A HISTÓRIA DE TODOS NÓS
CAPÍTULO 55
Em um encontro marcado em um restaurante, Naiara e Samuel comentaram bastantes detalhes sobre a viagem de lua-de-mel que fizeram alguns anos atrás.
Quando o casal contava detalhes da viagem, todos comentavam que tinha vontade de viver a experiência.
De tanto falarem que tudo era lindo, e que tinham vontade de fazer a mesma viagem, Naiara e Samuel perguntaram por que não faziam.
E todos diziam que era muito caro.
Naiara e Samuel respondiam que não era barato mesmo, mas que era uma viagem que valia muito a pena.
Aconselhavam todos a economizarem, e se programarem financeiramente para isto.
Ressaltavam que este era um bom investimento, uma experiência que os deixariam mais ricos, de um jeito que nenhuma riqueza material poderia proporcionar.
Nisto, propuseram que eles poderiam combinar e viajar juntos para algum lugar.
E quanto a proposta de viajarem juntos, a turma, ficou de pensar no assunto com carinho.
E todos pensaram bastante no assunto.
Quando o casal contava detalhes da viagem, todos comentavam que tinha vontade de viver a experiência.
De tanto falarem que tudo era lindo, e que tinham vontade de fazer a mesma viagem, Naiara e Samuel perguntaram por que não faziam.
E todos diziam que era muito caro.
Naiara e Samuel respondiam que não era barato mesmo, mas que era uma viagem que valia muito a pena.
Aconselhavam todos a economizarem, e se programarem financeiramente para isto.
Ressaltavam que este era um bom investimento, uma experiência que os deixariam mais ricos, de um jeito que nenhuma riqueza material poderia proporcionar.
Nisto, propuseram que eles poderiam combinar e viajar juntos para algum lugar.
E quanto a proposta de viajarem juntos, a turma, ficou de pensar no assunto com carinho.
E todos pensaram bastante no assunto.
Por fim, depois de muito pensarem, fazendo planos de como economizariam dinheiro, acabaram se decidindo em fazer a viagem juntos.
E assim, economizando, ao término de um ano e meio, Elen e Caio, Naiara e Samuel, Clara e Rodrigo, Janice e Cláudio, Aline e Marcos, com a economia feita, estavam com a viagem marcada, passagens aéreas compradas, diárias de hotel realizadas.
Animados, sempre que se encontravam diziam que era somente alguns meses, e estariam todos de malas prontas para embarcar em uma bela viagem por um local muito famoso de peregrinação católica.
Sandra e José também se programaram para a viagem.
E assim, sempre que se encontravam com a filha e o genro, diziam que não viam a hora de fazer a viagem.
Sandra certa vez, comentou que nunca havia feito uma viagem ao exterior.
José respondeu que também não.
E assim, economizando, ao término de um ano e meio, Elen e Caio, Naiara e Samuel, Clara e Rodrigo, Janice e Cláudio, Aline e Marcos, com a economia feita, estavam com a viagem marcada, passagens aéreas compradas, diárias de hotel realizadas.
Animados, sempre que se encontravam diziam que era somente alguns meses, e estariam todos de malas prontas para embarcar em uma bela viagem por um local muito famoso de peregrinação católica.
Sandra e José também se programaram para a viagem.
E assim, sempre que se encontravam com a filha e o genro, diziam que não viam a hora de fazer a viagem.
Sandra certa vez, comentou que nunca havia feito uma viagem ao exterior.
José respondeu que também não.
E assim, passaram os meses.
Sempre que se encontravam, aproveitavam para falar dos planos que estavam fazendo para a viagem.
Pesquisavam na internet sobre os lugares de peregrinação, e conversavam sobre isto.
José dizia que estava animado.
Clara e Rodrigo disseram que iriam ao local para agradecer uma graça alcançada.
Neste momento, três crianças entraram no recinto, e começaram a correr de um lado para outro.
Clara ao ver a cena, chamou a atenção das crianças.
Disse-lhes que estavam em um local público e que não deveriam fazer bagunça.
As crianças eram Sara, Ester e Jessé, que ao ouvirem a moça, pararam de correr e pediram desculpas.
Sandra e José comentou que o casal estava criando muito bem os filhos.
Com efeito, a mulher relatou que ultimamente via muitas crianças mal educadas, e os pais não chamavam a atenção das crianças, deixando fazer o que bem entendessem.
José elogiou Clara dizendo que criança precisa ter liberdade sim, mas também tem que respeitar o espaço dos outros.
