A HISTÓRIA DE TODOS NÓS 


CAPÍTULO 44


Com efeito, após algum tempo, o casal Elen e Caio se casaram.
A moça acompanhada por Marcos, entrou na igreja toda ornamentada de rosas brancas.
Ao som de, “Pelos Prados e Campinas”:
“Pelos prados e campinas, verdejantes, eu vou
É o Senhor que me leva a descansar
Junto às fontes de águas puras, repousantes, eu vou
Minhas forças o Senhor vai animar


Tu és, Senhor, o meu pastor
Por isso nada em minha vida faltará!
Tu és, Senhor, o meu pastor
Por isso nada em minha vida faltará!


Nos caminhos mais seguros, junto d'Ele, eu vou
E pra sempre o Seu nome eu honrarei
Se eu encontro mil abismos, nos caminhos, eu vou
Segurança sempre tenho em Suas mãos


Tu és, Senhor, o meu pastor
Por isso nada em minha vida faltará!
Tu és, Senhor, o meu pastor
Por isso nada em minha vida faltará!


Ao banquete em sua casa, muito alegre, eu vou
Um lugar em Sua mesa me preparou
Ele unge minha fronte e me faz ser feliz
E transborda a minha taça em Seu amor


Tu és, Senhor, o meu pastor
Por isso nada em minha vida faltará!
Tu és, Senhor, o meu pastor
Por isso nada em minha vida faltará!


Bem a frente do inimigo, confiante, eu vou
Tenho sempre o Senhor junto de mim
Seu cajado me protege e eu jamais temerei
Sempre junto do Senhor eu estarei... (Composição: Jorge Castillo)”


Elen entrou na igreja, ao som desta belíssima canção.
Marcos, deixou a moça ao lado de Caio.  
Caio então, aproveitou para cumprimentar Marcos.


Caio e Elen se casaram.
Cláudio e Janice ficaram um ao lado do outro, como padrinhos de Caio.
Samuel e Naiara, foram os padrinhos e Elen.
Aline também estava no altar e Marcos a acompanhou.    
Durante a cerimônia, o casal colocou as alianças.
Um casal de crianças levou as alianças para Caio.    


E o sacerdote em sua Homilia, mencionou a Leitura onde o Menino na Manjedoura, foi adorado pelos Três Reis Magos, os quais foram orientados por uma estrela sobre o caminho que deveriam seguir para ver o Deus Menino.
Antes foram até o Rei Herodes.
Achavam que o Menino nasceria em um palácio de ouro.
E o rei, ao ouvir as palavras dos Reis Magos, ficou furioso.
Dissimulando seus sentimentos de raiva, Herodes pediu a eles, quando encontrassem a Criança, para que lhe dissessem onde estava o Menino, pois também queria ir até Ele para Adorá-lo.
Em sonhos porém, os Reis Magos foram alertados para irem até o Menino Deus, mas que na volta seguissem outro caminho, pois o Rei Herodes estava mal intencionado.
E visitaram o Menino, levaram para ele valiosos presentes, Ouro, Incenso e Mirra.
E assim, prevenidos, os Reis Magos seguiram outro caminho na volta para sua terra.
O padre destacou que no Oitavo Dia, o Menino foi levado ao Templo, onde a Profetisa Ana e o velho Simeão o encontraram.
O sacerdote, comentou que uma gota do sangue do Menino, que foi circuncidado, seria o suficiente para salvar o mundo inteiro, mas, Ele quis dar-se por inteiro em sacrifício por nós, não  economizando nenhuma gota.
E assim, como Ele se sacrificou por inteiro por nós, em todo o seu corpo dilacerado, que era uma chaga só, e derramou todo o seu sangue por nós, sem economizar sequer uma gota, assim também devemos ser para Cristo, e gastar-nos como vela.
E assim, seguimos seu exemplo.
O padre destacou que o casamento era um sacrifício mútuo entre os cônjuges, e num casamento havia os momentos felizes, mas também os momentos dolorosos.
E ressaltou que os cônjuges deveriam permanecer unidos, ainda que na dor.
A exemplo da Sagrada Família: Jesus, José e Maria.               


