A HISTÓRIA DE TODOS NÓS 


CAPÍTULO 60


Mais tarde, em peregrinação pela região, conheceram as igrejas, visitaram os lugares turísticos, rezaram muitos Terços e Rosários, acompanharam missas.


Durante a noite, Clara teve um sonho um tanto estranho.
Sozinha, andando em meio a escuridão da noite, se deparou com pessoas estranhas circulando pelas ruas.
E em meio a escuridão, conseguia caminhar com a claridade do luar, pois não havia nenhuma luminosidade em nenhum lugar.
No sonho, sua mãe lhe pedia para ir a um mercadinho, comprar algumas coisas para ela, e curiosamente, no local havia um gerador, e por isto estava funcionando.
E este era o único comércio próximo que funcionava, devido à falta de luz.
Toda a região estava às escuras, não havendo outro estabelecimento funcionando.  
Ao chegar no local, depois de caminhar algum tempo, Clara comprou o que precisava, e voltou para casa. 
Caminhando na mesma escuridão e avistando pessoas muito estranhas, voltou para casa.


Naiara por sua vez, sonhou que precisava ir ao trabalho, e estava em um ponto de ônibus já fazia algum tempo, e nada da condução aparecer.
E conforme o tempo passava, mais pessoas apareciam.
Em dado momento, todos perceberam que não haveria condução, e precisavam voltar para casa.
No sonho porém, Naiara percebeu que precisaria andar uma longa distância para chegar em casa.
Nisto, adentrou um prédio, sendo recebida por uma senhora, que pediu para tirar seus sapatos enlameados.
Naiara retirou o calçado.
A mulher limpou os sapatos.
Com efeito, após algum tempo, com os sapatos limpos, Naiara prosseguiu com sua caminhada.     
Agradeceu a mulher e saiu.
Percebeu ao sair do ponto de ônibus, que as pessoas também caminhavam.
E estranho ..., pareciam caminhar sem saberem direito para onde iam. Sem saber onde queriam ir.
E eram muitas pessoas fazendo a mesma coisa que ela.


No dia seguinte, as mulheres se encontraram no café da manhã, cumprimentaram-se.
Sentaram-se juntas à mesa, juntamente com suas famílias.
Comentaram sobre a viagem, de como tudo estava sendo lindo, interessante e fantástico.
Naiara e Clara comentaram que a atmosfera do lugar era tão impressionante, que parecia interferir até no que se sonhava.
Ao ouvir estas palavras, Rodrigo e Samuel perguntaram o que haviam sonhado de tão impactante para causar esta impressão.   


E assim, ambas relataram seus sonhos.    
Os rapazes, ao ouvirem o relato do sonho de ambas, ficaram curiosos.
Naiara comentou que já havia sonhado algo parecido, outra vez, e no sonho anterior, ficou na casa da senhora, saindo depois de algumas horas.


Clara comentou que aquele sonho parecia um sonho recorrente, pois havia se lembrado de haver sonhado algo parecido outras vezes também. 
Ao perceber isto, admirou-se, e chegou a perguntar-se o que havia de tão especial naquele sonho, para sonhar com aquela circunstâncias tantas vezes.
Questionou o fato de sua falecida mãe, aparecer no sonho pedindo para ela fazer compras.
Intrigada, relatou não entender que o tudo aquilo significava, ou se não tinha significado nenhum.


Rodrigo ao perceber isto, orientou-a a deixar esta preocupação de lado, e que se de fato, o sonho trazia alguma mensagem, se era algo que ela deveria entender; de fato com o tempo, seria dada a resposta, e ela entenderia o que tudo aquilo significava.  
Naiara comentou que seu sonho também apresentava estranhezas, e destacou que quase nenhum sonho fazia sentido, e que tentar interpretá-los só as fariam ficar encucadas.
Samuel pontou que os sonhos traziam curiosidades, mas provavelmente era apenas um sonho, não cabendo inquietações sobre isto.
Destacou que como Rodrigo dissera, que se fosse um aviso, um alerta, com o tempo, elas entenderiam o significado, e o que fazer com aquelas informações.
Lia, ao ouvir a conversa, perguntou sobre o que eles estavam falando.
Samuel disse que eram os sonhos malucos que às vezes as pessoas costumam ter.
Orientou a criança a não se preocupar, pois os sonhos muitas vezes não fazem sentido.