Clara concordou.
Salientou porém que não era nada fácil criar três crianças.
- Eu imagino! - respondeu Sandra.
Lia chegou para integrar o grupo, juntamente com Paulo e Tereza.
João, Carlos e Lourenço, eram um pouco menores, de forma que passavam mais tempo com os pais, do que brincando com outras crianças.
De vez em quando Natália, chamava os pequenos para brincar com eles.
Clara, Naiara e Elen, ficaram aflitas, e diziam entre risos, que aquelas crianças iriam pôr o restaurante de pernas por ar.
Aline, Janice comentaram seus respectivos filhos Lourenço e Carlos, agora que estavam andando, bagunçavam toda a casa.
Sempre que se encontravam, aproveitavam para falar dos planos que estavam fazendo para a viagem.
Pesquisavam na internet sobre os lugares de peregrinação, e conversavam sobre isto.
José dizia que estava animado.
Clara e Rodrigo disseram que iriam ao local para agradecer uma graça alcançada.
Neste momento, três crianças entraram no recinto, e começaram a correr de um lado para outro.
Clara ao ver a cena, chamou a atenção das crianças.
Disse-lhes que estavam em um local público e que não deveriam fazer bagunça.
As crianças eram Sara, Ester e Jessé, que ao ouvirem a moça, pararam de correr e pediram desculpas.
Sandra e José comentou que o casal estava criando muito bem os filhos.
Com efeito, a mulher relatou que ultimamente via muitas crianças mal educadas, e os pais não chamavam a atenção das crianças, deixando fazer o que bem entendessem.
José elogiou Clara dizendo que criança precisa ter liberdade sim, mas também tem que respeitar o espaço dos outros.
Clara concordou.
Salientou porém que não era nada fácil criar três crianças.
- Eu imagino! - respondeu Sandra.
Lia chegou para integrar o grupo, juntamente com Paulo e Tereza.
João, Carlos e Lourenço, eram um pouco menores, de forma que passavam mais tempo com os pais, do que brincando com outras crianças.
De vez em quando Natália, chamava os pequenos para brincar com eles.
Clara, Naiara e Elen, ficaram aflitas, e diziam entre risos, que aquelas crianças iriam pôr o restaurante de pernas por ar.
Aline, Janice comentaram seus respectivos filhos Lourenço e Carlos, agora que estavam andando, bagunçavam toda a casa.
Aline falou que o filho era muito bagunceirinho, deixando tudo fora do lugar.
A mulher comentou entre risadas, que havia tanto tempo que vivera esta experiência, que estava precisando se adaptar novamente.
Comentou que hoje em dia as crianças estão muito mais elétricas.
Marcos concordou, dizendo que já estava muito velho para isto.
Ressaltou que estava muito feliz em ser pai, mas não tinha ideia de quanto trabalho isto dava.
Janice ao ouvir isto, comentou rindo, que compartilhava esta dor.
Ressaltou que Carlos também não podia ver nada no lugar, que ele ia lá e retirava.
Salientou que não sabia mais o que fazer para deixar a casa em ordem.
Nisto, as mulheres perguntaram se Cláudio, se incomodava com isto.
A mulher comentou entre risadas, que havia tanto tempo que vivera esta experiência, que estava precisando se adaptar novamente.
Comentou que hoje em dia as crianças estão muito mais elétricas.
Marcos concordou, dizendo que já estava muito velho para isto.
Ressaltou que estava muito feliz em ser pai, mas não tinha ideia de quanto trabalho isto dava.
Janice ao ouvir isto, comentou rindo, que compartilhava esta dor.
Ressaltou que Carlos também não podia ver nada no lugar, que ele ia lá e retirava.
Salientou que não sabia mais o que fazer para deixar a casa em ordem.
Nisto, as mulheres perguntaram se Cláudio, se incomodava com isto.
Janice respondeu que surpreendentemente não.
Destacou que muitas vezes o homem dizia para ela não se estressar.
Apenas recomendava que não deixasse produtos de limpeza de fácil alcance para ele, ou objetos cortantes.
Janice comentou que ser mãe era muito bom, mas o menino dava trabalho.
Nisto, comentou com Naiara que ela devia estar lidando melhor com João do que elas, já que não fazia muito tempo, que tivera Natália.
A moça respondeu que não fazia muita diferença não, já que tinha duas crianças para cuidar.
Sandra por sua vez, comentou que filho, independente da idade que tenha, sempre dá trabalho.