Na festa, Caio e Elen, dançaram juntos.
Cláudio convidou Janice para dançar com ele, e diante da torcida, os dois dançaram juntos.
O homem comentou que se eles ficassem juntos, ele iria dançar com ela todos os dias.
Janice olhou para ele com incredulidade.
Cláudio devolveu o olhar para ela, como se dissesse que ele não mais a decepcionaria.


No casório estavam presentes os colegas de trabalho de Caio e Elen.
Naiara e Samuel foram os padrinhos de Elen, pois nesta época, a criança ainda não havia nascido.
Com efeito, a moça já estava com a barriga bem visível.
Elen rindo, comentou ao passar em sua mesa, que ela estava chamando mais a atenção que ela, com aquela barriga.
Rodrigo comentou que logo, logo, eles teriam uma criança no colo.
Samuel respondeu que estava ansioso por isto.
E de fato, todos perguntavam a Naiara o nome de bebê, quando a criança iria nascer, etc.
Neste tempo, a barriga de Naiara já estava visível, e vários convidados perguntavam como estava sendo a gravidez.   
A moça comentou que no começo sentiu muito enjoo, mas que agora as coisas estavam mais tranquilas.
Sandra e José também foram convidados para o casório.
Aline e Marcos, conversaram bastante com os pais de Naiara.
Conversaram sobre a gravidez da moça.
Aline chegou a comentar que também não via a hora de ser avó.
Marcos perguntou se ela estava animada para isto.
Aline respondeu que sim, pois afirmou que sempre quis ter uma família grande, mas não teve oportunidade para isto.   


Em dado momento do casório, Caio e Elen beberam uma taça de espumante.
O casal, com os braços entrelaçados, tomou a bebida.
Fotos foram tiradas do momento.
Os convidados ficaram observando o casal.
Depois os dois dançaram juntos.


Ao final do casamento, conforme os convidados se despediam, foram recebendo os bem-casados e uma lembrancinha do casamento.
Um vasinho com flores artificiais muito delicadas e alguns doces.
Alguns convidados ao saberem que as flores eram artificiais, comentaram que pareciam naturais.
Elen comentou que teve trabalho para encontrar aquelas flores lindas, mas ao ver o resultado final, aprovou.
Os convidados perguntaram quem tinha feito os arranjos das lembrancinhas, e Elen comentou que ela, sua mãe Aline, Naiara e Sandra, auxiliaram na confecção.
Ao saberem disto, os convidados elogiaram.
Comentaram que ficaram lindas as lembrancinhas.      

 

Naiara e Samuel, ao saírem do salão, comentaram que foi uma bonita cerimônia, e que os padres que celebraram os matrimônios dos casamentos da turma, estavam bastante inspirados.
Naiara comentou que todas as Homilias foram lindíssimas.
Samuel concordou.
Disse que uma era melhor que a outra.
Destacou que esperava que uma boa Homilia sinalizasse um bom casamento.
Naiara sorrindo, respondeu com um:
- Amém!
E assim, o casal seguiu para casa.   


Elen e Caio, também foram de carro para casa.
Num belo carro branco, que foi alugado para o casamento.
Com efeito, ao entrar em casa, o moço carregou a jovem nos braços; e na sala, colocou a moça em um sofá.
A seguir, fechou a porta da casa.
Em seguida o moço carregou a jovem novamente, e a levou para o quarto.
Fechou a porta.


Poucos dias depois, o casal saiu em viagem.
Antes prepararam as malas, colocando roupas de calor e de frio.
Preparam cosméticos, os equipamentos eletrônicos, remédios, maquiagem, e tudo o mais necessário para a viagem.