João, sentadinho em uma cadeira de alimentação, batia as mãos na cadeira.
Resmungou que queria papar.
Naiara então pegou algumas frutas que foram servidas,  colocou-as em um prato, e serviu o menino, que comeu tudo com bastante apetite.
Sandra e José ao verem a cena, comentaram que ver o menino comendo com um boca tão boa, que dava gosto de ver.
Lia enciumada, respondeu que também comia bem.
Sandra concordou.
Disse sorrindo que ela não precisava ficar com ciúmes.
Argumentou que normalmente crianças na idade de João, costumam ser mais enjoadinhas para comer.
Nisto Natália perguntou se quando tinha a idade de João, também comia tudo que aparecia na frente.
Ao ouvir isto, o casal riu.


José respondeu rindo, que nem tanto.
Disse que a neta deu trabalho, no quesito alimentação.
Comentou que ela comia só determinados alimentos.
Preocupado, comentou que em dados momentos achou que ela iria morrer de inanição.
Natália ao ouvir isto, respondeu que seu avô era muito exagerado.
Nisto, Aline, Marcos chegaram com o pequeno Lourenço no colo.
Ao ouvirem o relato de José caíram na risada.
Marcos perguntou se isto era sério.
José rindo, disse que não.
Comentou que de fato não chegou a tanto, mas relatou que era preocupante, pois a menina comia muito pouco mesmo.


Naiara concordou, relatou que por conta disto, colocava vitaminas no leite da criança.
Destacou que irritada, chegou a colocar Lia de castigo, para pressioná-la para comer, mas não adiantou.
Lembrou que a garota ficava por mais de uma hora olhando para a comida, chorando, e dava apenas algumas colheradas.
Com isto, cansada de ver a cena, Naiara acabava liberando a filha do castigo.
Sandra comentou que todos ficavam preocupados.
Contudo destacou que isto era coisa do passado.
Salientou que hoje come tudo o que oferecem a ela, e que é difícil a menina recusar algum tipo de comida.
Samuel rindo, comentou: 
- Quem te viu, quem te vê!


Sara, Ester e Jessé, por sua vez, também estavam comendo frutas e pão no café da manhã, além de alguns salgados e pizza.
Como eram pequenos, o casal cortava os alimentos para que eles pudessem comer.
Naiara e Samuel também auxiliaram.
Mais tarde chegou Elen e Caio, com Paulo e Tereza, um pouco maiores que os filhos de Clara.


E por fim, Janice e Cláudio, com Carlos.
Ao todos seis casais e nove crianças.
Foram agrupadas três mesas, que os funcionários do restaurante organizaram, e todos tomaram o café da manhã juntos.
As crianças reunidas, comentaram que o café estava muito gostoso, e alguns disseram que queriam este café da manhã em casa.
Os filhos de Clara pediram para a mãe providenciar o café da manhã igual aquele para eles.
O pessoal ao ouvir o pedido das crianças caiu na risada.
As crianças ao verem a reação dos adultos, também caiu na risada.
Lourenço respondeu que não funcionou.
Marcos e Aline comentaram que as crianças em hoje em dia estão muito afiadas.
Naiara disse:
- Criança tem cada ideia!       