Destacou que depois que crescem, começa a preocupação com as saídas noturnas, os namorados, as namoradas...
José contou que filhos, são uma preocupação eterna.
Destacou que muitas vezes o homem dizia para ela não se estressar.
Apenas recomendava que não deixasse produtos de limpeza de fácil alcance para ele, ou objetos cortantes.
Janice comentou que ser mãe era muito bom, mas o menino dava trabalho.
Nisto, comentou com Naiara que ela devia estar lidando melhor com João do que elas, já que não fazia muito tempo, que tivera Natália.
A moça respondeu que não fazia muita diferença não, já que tinha duas crianças para cuidar.
Sandra por sua vez, comentou que filho, independente da idade que tenha, sempre dá trabalho.
Destacou que depois que crescem, começa a preocupação com as saídas noturnas, os namorados, as namoradas...
José contou que filhos, são uma preocupação eterna.
Com efeito, a turma quando se reunia com as crianças, era atração por onde passavam.
Pois era um grupo grande de adultos e de crianças, as quais brincavam, faziam um pouco de bagunça, mas sabiam respeitar seus pais, e obedeciam quando lhe davam ordens para pararem de fazer tumulto.
Com isto, os casais, levavam brinquedos, canetinhas coloridas e lápis de cor, e cadernos com desenhos e atividades para entreter as crianças.
E as crianças ficavam sentadas e brincando até a hora do almoço.
Naiara, Aline e Janice, davam comida para as crianças pequenas, e Clara também ajudava Jessé a comer.
As outras crianças maiores, se alimentavam sozinhas.
Vários clientes ficavam observando as crianças e o modo educado como se comportavam a mesa.
Marcos, aproveitou uma dessas ocasiões, para tirar fotos dos amigos e das crianças.
Comentou que estava registrando estes momentos, para deixar como recordação.
Aline comentou que esta era uma ótima ideia.
Uma dessas fotos com Aline, Lourenço e Marcos, estava em um porta-retrato na casa deles.
Também havia porta-retratos com fotos com Paulo e Tereza, além de Elen e Caio.
Pois era um grupo grande de adultos e de crianças, as quais brincavam, faziam um pouco de bagunça, mas sabiam respeitar seus pais, e obedeciam quando lhe davam ordens para pararem de fazer tumulto.
Com isto, os casais, levavam brinquedos, canetinhas coloridas e lápis de cor, e cadernos com desenhos e atividades para entreter as crianças.
E as crianças ficavam sentadas e brincando até a hora do almoço.
Naiara, Aline e Janice, davam comida para as crianças pequenas, e Clara também ajudava Jessé a comer.
As outras crianças maiores, se alimentavam sozinhas.
Vários clientes ficavam observando as crianças e o modo educado como se comportavam a mesa.
Marcos, aproveitou uma dessas ocasiões, para tirar fotos dos amigos e das crianças.
Comentou que estava registrando estes momentos, para deixar como recordação.
Aline comentou que esta era uma ótima ideia.
Uma dessas fotos com Aline, Lourenço e Marcos, estava em um porta-retrato na casa deles.
Também havia porta-retratos com fotos com Paulo e Tereza, além de Elen e Caio.
As crianças por seu turno, não entendiam direito, o que era uma viagem internacional.
Desta forma, em sua imaginação, cada uma delas fazia uma ideia do que seria esta viagem.
Jessé então, falou que eles iriam de foguete para o lugar.
Lia, ao ouvir isto, achou graça, tanto que comentou:
- De foguete, que ideia!
Ester comentou que de foguete não sabia se era, mas queria chegar lá rápido; todavia comentou desanimada, que sua mãe lhe disse que a viagem era longa.
Lia relatou que se as pessoas pudessem se teletransportar, eles chegariam no país, num piscar de olhos.
Todos aprovaram a ideia.
Nisto Sara perguntou se não havia uma coisa que os Santos faziam, e que os permitia estar em dois lugares ao mesmo tempo.
Natália comentou que sua mãe lhe contou que isto se chamava bilocação.
Mas destacou que este é um carisma concedido apenas a alguns Santos.
Sara lamentou:
- Que pena!
Ao ouvir isto, tanto as crianças como os adultos riram.
Janice, Sandra e Aline, comentaram que as crianças são realmente surpreendentes.
Marcos e Cláudio, comentaram que aquele era apenas o começo.
Os homens destacaram que eles ainda ririam muito com aquelas crianças.