Caio e Elen resolveram conhecer o Sul do Brasil, Gramado e Canela, além de uma Vinícola da região.
Conheceram o Caminho de Pedras, e uma fazenda onde a própria família produzia seu vinho.
Os moradores e empresários, mostraram os barris, explicaram o processo de fermentação, e a combinação de ingredientes para fazer o vinho.
Elen e Caio, degustaram alguns vinhos, tintos e brancos.
Além de uma cachaça feita com o resíduo das uvas.
A moça considerou a última bebida muito forte.         
Elen também, fotografou camélias brancas e vermelhas que havia no lugar.
Havia no local um maquinário antigo, alguns tonéis antigos e paredes de pedra.
Ao longe, se via os parreirais.
O casal também comprou algumas garrafas de vinho.
Caio perguntou a moça se ela estava gostando do passeio, e a mulher comentou que estavam achando tudo muito lindo.
Neste momento, o rapaz a abraçou.


Elen e Caio visitaram Parques em Gramado e Canela.
Beberam chocolate quente.
Compraram alguns chocolates.
Passearam por inúmeros locais, como praças ajardinadas, parques repletos de araucárias, lojinhas bonitas, por ruas bem cuidadas, etc.
Visitaram o Parque do Caracol, e em um Mirante, avistaram a Cascata famosa.
Tiraram inúmeras fotos no lugar.
Conheceram o Museu do Perfume, onde se depararam na entrada, com diversos frascos de perfume, e a história da perfumaria.
Passearam pelo centro de Gramado e Canela.
Elen tirou muitas fotos do passeio.
Com efeito, o casal foi a pé de uma cidade para outra.
Conheceram diversos Museus, Restaurantes.


Conforme iam achando lugares de interesse, iam parando para visitar.
Em uma das paradas, aproveitaram para conhecer um Museu Ferroviário, com inúmeras maquetes, e explicações sobre o funcionamento dos maquinários.
Também havia um local com aluguel de roupas antigas, para tirar fotos com trajes de época, e o casal aproveitou para tirar algumas fotos.
E as fotos enfeitam porta-retratos na sala do apartamento do casal.        
Caio por sua vez, comentou que tudo era muito bonito.     


O casal aproveitou também, para provar o famoso Café Colonial com muitos quitutes.
No local, havia muitos bolos de chocolate, de coco, cenoura, entre outros; tortas doces e salgadas; salgadinhos como: coxinhas - risoles - quibes - esfihas de queijo, carne moída, e calabresa; pão de queijo; tapiocas com vários recheios - doces e salgados; doces variados: como de mamão, de abóbora, de leite, entre outros; lanches variados com presunto maionese e salada, hambúrguer com salada, etc.; pizzas de vários sabores: de queijo, calabresa e cebola; etc; refrigerantes diversos; sucos variados como de laranja, uva, abacaxi, maracujá, limão, etc.; chás variados; e alguns tipos de café - com leite chocolate - chantilly; cappuccino com canela; macchiato (ou espresso macchiato), etc.
Curiosa ao ver a bebida, Elen perguntou do que se tratava, e a funcionária explicou que era uma bebida de origem italiana à base de café expresso "manchado" ou "marcado" com uma pequena quantidade de leite ou espuma de leite. Significando manchado" em italiano.  
Também viram chocolate quente; frutas variadas: morango - mamão - banana - melancia – kiwi - melão, etc; frios como presunto, salame, mortadela, rosbife, queijo; e pães variados, inclusive alguns recheados; alguns queijos; requeijão; manteiga; geleias de: morango - pêssego - amora, etc; torradas, etc.   
Era tudo muito farto.
O moço ao ver a profusão de itens, comentou rindo que iriam comer tanto, que não ira precisar nem almoçar.
Elen comentou que era tanta opção, que não sabia direito o que escolher.
E nisto, o casal tomou café da manhã.
A moça bebe o café macchiato – entre outras bebidas. 
Enquanto comiam, observavam a paisagem, que por sinal era muito bonita, pois conseguiam ver uma boa parte da região.
Seus cânions, suas araucárias.
Sua natureza.
Conforme chovia, o casal aproveitou para conhecer a loja, que vendia alguns dos produtos servidos no Café.
E Elen comprou doce de leite, queijo, pão de mel, pão de queijo, e um pão recheado.
Por fim, o casal comeu mais um pouco, e depois, quando a chuva acalmou, continuaram o passeio.
Rindo, comentaram que haviam extrapolado na comida.
Caio comentou que havia comido tanto, que não precisava almoçar.
Elen concordou.
Animada, comentou que a noite, queria comer fondue.
Caio concordou.
Enquanto isto passearam pela cidade.
Observaram as construções em estilo germânico, as araucárias, as praças, as igrejas, lojas, restaurantes.
Elen indagou:
- Como pode ser tudo tão bonito? Parece cenário de filme!
Caio concordou e destacou:
- Isto é somente uma mostra do que o Brasil tem para oferecer! Este país colossal, é gigante em problemas, mas também em beleza, e diversidade cultural e ecológica!
Elen concordou e destacou que os brasileiros conhecem muito mal o país em que vivem.
Caio concordou e disse que isto é feito de forma intencional, para o brasileiro não gostar da terra em que vive.
Elen destacou que de fato, as coisas feitas no Brasil, parecem que são escondidas para os brasileiros não verem, e assim não alimentarem o desejo de conhecer e valorizar o país, ensinando as pessoas a terem amor pela terra em que vivem. 
Mencionou que isto precisava mudar. 
Caio respondeu que pensava da mesma forma. 


