no assunto, mas ressaltou que esta questão ia totalmente de encontro com o que foi ensinada a pensar.
Elen respondeu que entendia este fato.
Comentou que de fato, ser católico é opor-se ao que o mundo diz que é certo.
Ressaltou que seguir a fé católica, não é fácil.
Que é um segmento muito exigente.
Janice concordou.
Elen achou graça.
Mas entendeu a resistência da mulher.
Percebeu que para ser católica, havia necessidade de grandes renúncias.
E assim, quando a moça mencionou namoro santo, Janice perguntou se isto não era muito radical.
Elen disse que esta era uma escolha.
Mas ressaltou que a Igreja Católica não mudou em dois mil anos.
E ressaltou que eram as pessoas que ficavam tentando mudar a religião, para que ela se transformasse e ficasse de acordo as suas conveniências.
Ressaltou que isto era muito errado.
Janice, ao ouvir isto, comentou que precisava pensar melhor no assunto, mas ressaltou que esta questão ia totalmente de encontro com o que foi ensinada a pensar.
Elen respondeu que entendia este fato.
Comentou que de fato, ser católico é opor-se ao que o mundo diz que é certo.
Ressaltou que seguir a fé católica, não é fácil.
Que é um segmento muito exigente.
Janice concordou.
Elen achou graça.
Mas entendeu a resistência da mulher.
Percebeu que para ser católica, havia necessidade de grandes renúncias.
Nisto, o casal após decidir a data de seu casamento, comunicou aos amigos que iriam casar-se.
Todos ao saberem da notícia, os felicitaram.
Caio, Elen, Naiara, Samuel, Aline, Marcos, Clara, Clarisse e Gláucia, parabenizaram o casal.
Janice e Cláudio, sorriram e agradeceram.
Todos ao saberem da notícia, os felicitaram.
Caio, Elen, Naiara, Samuel, Aline, Marcos, Clara, Clarisse e Gláucia, parabenizaram o casal.
Janice e Cláudio, sorriram e agradeceram.
Com isto, nos meses em que se seguiram, Cláudio e Janice ficaram bastantes ocupados escolhendo decoração da igreja, do buffet, as comidas que seriam servidas: a refeição principal, as entradas, salgadinhos, doces, sobremesas, bebidas.
Decidiram também, como seriam as lembrancinhas que seriam entregues aos convidados.
Escolheram a música que seria tocada na entrada da igreja.
Assim como escolheram as músicas que seriam tocadas na festa.
Contrataram um coral para cantar na entrada da igreja, fotógrafo para registrar o casório.
Janice contava para as colegas o quanto casamento dava trabalho.
Naiara concordou.
Disse que conhecia os percalços.
Janice rindo, comentou que talvez por isso tenha demorado tanto para se casar.
Naiara, ao ouvir isto, comentou rindo:
- Deixa o Cláudio ouvir, isto! Aposto que vai ficar muito feliz!
Janice, ao ouvir as palavras da amiga comentou:
- Ah! Ele provavelmente deve falar a mesma coisa para os amigos.
Nisto, as duas riram juntas.
Quem estava por perto também riu.
Mas embora a moça fizesse piada das coisas, Janice nem sempre estava tranquila.
Às vezes os contratempos a estressavam.
Janice estava preocupada, e pensava se tudo daria certo.
Naiara e Elen diziam que sim.
Decidiram também, como seriam as lembrancinhas que seriam entregues aos convidados.
Escolheram a música que seria tocada na entrada da igreja.
Assim como escolheram as músicas que seriam tocadas na festa.
Contrataram um coral para cantar na entrada da igreja, fotógrafo para registrar o casório.
Janice contava para as colegas o quanto casamento dava trabalho.
Naiara concordou.
Disse que conhecia os percalços.
Janice rindo, comentou que talvez por isso tenha demorado tanto para se casar.
Naiara, ao ouvir isto, comentou rindo:
- Deixa o Cláudio ouvir, isto! Aposto que vai ficar muito feliz!
Janice, ao ouvir as palavras da amiga comentou:
- Ah! Ele provavelmente deve falar a mesma coisa para os amigos.
Nisto, as duas riram juntas.
Quem estava por perto também riu.
Mas embora a moça fizesse piada das coisas, Janice nem sempre estava tranquila.
Às vezes os contratempos a estressavam.
Janice estava preocupada, e pensava se tudo daria certo.
Naiara e Elen diziam que sim.