Desta forma, em sua imaginação, cada uma delas fazia uma ideia do que seria esta viagem.
Jessé então, falou que eles iriam de foguete para o lugar.
Lia, ao ouvir isto, achou graça, tanto que comentou:
- De foguete, que ideia!
Ester comentou que de foguete não sabia se era, mas queria chegar lá rápido; todavia comentou desanimada, que sua mãe lhe disse que a viagem era longa.
Lia relatou que se as pessoas pudessem se teletransportar, eles chegariam no país, num piscar de olhos.
Todos aprovaram a ideia.
Nisto Sara perguntou se não havia uma coisa que os Santos faziam, e que os permitia estar em dois lugares ao mesmo tempo.
Natália comentou que sua mãe lhe contou que isto se chamava bilocação.
Mas destacou que este é um carisma concedido apenas a alguns Santos.
Sara lamentou:
- Que pena!
Ao ouvir isto, tanto as crianças como os adultos riram.
Janice, Sandra e Aline, comentaram que as crianças são realmente surpreendentes.
Marcos e Cláudio, comentaram que aquele era apenas o começo.
Os homens destacaram que eles ainda ririam muito com aquelas crianças.
Em outro encontro, as crianças comentaram que por irem a um lugar santo, iriam encontrar muitos Santos pelo caminho.
Lourenço, falou:
- Eu vou ver muitos anjinhos!
Ao ouvir isto, as crianças sorriram.
O menino, ao perceber a reação das outras crianças, também riu.
Sara por sua vez, perguntou como saberia se visse algum Santo.
Pedro e Tereza comentaram que era só ver uma aureola em volta da cabeça do Santo.
Natália destacou que os Santos estão todos no céu.
Salientou que que quem está na terra, ainda está caminhando para a santidade, então não fazia sentido encontrar Santos na terra.
Pedro e Sara questionaram.
Disseram que antes de ir para o céu, os Santos passaram pela terra.
De forma que havia Santos na terra.
Lia ressaltou que sim, mas não era possível saber quem são e nem onde estão.
Destacou que só iremos saber quando todos formos para o céu.
As crianças ao ouvirem isto, concordaram.
Disseram que fazia sentido.
Sandra e Janice, ao ouvir a conversa das crianças, ficaram comovidas.
Lourenço, falou:
- Eu vou ver muitos anjinhos!
Ao ouvir isto, as crianças sorriram.
O menino, ao perceber a reação das outras crianças, também riu.
Sara por sua vez, perguntou como saberia se visse algum Santo.
Pedro e Tereza comentaram que era só ver uma aureola em volta da cabeça do Santo.
Natália destacou que os Santos estão todos no céu.
Salientou que que quem está na terra, ainda está caminhando para a santidade, então não fazia sentido encontrar Santos na terra.
Pedro e Sara questionaram.
Disseram que antes de ir para o céu, os Santos passaram pela terra.
De forma que havia Santos na terra.
Lia ressaltou que sim, mas não era possível saber quem são e nem onde estão.
Destacou que só iremos saber quando todos formos para o céu.
As crianças ao ouvirem isto, concordaram.
Disseram que fazia sentido.
Sandra e Janice, ao ouvir a conversa das crianças, ficaram comovidas.
Mais tarde, conversando em um local mais reservado, comentaram que era um pecado o que estavam fazendo com as crianças neste mundo tão caótico.
As mulheres disseram que somente a pureza das crianças, permitia conversas como aquela que as meninas e os meninos tiveram.
Aline, ao se aproximar, perguntou sobre o que estava falando.
Sandra e Janice, comentaram que as crianças eram puras, mas que a infância estava sofrendo um grande ataque, e que esta mentalidade do mundo, não permitia muitas vezes, conversas como a que ouviram entre a garotada, momentos atrás.
Nisto explicaram a conversa que ouviram.
Aline concordou, e disse que faria todo o possível para não deixar Lourenço se contaminar. Ressaltou que criança tem que ser criança, pensar e agir como criança.
As outras mulheres, concordaram.
As mulheres disseram que somente a pureza das crianças, permitia conversas como aquela que as meninas e os meninos tiveram.
Aline, ao se aproximar, perguntou sobre o que estava falando.
Sandra e Janice, comentaram que as crianças eram puras, mas que a infância estava sofrendo um grande ataque, e que esta mentalidade do mundo, não permitia muitas vezes, conversas como a que ouviram entre a garotada, momentos atrás.
Nisto explicaram a conversa que ouviram.