A noite, o casal comeu fondue.
Começaram pelo fondue com rodízio de carnes e queijos, e acompanhamentos - como torradas, brócolis, cenoura, além do vinho.
E de sobremesa, apreciaram, um fondue doce.
Ao saírem do restaurante, a cidade estava toda iluminada.
E o casal aproveitou para fazer uma breve caminhada, pois fazia um pouco de frio.
Elen estava com um sobretudo longo preto e luvas de veludo preto, e Caio com um casaco de couro e luvas de couro.
Em duas noites nas cidades de Gramado e Canela, o casal comeu pizzas.
Durante o dia comeram uma macarronada.
Caio comeu talharim com molho branco e Elen comeu ravioli com molho de tomate caseiro e manjericão.
Beberam sucos de laranja.
Em outro dia, também comeram galeto e carne, além de alguns tipos de macarrão, em um rodízio de carnes e massas.
Caio e Elen estavam aproveitando bastante o passeio.
De vez em quando, o casal tomava um chocolate quente, ou uma bebida fria com chocolate e chantilly.       
Caio comentou que ia ter que pagar uma academia para perder todos quilos que estava ganhando com aquela viagem.
Elen comentou que ao se pesar, percebeu que estava engordando também.
Caio rindo comentou que só se vive uma vez, e que depois compensariam com uma reeducação alimentar e exercícios.
Sarcástico, comentou que o Parque do Ibirapuera que o aguardasse.
Elen riu.
Com efeito, em uma das inúmeras caminhadas pela cidade, a moça passou em uma loja de malhas e comprou alguns vestidos de lã.    
Tiraram muitas fotos nos passeios que fizeram.
Caminharam pelas duas cidades.
E fizeram algumas compras.   


Quando voltaram, ficaram admirando a paisagem enquanto voltavam para Porto Alegre.
Na cidade, o casal visitou o Parque Farroupilha.
Lugar repleto de árvores, lagos e animais, e caminhando pelo local, perceberam que era bom para relaxar e contemplar a natureza.
Visitaram o Monumento ao Expedicionário, cujo ícone que homenageia os soldados brasileiros que lutaram na Segunda Guerra Mundial.


Passearam ainda pela Usina do Gasômetro, um antigo complexo industrial que foi transformado em um centro cultural.


Caminharam pelo Mercado Público Central, e admiraram o prédio histórico e seu comércio, suas iguarias regionais.
Passeando pelo lugar, viram um homem paramentado com suas vestes gaúchas.  
Caio disse que ele estava “pilchado”. 
Como Elen não entendeu, ele explicou que era o traje típico dos gaúchos.   