Nisto, turma começou a contar as estrepolias que seus filhos aprontavam.
Naiara comentou que quando sua filha era pequena, ela dizia que adorava tomar sua soporinha.
A turma ao ouvir isto, perguntou do que se tratava.
A moça recordando-se da época que a filha tinha cerca de três anos, e ficava aguardando a comida. Disse que sopa era uma das poucas coisas que a garota gostava de comer.
Ao contar isto, lembrou-se da cena, da filha sentadinha e ansiosa pela comida.
Lia comia tudo com bastante apetite.
A jovem disse que ficava muito feliz ao ver a filha comendo a sopa.
Disse que aprendeu a fazer uma sopa bem caprichada com sua mãe.
Usava cenoura, batata, mandioquinha, repolho, cebola, e macarrão fininho.
Aline perguntou se ela mesma preparava a sopa.
Naiara respondeu que sim.
Nisto Samuel novamente comentou brincando:
- Quem te viu, quem te vê!
Naiara retrucou dizendo entre risos, que ele estava sendo maldoso.
O homem comentou que com o passar dos anos, a mulher aprendeu a cozinhar, e fazia muitas coisas gostosas para os filhos.
A moça retrucou que não cozinhava somente para os filhos.
Rindo, o homem comentou que estava brincando.
Disse que Naiara cozinha para todos, embora notasse um favorecimento em relação as crianças.
Naiara então retrucou dizendo que cozinhava para todos.


Aline por sua vez, comentou que a vida nos levava a fazer muitas coisas que inicialmente não cogitávamos fazer. 
Destacou que se alguém dissesse que iriam fazer isto, não acreditariam.
Cláudio comentou que de fato a vida é uma caixinha de surpresas.    


Janice então comentou que de fato, as crianças tinham um vocabulário próprio, e que cabia aos pais decifrar.
A mulher comentou então, que recentemente o pequeno Carlos teve um acidente.
Recordou-se então que o menino empurrou uma cadeira perto de um armário, depois subiu nela, abriu a porta do móvel e pegou um recipiente contendo produto de limpeza.
Como o produto estava um pouco pesado para ele, o garoto ficou arrastando o produto que tombou, e parte do conteúdo caiu sobre ele.
Foi um berreiro só.
Quando Janice viu o menino todo sujo do produto de limpeza e boa parte do conteúdo no chão, se desesperou.
Nervosa, pegou o menino no colo, e tentou limpá-lo o melhor que pode.
Contudo, o olho de Carlos ficou muito vermelho.
Aflita, Janice chamou Cláudio e pediu para o marido se arrumar, pois precisariam ir ao Pronto Socorro.
O homem acordou sobressaltado.
Janice disse que Carlos virou um frasco de produto de limpeza em cima dele.
Nisto, o homem se arrumou apressadamente, pegou o menino no colo.
Carlos chorava e reclamava que o olho estava dolorido.
O casal levou a criança para o Pronto Socorro.     
Lá o menino foi atendido com certa rapidez.


O médico examinou a criança, e brincou com ele.
Perguntou o que havia acontecido e Janice explicou.
Nisto o médico pediu uns exames.
Também observou os olhos do garoto.
Com isto, o garoto realizou alguns exames, que depois foram encaminhados ao médico.
Observando os documentos, o médico receitou um colírio, e uma pomada.
Disse que de fato o olho ficou sensível devido a quantidade de produto que caiu nos olhos do garoto, mas que tudo iria ficar bem.
Contudo, caso houvesse algum problema, orientou que eles deveriam levar o menino novamente a um Pronto Socorro, ou até um profissional especializado para ver que tratamento seria prescrito.
Janice e Cláudio, ao ouvir o médico, agradeceram.
Nisto, a mulher recordou do trabalho que deu para fazer os exames nos olhos do menino, que não parava quieto.
Cláudio ressaltou que aplicar os remédios também deu trabalho, pois precisavam ser aplicados com o olho aberto.
O casal mencionou que era um berreiro danado.
Um deles sempre precisava segurar o menino e conversar com ele, explicando que quanto antes aceitasse o tratamento, mais rapidamente iria se recuperar.
Constataram que de fato não era agradável a aplicação, mas que era preciso, por que ele lesionou os olhos, que estavam sensíveis.
Senão ele não poderia brincar em casa e não iria voltar a escola e rever seus amiguinhos.
Carlos perguntou se não tomasse os remédios, não ia poder nunca mais voltar a escola.
Janice comentou que sem o tratamento, sua visão poderia ficar comprometida, ou seja com problemas, que iriam interferir no seu dia-a-dia, e talvez não pudesse brincar como fazia antes.
Carlos ao ouvir isto assustou-se, e acabou concordando com a aplicação do colírio e da pomada.
E assim, após uma semana, o garoto se recuperou totalmente.
Janice comentou que o acidente foi sério, mas não deixou sequelas.
Quem ouviu sobre o acidente, deu graças a Deus por tudo ter dado certo, apesar do susto.  
O casal comentou que rezou muito pela recuperação do filho.