Naiara, que a esta altura, era recém casada, comentou que quase enlouqueceu com os preparativos de seu casamento.
Contou que parecia que nada dava certo.
Até decidiu apertar a tecla “D”.
Janice perguntou o que era isto:
Naiara respondeu:
- “D” de dane-se.
Elen ao ouvir isto, censurou a amiga:
- Naiara, que palavra feia!
- Feia por que? - retrucou.
A moça explicou:
- Dane-se vem de danação eterna. É a mesma coisa que mandar uma pessoa para o inferno!
Naiara e Janice ficaram passadas com a explicação.
- Sério? - perguntaram surpreendidas.
- Sim. - respondeu Elen.
- Meu Deus! - disse Janice.
Nisto Elen comentou que não era bom dizer o nome de Deus em vão.
Janice espantada, comentou que ela estava levando a religião católica bem a sério.
Elen concordou, e mencionou que a fé tinha que ser vivida em sua inteireza, na radicalidade.
Janice mencionou que isto era radical mesmo.
Elen então respondeu que Cristo mesmo dissera, que quem não estava com Ele, estava contra Ele.
Janice ficou admirada, e comentou:
- Você realmente está levando isto para um outro patamar!
Naiara concordou.
E disse que este era um caminho tortuoso, árduo, e lindo.
Mas também sem volta.
Mencionou que quem opta por este seguimento, de seguir a Cristo, deve estar ciente de que passará por muitas dificuldades.
Mas destacou que o retorno será compensador.
Janice ao ouvir tais palavras, ficou bastante pensativa.
Contou que parecia que nada dava certo.
Até decidiu apertar a tecla “D”.
Janice perguntou o que era isto:
Naiara respondeu:
- “D” de dane-se.
Elen ao ouvir isto, censurou a amiga:
- Naiara, que palavra feia!
- Feia por que? - retrucou.
A moça explicou:
- Dane-se vem de danação eterna. É a mesma coisa que mandar uma pessoa para o inferno!
Naiara e Janice ficaram passadas com a explicação.
- Sério? - perguntaram surpreendidas.
- Sim. - respondeu Elen.
- Meu Deus! - disse Janice.
Nisto Elen comentou que não era bom dizer o nome de Deus em vão.
Janice espantada, comentou que ela estava levando a religião católica bem a sério.
Elen concordou, e mencionou que a fé tinha que ser vivida em sua inteireza, na radicalidade.
Janice mencionou que isto era radical mesmo.
Elen então respondeu que Cristo mesmo dissera, que quem não estava com Ele, estava contra Ele.
Janice ficou admirada, e comentou:
- Você realmente está levando isto para um outro patamar!
Naiara concordou.
E disse que este era um caminho tortuoso, árduo, e lindo.
Mas também sem volta.
Mencionou que quem opta por este seguimento, de seguir a Cristo, deve estar ciente de que passará por muitas dificuldades.
Mas destacou que o retorno será compensador.
Janice ao ouvir tais palavras, ficou bastante pensativa.
Dias depois, a mulher comentou com as amigas, que ficou pensando no assunto.
Perguntou:
- E quando chamamos uma criança de danadinha? Também é errado?
- Claro que é! Você está de certa forma fazendo referência a danação eterna. É melhor evitar.
Janice ficou pasma.
- Caramba! Temos que ter muito cuidado com o que falamos mesmo!
Nisto, ficou pensando na palavra coitado.
Janice perguntou então:
- E a palavra coitado?
Naiara retrucou:
- Lembra uma outra palavra.
Elen completou:
- Pois é! Lembra coito, e portanto faz referência ao ato.
Janice respondeu:
- Minha Nossa! Quanta besteira que a gente fala sem pensar!
Elen concordou.
Porém ao ver a preocupação das moças, comentou, porém, que elas não precisavam ficar neuróticas com isto.
Mencionou que também é levada em conta a intenção ao dizer, a malícia.
Mas ressaltou, estando ciente do significado destas palavras, é melhor evitá-las.
Janice e Naiara responderam que tentariam evitar as más palavras, mas talvez em alguns momentos poderiam se esquecer do significado das mesmas, e pronunciá-las sem querer.
Elen riu.
Respondeu que não havia problemas.
Perguntou:
- E quando chamamos uma criança de danadinha? Também é errado?
- Claro que é! Você está de certa forma fazendo referência a danação eterna. É melhor evitar.
Janice ficou pasma.
- Caramba! Temos que ter muito cuidado com o que falamos mesmo!
Nisto, ficou pensando na palavra coitado.