Aline concordou, e disse que faria todo o possível para não deixar Lourenço se contaminar. Ressaltou que criança tem que ser criança, pensar e agir como criança.
As outras mulheres, concordaram.
Mais tarde, nos jardins do local onde funcionava um restaurante, aproveitaram para antes da refeição, deixar as crianças correrem.
O grupo, apenas recomendou as crianças que não chegassem perto do lago, e nem esbarrassem ou trombassem nas pessoas.
Sara, Ester e Jessé – filhos de Clara e Rodrigo; Paulo e Tereza – filhos de Elen e Caio; Natália – filha de Naiara e Samuel, correram pelo parque.
Mais tarde, as crianças brincaram com João, irmão de Lia; Lourenço – filho de Aline e Marcos; e Carlos – filho de Janice e Cláudio.
As crianças maiores, levaram as menores pelas mãos.
Jessé, também foi auxiliado por Sara.
O grupo, apenas recomendou as crianças que não chegassem perto do lago, e nem esbarrassem ou trombassem nas pessoas.
Sara, Ester e Jessé – filhos de Clara e Rodrigo; Paulo e Tereza – filhos de Elen e Caio; Natália – filha de Naiara e Samuel, correram pelo parque.
Mais tarde, as crianças brincaram com João, irmão de Lia; Lourenço – filho de Aline e Marcos; e Carlos – filho de Janice e Cláudio.
As crianças maiores, levaram as menores pelas mãos.
Jessé, também foi auxiliado por Sara.
E a turma adorava estas reuniões, e com o nascimento das crianças, os encontros passaram a ser em restaurantes, ou em salões de festas, quando era comemorado o aniversário de alguma das crianças.
Com efeito, o pessoal se encontrava em barezinhos, quando estavam desacompanhados das crianças.
Mas estes encontros passaram a escassear.
Isto por que todos eles, ou a maioria tinha filhos pequenos, e adoravam estar em companhia das crianças.
A esta altura, Marcos se tornou fotografo dos eventos do grupo.
Animado, o homem comprou uma câmera sofisticada e passou a tirar fotos do pessoal, das crianças, dos passeios e dos eventos que faziam.
Com o tempo, o homem convenceu Aline a aprender a usar o equipamento.
E aos poucos, a mulher passou a tirar fotos com o marido.
Caio, Samuel, Cláudio e José diziam que o casal eram os fotógrafos oficiais dos eventos da turma.
Com efeito, quando a família de Marcos queria fazer uma foto, era Samuel ou Caio quem tirava as fotos.
E assim, os dois também aprenderam a utilizar o equipamento.
Com efeito, o pessoal se encontrava em barezinhos, quando estavam desacompanhados das crianças.
Mas estes encontros passaram a escassear.
Isto por que todos eles, ou a maioria tinha filhos pequenos, e adoravam estar em companhia das crianças.
A esta altura, Marcos se tornou fotografo dos eventos do grupo.
Animado, o homem comprou uma câmera sofisticada e passou a tirar fotos do pessoal, das crianças, dos passeios e dos eventos que faziam.
Com o tempo, o homem convenceu Aline a aprender a usar o equipamento.
E aos poucos, a mulher passou a tirar fotos com o marido.
Caio, Samuel, Cláudio e José diziam que o casal eram os fotógrafos oficiais dos eventos da turma.
Com efeito, quando a família de Marcos queria fazer uma foto, era Samuel ou Caio quem tirava as fotos.
E assim, os dois também aprenderam a utilizar o equipamento.
Com isto, até Sandra e José passaram a participar dos eventos.
Naiara e Samuel viviam convidando o casal.
A moça dizia era uma turma legal, e que eles não ficariam deslocados.
Sandra concordou, e disse que Aline e Janice, regulavam sua idade.
Assim aos poucos, a mulher passou a ir aos eventos do grupo.
De vez em quando, o casal ia aos encontros em barezinhos.
Naiara e Samuel viviam convidando o casal.
A moça dizia era uma turma legal, e que eles não ficariam deslocados.
Sandra concordou, e disse que Aline e Janice, regulavam sua idade.
Assim aos poucos, a mulher passou a ir aos eventos do grupo.
De vez em quando, o casal ia aos encontros em barezinhos.
José conversava bastante com os rapazes e as moças.
Dizia que Caio era meio maluquinho, mas muito gente boa.
Comentava que ele era batalhador e esforçado.
Sandra destacou que Aline dizia que seu genro era uma ótima pessoa.