Clara por sua vez, disse que as crianças costumavam mesmo fazê-los passar por alguns sustos.    
Rodrigo comentou que de fato, isto fazia parte do processo de ser pai.      
Recordou-se da dificuldade que tiveram para ter seus filhos.
Da luta para chegar Sara, a filha mais velha e a filha de tantas lágrimas e orações.
Destacou que os filhos que se seguiram, Ester e Jessé, nasceram sem dificuldades.
Destacou que Clara não teve mais abortos e nem precisou ficar de repouso, nas outras duas gestações.   
Clara agradecida, após o nascimento de Sara, convidou a todos para o batizado de sua filha.    
E recordou-se da feijoada servida, e da ajuda de Janice.


E a turma se recordou que mais tarde, Janice convidou todos novamente para visitar seu apartamento.
E desta vez, Clara ajudou Janice nos complementos para a feijoada.
Ajudou a preparar a carne para o feijão.
Rodrigo preparou um suco de laranja, Cláudio fez a caipirinha, e Janice preparou o feijão.
Clara preparou o arroz, a couve.
Sugeriu também deixar farinha, para quem quisesse se servir.
Nisto, a moça descobriu que ela possuía belas louças.
Animada montou uma mesa com louças azuis e flores.
Janice elogiou Clara, dizendo que ela era detalhista e cuidadosa.
A moça agradeceu.


Com efeito, aos poucos foram aparecendo os convidados.
Samuel e Naiara, Elen e Caio, Marcos e Aline, Sandra e José.
Ao se servirem da feijoada, comentaram que Janice estava fazendo feijoadas cada vez mais caprichadas.
Janice comentou que obteve o auxílio de Clara que ajudou a montar a mesa, e a preparar os acompanhamentos.
A turma relatou que aos poucos Clara iria aprender a receita.
A mulher destacou que adoraria que outras pessoas fizessem a receita.
Comentou rindo que adoraria poder dividir o trabalho.
Samuel respondeu que a feijoada era uma delícia.


Destacou ainda, que estava no aguardo de uma lasanha preparada por Sandra.
Sandra ao ouvir isto disse que poderia fazer, mas que gostaria de vê-lo preparando a receita.
O pessoal ao ouvir a resposta de Sandra, comentou brincando que ela tinha chamado ele na chincha.
Samuel comentou que estava perdido, ou fazia a lasanha, ou ela não cozinharia mais a lasanha para ele.
A turma ao ouvir isto, comentou que gostaria de ser convidada para o evento.       
Naiara contou rindo, que ele se lascou, pois agora ele quem teria que fazer a lasanha para todo mundo.
Rindo, Samuel comentou que o pessoal seria sua cobaia.
A moça ao ouvir a conversa do marido, destacou que ele cozinhava muito melhor do que ela, e que esta lasanha, com certeza ficaria muito boa.
Samuel rindo, comentou que estava sentindo-se um pouco pressionado.
Todo mundo começou a brincar, dizendo que estava esperando esta lasanha.
Sandra prometeu ajudar a fazer.
Nisto, a turma agendou encontrar-se na casa de Samuel.


E assim, mais uma nova recordação. 
E com isto, após algumas semanas, o pessoal foi a casal de Samuel e Naiara.


Naiara e Sandra auxiliaram no moço na elaboração do cardápio.     
A moça com o auxílio de Natália montou a mesa. 
Escolheram uma louça branca e colocaram sousplat, pratos, taças, talhares.
Naiara preparou suco de laranja e José providenciou suco de uva, além de um vinho.
Samuel montou a lasanha.
Sandra ajudou a preparar o molho que serviria de recheio para o prato.
Por fim, o moço levou ao forno.
Naiara preparou uma salada.


Pouco a pouco foram chegando os convidados.
Elen, Caio e filhos –  Paulo e Tereza; Clara, Rodrigo e filhos –  Sara, Ester e Jessé; Marcos, Aline e filho – Lourenço; Janice e Cláudio e filho – Carlos.
Os convidados ficaram brincando com João e Lia, além das outras crianças.     