Janice perguntou então:
- E a palavra coitado?
Naiara retrucou:
- Lembra uma outra palavra.
Elen completou:
- Pois é! Lembra coito, e portanto faz referência ao ato.
Janice respondeu:
- Minha Nossa! Quanta besteira que a gente fala sem pensar!
Elen concordou.
Porém ao ver a preocupação das moças, comentou, porém, que elas não precisavam ficar neuróticas com isto.
Mencionou que também é levada em conta a intenção ao dizer, a malícia.
Mas ressaltou, estando ciente do significado destas palavras, é melhor evitá-las.
Janice e Naiara responderam que tentariam evitar as más palavras, mas talvez em alguns momentos poderiam se esquecer do significado das mesmas, e pronunciá-las sem querer.
Elen riu.
Respondeu que não havia problemas.
Com isto, o tempo foi passando.
Enquanto isto, além dos preparativos do casório, Cláudio e Janice tinham que se preocupar em montar a nova casa.
Janice morava sozinha em um apartamento minúsculo e Cláudio, mais bem sucedido, morava em um imóvel maior.
A mulher não tinha parentes vivos, e considerava seus amigos e amigas como sua família.
Cláudio também não tinha pais vivos, mas possuía alguns parentes distantes.
De comum acordo, o casal decidiu que iriam mudar-se para o apartamento de Cláudio, que era maior.
O homem, pensou que muito embora o imóvel já estivesse todo montado, deveria deixar sua noiva decidir como o imóvel iria ficar.
A mulher, percebendo que o imóvel estava todo montando, comentou que não havia necessidade de mexer em nada.
Cláudio respondeu que precisava sim, pois o lugar, passaria a ser sua casa também.
Janice porém, respondeu que não sabia o que poderia ser mudado no imóvel.
Com o tempo porém, deu alguns palpites, sugerindo a compra de alguns equipamentos, troca de alguns lustres, objetos de decoração como porta-retratos com fotos do casal, entre outras coisas.
Cláudio, ao final de algum tempo, comentou rindo que para quem não queria mexer em nada do imóvel, havia mudado bastantes coisas.
Realmente com Janice, o imóvel ficou parecido com uma casa, e não um showroom de loja.
O moço agradeceu a mulher, por deixar seu apartamento com cara de casa.
Argumentou que nunca havia pensado nestes detalhes.
Enquanto isto, além dos preparativos do casório, Cláudio e Janice tinham que se preocupar em montar a nova casa.
Janice morava sozinha em um apartamento minúsculo e Cláudio, mais bem sucedido, morava em um imóvel maior.
A mulher não tinha parentes vivos, e considerava seus amigos e amigas como sua família.
Cláudio também não tinha pais vivos, mas possuía alguns parentes distantes.
De comum acordo, o casal decidiu que iriam mudar-se para o apartamento de Cláudio, que era maior.
O homem, pensou que muito embora o imóvel já estivesse todo montado, deveria deixar sua noiva decidir como o imóvel iria ficar.
A mulher, percebendo que o imóvel estava todo montando, comentou que não havia necessidade de mexer em nada.
Cláudio respondeu que precisava sim, pois o lugar, passaria a ser sua casa também.
Janice porém, respondeu que não sabia o que poderia ser mudado no imóvel.
Com o tempo porém, deu alguns palpites, sugerindo a compra de alguns equipamentos, troca de alguns lustres, objetos de decoração como porta-retratos com fotos do casal, entre outras coisas.
Cláudio, ao final de algum tempo, comentou rindo que para quem não queria mexer em nada do imóvel, havia mudado bastantes coisas.
Realmente com Janice, o imóvel ficou parecido com uma casa, e não um showroom de loja.
O moço agradeceu a mulher, por deixar seu apartamento com cara de casa.
Argumentou que nunca havia pensado nestes detalhes.
Tempos depois já casada, Janice, recordou-se de muitos momentos que vivera com Cláudio.
Recordou-se que no começo do casamento, e que apesar das brigas, o casal tinha bons momentos juntos.
Dançavam, riam, saíam para passear.
Juntos continuaram a fazer muitos dos programas que faziam quando solteiros.
Assistiam tevê juntos, viam novelas, séries.
Passeavam.
De vez em quando, viajavam.
Recordou-se que no começo do casamento, e que apesar das brigas, o casal tinha bons momentos juntos.
Dançavam, riam, saíam para passear.
Juntos continuaram a fazer muitos dos programas que faziam quando solteiros.