Conversando a sós no carro, na volta para casa, após uma reunião com o grupo, o casal comentou que Aline gostava muito de Caio.
Dizia que Caio era meio maluquinho, mas muito gente boa.
Comentava que ele era batalhador e esforçado.
Sandra destacou que Aline dizia que seu genro era uma ótima pessoa.
Conversando a sós no carro, na volta para casa, após uma reunião com o grupo, o casal comentou que Aline gostava muito de Caio.
Sandra recordou-se então, de um episódio que Aline contou em que defendeu o genro, que havia quebrado um vaso que Elen havia ganho de presente de uma colega, e do qual gostava muito.
Caio porém, brincando de bola com Paulo, quebrou o bendito vaso.
Elen ao descobrir que o vaso foi quebrado por uma peraltice da dupla, ficou bem chateada.
Nervosa, disse que Caio era o mais velho dos dois, e que deveria ter mais juízo que o filho.
Aline ao ver a cena, pediu a filha para se acalmar.
Comentou que aquilo foi um acidente, e que ela iria repor o vaso.
Elen relatou que não era apenas pelo vaso, mas também pelo fato que Paulo poderia ter se cortado.
Aline respondeu que Caio, não deixaria o menino se cortar.
Disse rindo, que o vaso quebrou bem longe dos dois.
Com efeito, depois de alguns dias, Aline presenteou a filha com um vaso muito mais bonito e repleto de flores.
A moça agradeceu, e constrangida, comentou que agora percebia que tinha exagerado na bronca.
Caio por seu turno, comprou flores, e Aline comentou que as flores do vaso, eram um presente do moço, que queria se desculpar com ela.
Com efeito, em virtude da arte, Caio e Paulo, tiveram que limpar a sala.
O menino varreu a sala e Caio, teve que limpar as marcas de mão deixadas na parede.
Caio e Paulo, organizaram as coisas que ficaram fora de lugar, e limparam os móveis e os livros e objetos de decoração, e depois os guardaram em seus devidos lugares.
Elen recolheu os cacos do vaso, enrolou-os em papel, colocou-os em uma sacola, amarrou, e depois jogou no lixo.
Caio porém, brincando de bola com Paulo, quebrou o bendito vaso.
Elen ao descobrir que o vaso foi quebrado por uma peraltice da dupla, ficou bem chateada.
Nervosa, disse que Caio era o mais velho dos dois, e que deveria ter mais juízo que o filho.
Aline ao ver a cena, pediu a filha para se acalmar.
Comentou que aquilo foi um acidente, e que ela iria repor o vaso.
Elen relatou que não era apenas pelo vaso, mas também pelo fato que Paulo poderia ter se cortado.
Aline respondeu que Caio, não deixaria o menino se cortar.
Disse rindo, que o vaso quebrou bem longe dos dois.
Com efeito, depois de alguns dias, Aline presenteou a filha com um vaso muito mais bonito e repleto de flores.
A moça agradeceu, e constrangida, comentou que agora percebia que tinha exagerado na bronca.
Caio por seu turno, comprou flores, e Aline comentou que as flores do vaso, eram um presente do moço, que queria se desculpar com ela.
Com efeito, em virtude da arte, Caio e Paulo, tiveram que limpar a sala.
O menino varreu a sala e Caio, teve que limpar as marcas de mão deixadas na parede.
Caio e Paulo, organizaram as coisas que ficaram fora de lugar, e limparam os móveis e os livros e objetos de decoração, e depois os guardaram em seus devidos lugares.
Elen recolheu os cacos do vaso, enrolou-os em papel, colocou-os em uma sacola, amarrou, e depois jogou no lixo.
Nisto, Sandra e José por sua vez, disseram que Naiara e Samuel tinham ótimos amigos.
José acrescentou que sua filha e o genro estavam formando uma bela família.
A mulher concordou.
José acrescentou que sua filha e o genro estavam formando uma bela família.
A mulher concordou.
E assim, o grupo foi construindo ao longo dos anos e do tempo, memórias afetivas e boas amizades.
Reuniam-se, e comentavam que estavam se organizando para viajarem juntos.
Faziam projetos, planejavam passeios.
Reuniam-se, e comentavam que estavam se organizando para viajarem juntos.
Faziam projetos, planejavam passeios.
Quando a viagem se aproximou, estavam todos de malas prontas.
Encontraram-se todos no aeroporto.
Encontraram-se todos no aeroporto.
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