                                   

A essa altura, Gláucia, já havia pedido demissão, e não fazia mais parte do quadro de funcionários do escritório de Marcos.
Clarisse pouco tempo depois, também pediu demissão.
Clara em conversa, comentou que Clarisse estava trabalhando como sócia em um escritório de advocacia em uma cidade do interior do estado.
Respondeu que de vez em quando recebia notícias da moça por terceiros.
Destacou porém, que depois que Gláucia saiu do escritório, não soube mais nada sobre ela.
Caio comentou ter ouvido falar que ela havia mudado de área, e estava estudando para realizar concursos públicos.
Janice ao ouvir isto, comentou que elas já haviam ido tarde, mas que fossem felizes nas escolhas que fizeram, e que procurassem não prejudicar mais os outros.
As mulheres concordaram.


Quando o almoço ficou pronto Clara e Rodrigo serviram primeiro as crianças.
Elen e Rodrigo fizeram o mesmo, assim com Aline e Marcos, e Janice e Cláudio.
Sandra e José ajudaram as crianças pequenas com a refeição.
Todo mundo experimentou.
Samuel disse que Sandra ajudou a fazer o molho, então pode-se dizer que o prato foi feito por ela.
Naiara respondeu que sua mãe ajudou sim, mas quem fez a maior parte da receita foi Samuel.
Nisto, todos parabenizaram o rapaz, mas os aplausos foram para os dois.
Todos comentaram que Sandra e Samuel poderiam abrir um restaurante.          
Os convidados também elogiaram a montagem da mesa por Naiara e Natália.
Durante o almoço, Naiara e a filha organizaram a refeição das crianças na mesa de centro da sala, e todos comeram um pouco da lasanha.
Até João comeu.
Os casais comeram juntos na varanda do apartamento.
Beberam e conversaram.

 

Natália e Tereza, ajudaram os pequenos com a refeição, assim como Naiara, Aline e Janice.
Sandra e José também ajudaram a cuidar das crianças.
Naiara e José compraram vários livrinhos de colorir, e alguns brinquedos para as crianças se distrair, além de algumas massinhas para brincar.
Aline e Janice também levaram alguns brinquedinhos para os filhos.
Lourenço, João e Carlos, porém, preferiram brincar com as massinhas, e os livrinhos de colorir.
Aline ao ver as crianças quietinhas brincando, comentou rindo, que estava feliz por eles não estarem mexendo em nada barulhento.
Aline e Janice, comentaram que levaram alguns livrinhos com sons específicos para os meninos brincarem.
Rindo Naiara comentou que seu filho João, também gostava de barulho, e tinha vários livros deste tipo pela casa.
Mencionou ainda, um livro com atividades de vestir uma personagem, e realizar pequenas tarefas com o boneco de papel do livro.
Curiosa Aline, comentou que não conhecia este tipo de livro.
Rindo comentou que só conhecia livro com figuras e desenhos e sons.      
Naiara comentou que o povo era muito criativo.
Aline respondeu dizendo que as pessoas não sabiam mais o que inventar.
Naiara rindo, concordou.   

         

Sara, Ester, Jessé, Lia, Paulo e Tereza, por sua vez, se distraíram com um quebra cabeça.  
Entretidos, ficaram um longo tempo brincando.
Ao final de algumas horas, conseguiram montar uma boa parte dele.
Nisto, o pessoal elogiou a inteligência das crianças.      


As lembranças eram muitas…

 

Nisto, a turma percebeu o adiantado da hora, e saíram apressados para passear pela cidade.
Rezaram Terços e Rosário, participaram de uma missa, caminharam pelo local.
Dias depois, voltaram para o Brasil, para a cidade de São Paulo.
Traziam na mala roupas sujas, e na memória, muitas lembranças do lugar.


Todos acharam o lugar muito especial.
Gostaram tanto do passeio, que comentaram sobre a viagem durante um longo tempo.
Toda circunstância era motivo para comentar sobre a viagem.

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