Assistiam tevê juntos, viam novelas, séries.
Passeavam.
De vez em quando, viajavam.
Cláudio gostava de assistir futebol.
Janice, por sua vez, até acompanhava o homem quando assistia as partidas.
Mas ela não entendia nada do assunto.
Cláudio ria das perguntas que a mulher fazia.
Achava engraçadas as dúvidas de Janete.
Por vezes, a mulher achou isto um deboche.
Á certa altura, acabou desistindo de assistir futebol com ele.
Janice comentou que ele era um chato.
Cláudio por sua vez, caiu na risada.
Janice irritada, retirou-se da sala.
Janice, por sua vez, até acompanhava o homem quando assistia as partidas.
Mas ela não entendia nada do assunto.
Cláudio ria das perguntas que a mulher fazia.
Achava engraçadas as dúvidas de Janete.
Por vezes, a mulher achou isto um deboche.
Á certa altura, acabou desistindo de assistir futebol com ele.
Janice comentou que ele era um chato.
Cláudio por sua vez, caiu na risada.
Janice irritada, retirou-se da sala.
O homem, ao perceber que a havia irritado, aproximou-se da mulher.
Pediu desculpas.
Disse rindo, que não sabia que ela era tão brava.
Janice, irritada pediu para ele se afastar.
Cláudio perguntou o que estava acontecendo com ela.
Janice, ao ouvir a pergunta, respondeu que ele estava sempre debochando dela.
O homem ao ouvir isto, respondeu que não estava debochando.
Comentou que só achou engraçada a situação.
Contou que achou a atitude dela fofa.
Afinal demonstrou interesse em assistir algo que não gostava, só para fazer companhia para ele.
Nisto, Cláudio aproximou-se da mulher e abraçou.
Fizeram as pazes.
Pediu desculpas.
Disse rindo, que não sabia que ela era tão brava.
Janice, irritada pediu para ele se afastar.
Cláudio perguntou o que estava acontecendo com ela.
Janice, ao ouvir a pergunta, respondeu que ele estava sempre debochando dela.
O homem ao ouvir isto, respondeu que não estava debochando.
Comentou que só achou engraçada a situação.
Contou que achou a atitude dela fofa.
Afinal demonstrou interesse em assistir algo que não gostava, só para fazer companhia para ele.
Nisto, Cláudio aproximou-se da mulher e abraçou.
Fizeram as pazes.
Em outra ocasião, o casal brigou por que um copo foi colocado fora do lugar, por Janice.
Irritado, Cláudio comentou que ao menos uma vez na vida, ela poderia se esforçar para fazer as coisas direito.
Janice ao ouvir isto, disse que ele não tinha o direito de falar com ela daquele jeito.
Cláudio porém, deu de ombros.
Mais tarde, arrependido, o moço foi atrás da esposa e pediu desculpas.
Disse que estava irritado, e acabou descontando nela sua raiva.
Janice chateada, comentou que não era a primeira vez que ele fazia isto.
Nisto, a moça foi para a cozinha, preparar o jantar.
Irritado, Cláudio comentou que ao menos uma vez na vida, ela poderia se esforçar para fazer as coisas direito.
Janice ao ouvir isto, disse que ele não tinha o direito de falar com ela daquele jeito.
Cláudio porém, deu de ombros.
Mais tarde, arrependido, o moço foi atrás da esposa e pediu desculpas.
Disse que estava irritado, e acabou descontando nela sua raiva.
Janice chateada, comentou que não era a primeira vez que ele fazia isto.
Nisto, a moça foi para a cozinha, preparar o jantar.
Com o tempo o moço, passou a ficar cada vez mais impaciente com Janice, que era um pouco estabanada.
Irritava-se com a mulher quando ela derrubava coisas, ou quebrava um copo ou um prato.
Dizia que ela devia ter mais cuidado com as coisas.
Cláudio comentou a reclamar que a casa estava sempre bagunçada.
Ao ouvir isto, Janice retrucou que ela não era a única moradora do imóvel, que ele também morava lá, e que ele era mais desorganizado que ela.
Irritava-se com a mulher quando ela derrubava coisas, ou quebrava um copo ou um prato.
Dizia que ela devia ter mais cuidado com as coisas.
Cláudio comentou a reclamar que a casa estava sempre bagunçada.
Ao ouvir isto, Janice retrucou que ela não era a única moradora do imóvel, que ele também morava lá, e que ele era mais desorganizado que ela.