Também visitaram a Fundação Iberê Camargo, e conheceram parte de seu acervo com muitas obras de arte e exposições.
O casal também contemplou uma visão deslumbrante do Guaíba, e consideraram a proximidade com a natureza e o rio muito lindas.
Elen descobriu que o espaço foi projetado pelo arquiteto Álvaro Siza.
Caio considerou a arquitetura arrojada.
Comentou que não iria se esquecer do lugar.


Caminharam também pelo Parque Linear, conhecido como Parque Marinha do Brasil.
Elen constatou que ele é um dos maiores parques urbanos da cidade e se estende por aproximadamente 2,5 km, começando na Avenida Ipiranga (ao lado do Shopping Praia de Belas), onde o casal parou para fazer uma refeição e passear pelo shopping, e após, caminharam mais um pouco até chegar as imediações do Estádio Beira-Rio.
No local muitas árvores, o Rio margeando, e alguns bancos para descansar, além de muita natureza.


O casal, percorrendo as ruas da cidade, avistou a Casa de Cultura Mario Quintana (CCMQ).
Caminhando e lendo um guia de viagens, a moça descobriu que antes, Hotel Majestic, era um prédio histórico brasileiro e um centro cultural da cidade de Porto Alegre.
Lendo em voz alta, descobriu que o Hotel Majestic teve seu auge nas décadas de 1930, 1940 e 1950.
E durante esse período teve como hóspede: os ex-presidentes Getúlio Vargas e João "Jango" Goulart, e do mundo artístico, o cantor Vicente Celestino, Virginia Lane e o cantor Francisco Alves.
Mais tarde, foi assim nomeada, em homenagem a um dos maiores poetas brasileiros, Mário Quintana, nascido na cidade gaúcha de Alegrete mas que adotou Porto Alegre como sua cidade de coração.
Descobriu que o escritor viveu no hotel entre 1968 e 1980, no apartamento 217.
Continuando a leitura, descobriu que Horácio Carvalho, proprietário dos terrenos, empresário no ramo de importação e exportação de açúcar contratou o arquiteto teuto-brasileiro Theodor Wiederspahn, para projetar e construir o primeiro grande edifício de Porto Alegre no qual utilizou concreto armado.
Concebido para ocupar os dois lados da Travessa Araújo Ribeiro, possui dois blocos interligados por grandes passarelas constituídas por arcadas e contendo terraços, sacadas e colunas.
O projeto do hotel de luxo, construído sob as ordens do empresário Horácio de Carvalho, foi considerado muito ousado na época, pois a ideia das passarelas suspensas sobre a via pública era inédita.
Continuando a leitura, Elen descobriu que as obras tiveram início em 1916 e, em 1918, foi concluída a primeira parte do edifício.
Em 1926 foi projetada a parte leste.
Ao final da obra, em 1933, o Majestic possuía sete pavimentos na ala leste e cinco na parte oeste.
O desenho do prédio mistura diversos estilos arquitetônicos, com dimensões grandiosas.


Visitando a imponente construção, Caio e Elen ficaram impressionados, visto que a construção é imensa.


Mais tarde, conheceram o Palácio Piratini, que descobriram ser a atual sede do Poder Executivo e a residência oficial do governador do estado do Rio Grande do Sul.
O casal descobriu que o prédio, localizado na Praça Marechal Deodoro, conhecida como Praça da Matriz, no Centro Histórico de Porto Alegre, teve início da construção em 1909, e sua inauguração ocorreu em 1921, quando o governador Borges de Medeiros (1863-1961) ocupou as instalações do pavimento térreo.


Caminharam também, pelas ruas do Centro Histórico de Porto Alegre, e visitaram a Praça da Matriz e Praça da Alfândega, onde avistaram a Catedral Metropolitana, e ficaram deslumbrados com sua beleza e imponência, ao adentrarem a grande construção.
No passeio, viram novamente: o Palácio Piratini (sede do governo), o Theatro São Pedro; e conheceram o Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS), além do Farol Santander.