Neste tempo, a mulher estava passando mais tempo em seu trabalho, em razão de uma promoção recebida.
Cláudio ao perceber isso, perguntou se isto era certo.
Janice comentou que tinha o direito de progredir na vida.
O homem mencionou que sim.
Mas destacou, que ela não tinha o direito de negligenciar os cuidados com a casa.
A mulher respondeu que ele também poderia ajudar, não fazendo tanta bagunça.
Cláudio se irritou, e respondeu que não podia falar nada para ela, que já saía com quatro pedras na mão.
Destacou que ela não aceitava críticas.
Janice retrucava dizendo que ele também não aceitava.
E destacou que era até bem chato com ela.
Irritado, Cláudio respondeu que chata era ela.
Nisto o homem saiu da sala, deixando Janice sozinha.
Nervosa, a mulher comentou que estava cansada da falta de educação dele.
Cláudio ao perceber isso, perguntou se isto era certo.
Janice comentou que tinha o direito de progredir na vida.
O homem mencionou que sim.
Mas destacou, que ela não tinha o direito de negligenciar os cuidados com a casa.
A mulher respondeu que ele também poderia ajudar, não fazendo tanta bagunça.
Cláudio se irritou, e respondeu que não podia falar nada para ela, que já saía com quatro pedras na mão.
Destacou que ela não aceitava críticas.
Janice retrucava dizendo que ele também não aceitava.
E destacou que era até bem chato com ela.
Irritado, Cláudio respondeu que chata era ela.
Nisto o homem saiu da sala, deixando Janice sozinha.
Nervosa, a mulher comentou que estava cansada da falta de educação dele.
Com o tempo, Cláudio começou a chegar cada vez mais tarde em casa.
Sempre saia, e usava como desculpa, que estava discutindo assuntos de trabalho com seu chefe, quando era cobrado por Janice.
Desconfiada, Janice começou a cobrar a presença do marido.
Comentou que não havia se casado com ele, para ficar sozinha.
Destacou inclusive, que fora ele que insistiu no casamento.
E agora deixava ela sozinha com muita frequência.
Irritado, Cláudio dizia que estava trabalhando.
E desta forma, tudo era motivo para brigas.
O homem sempre estava impaciente com a esposa.
Sempre saia, e usava como desculpa, que estava discutindo assuntos de trabalho com seu chefe, quando era cobrado por Janice.
Desconfiada, Janice começou a cobrar a presença do marido.
Comentou que não havia se casado com ele, para ficar sozinha.
Destacou inclusive, que fora ele que insistiu no casamento.
E agora deixava ela sozinha com muita frequência.
Irritado, Cláudio dizia que estava trabalhando.
E desta forma, tudo era motivo para brigas.
O homem sempre estava impaciente com a esposa.
Até que em dado momento, Janice cansada daquele ambiente de discussões, pediu para ele sair de casa.
Argumentou que ou ele mudava a forma como a tratava, ou poderia pegar suas coisas, seus pertences e ir embora.
Ao ouvir isto, Cláudio ficou furioso.
Retrucou porém, que não iria sair de sua casa.
Janice argumentou que ele pediu para morarem no apartamento dele.
Mencionou que seu imóvel estava alugado, e que não poderia voltar para lá.
Cláudio nervoso, comentou que não tinha nada a ver isto.
Janice respondeu então, que precisava de um tempo para arrumar um lugar para morar.
Cláudio deu o prazo de um mês para ela resolver o assunto.
A mulher ao ouvir isto, ficou magoada.
Com isto, passou a procurar imóveis para alugar.
Argumentou que ou ele mudava a forma como a tratava, ou poderia pegar suas coisas, seus pertences e ir embora.
Ao ouvir isto, Cláudio ficou furioso.
Retrucou porém, que não iria sair de sua casa.
Janice argumentou que ele pediu para morarem no apartamento dele.
Mencionou que seu imóvel estava alugado, e que não poderia voltar para lá.
Cláudio nervoso, comentou que não tinha nada a ver isto.
Janice respondeu então, que precisava de um tempo para arrumar um lugar para morar.
Cláudio deu o prazo de um mês para ela resolver o assunto.
A mulher ao ouvir isto, ficou magoada.
Com isto, passou a procurar imóveis para alugar.
Cláudio contudo, estava impaciente.
E assim, conforme o tempo foi passando, o homem acabou optando por sair do imóvel.
E assim, conforme o tempo foi passando, o homem acabou optando por sair do imóvel.
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