Passeando pelo local, descobriram que a Rua da Praia tem aproximadamente dois quilômetros, mas duas metades muito diferentes.
Caminhando pelo local, constataram que a região entre a Usina do Gasômetro e a Praça da Alfândega é histórica e cercada por árvores, com um calçamento charmoso, alguns sebos e vários bares com mesas na calçada.
E entre a Praça e a região da Santa Casa de Misericórdia, trata-se de um espaço urbanizado, com muitos pedestres, lojas de roupas e de calçados, além de  prédios de escritórios.
Cuidadosos, o casal tirou algumas fotos.


Também conheceram a Estátua do Laçador, monumento da cidade de Porto Alegre.
Representação do gaúcho “pilchado”.
Elen leu que esta estátua foi definida por lei municipal como Símbolo Oficial de Porto Alegre em 1992, e sua autoria era do escultor pelotense Antônio Caringi.
Estátua foi tombada como patrimônio histórico de Porto Alegre em 2001.


Comeram durante o percurso, algumas das iguarias que compraram no café colonial.
Também almoçaram em restaurantes no Centro Histórico da cidade.
Elen comentou que em muitos aspectos, a capital do Rio Grande do Sul, lembrava São Paulo.
Caio concordou.
Salientando que como toda cidade, cada qual tem suas particularidades.
Elen concordou e destacou que São Paulo não tem o Rio Guaíba.  

 

Dias depois, pegaram um avião e voltaram para São Paulo.


Mais tarde, consumiram algumas das comidas compradas no Sul ao chegar em casa, recordando-se dos passeios que fizeram, enquanto saboreavam as iguarias.
Caio por seu turno, comentou que já estava com saudades de Gramado e Canela.
Elen concordou, acrescentando que o passeio, de fato, foi maravilhoso.

 

Ao voltarem a São Paulo, comentaram sobre a viagem de lua-de-mel, e os passeios que fizeram.
Trouxeram alguns presentes para as pessoas mais próximas.
Elen comentou que se pudesse, traria presente para todos, mas não foi possível.
Caio por sua vez, resolveu comprar muitos chocolates e bombons sortidos.
Durante o passeio sugeriu presentear os amigos, com alguns chocolates.
Elen concordou.
A moça rindo, disse que quase precisou comprar outra mala para trazer os doces.
Caio brincando, disse que Gramado e Canela, são duas cidades muito doces.
Ao ouvirem isto, a turma toda riu.
Marcos complementou que a canela era doce.
Aline comentou que ele não tinha jeito.
Nisto, enquanto todos conversavam, Elen ia distribuindo os doces.
A moça auxiliada por sua mãe, embalou os doces em papel celofane, fechado com uma fita de cetim.
Aline fez diversos laços para enfeitar as lembrancinhas.
As pessoas ao receberem as lembranças, agradeceram.
Naiara e Samuel, Aline e Marcos, Clara e Rodrigo, Janice e Cláudio, e até Sandra e José, receberam os docinhos.
Cuidadosa, Elen escreveu uma mensagem que deixou junto com os doces.
No bilhetinho, um recado que dizia: “Que este seja um dos momentos mais doces de suas vidas.”
Caio brincando, disse que sua mulher era muito sentimental.


Com efeito, o casal adotou o namoro santo.
Assim, somente após o casamento, passaram a ter intimidade sexual.  
Casaram-se, e após algum tempo de casados, tiveram Paulo.
A moça descobriu após fazer um teste de gravidez.
Após realizar alguns exames, a jovem contou a mãe a novidade.
Aline ficou muito feliz.
Comentou que finalmente, seria avó.
A moça ao ver a reação da mãe, ficou surpresa.
Perguntou:
- A senhora está feliz?
Aline respondeu afirmativamente.
Animada disse que quando a criança nascesse a paparicaria, e cobriria de mimos.
Rindo, disse que avós estragavam os netos, e que os filhos tinham o trabalho de educar as crianças.
Elen retrucou:
- Ah é?
Aline caiu na risada.


Mais tarde, a moça contou a Caio, que ficou muito feliz com a notícia.
Animado, carregou a moça no colo.                     
Aline ao ver a cena, pediu ao moço que tivesse cuidado.
Marcos que estava presente, riu.

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