A HISTÓRIA DE TODOS NÓS
CAPÍTULO 62
Com efeito, anos antes, a turma assistindo uma live pela internet, descobriu que a retomada da copa por Jules Rimet, tinha uma conotação religiosa, um tanto diferente da origem dos jogos olímpicos, que possuí uma conotação mais pagã.
Desta forma, o grupo de amigos descobriu que a Copa do Mundo, pode ser vista como uma oportunidade de promover a fraternidade, a paz e a união entre os povos.
Constataram que o próprio torneio foi idealizado pelo católico Jules Rimet, que acreditava que o esporte transcendia a competição, servindo como uma ferramenta para o entendimento global e a inclusão, bem como o respeito entre os povos.
Isto por que a disciplina, o trabalho em equipe, e a perseverança dos atletas são vistos como metáforas para a busca da santidade e o esforço na vida cristã.
O torneio é compreendido como um meio de celebrar a diversidade, e reconhecer a dignidade das diferentes nações, onde a vitória não anula o adversário.
Com efeito, também há um alerta pastoral sobre o exagero com relação as torcidas e o fato dos atletas serem enaltecidos como se fossem deuses.
Assim, não deve colocar coisas ou pessoas acima de Deus, pois isso se caracteriza como uma idolatria.
Devemos amar, respeitar as pessoas, mas não idolatrá-las.
De toda a forma, o esporte pode gerar comunhão, todavia, não deve haver paixão exacerbada e tampouco idolatria, com demonstração de ódio e animosidade entre torcedores.
Isto por que este proceder se afasta da intenção e proposta original, que é o congraçamento entre os povos.
Com efeito, descobriram que o Papa Bento XVI e outros estudiosos constataram que a fascinação global pelo futebol reflete um desejo humano profundo por transcendência, pertencimento e alegria, lembrando que a verdadeira "pátria" e fonte de esperança dos cristãos, está nos céus.
Cumpre destacar, que a coroa do esporte é corruptível, e a traça e a ferrugem a destroem, assim como as tribulações do mundo e os efeitos do tempo.
Já a coroa do Céu é incorruptível e imperecível.
Desta forma, o grupo de amigos descobriu que a Copa do Mundo, pode ser vista como uma oportunidade de promover a fraternidade, a paz e a união entre os povos.
Constataram que o próprio torneio foi idealizado pelo católico Jules Rimet, que acreditava que o esporte transcendia a competição, servindo como uma ferramenta para o entendimento global e a inclusão, bem como o respeito entre os povos.
Isto por que a disciplina, o trabalho em equipe, e a perseverança dos atletas são vistos como metáforas para a busca da santidade e o esforço na vida cristã.
O torneio é compreendido como um meio de celebrar a diversidade, e reconhecer a dignidade das diferentes nações, onde a vitória não anula o adversário.
Com efeito, também há um alerta pastoral sobre o exagero com relação as torcidas e o fato dos atletas serem enaltecidos como se fossem deuses.
Assim, não deve colocar coisas ou pessoas acima de Deus, pois isso se caracteriza como uma idolatria.
Devemos amar, respeitar as pessoas, mas não idolatrá-las.
De toda a forma, o esporte pode gerar comunhão, todavia, não deve haver paixão exacerbada e tampouco idolatria, com demonstração de ódio e animosidade entre torcedores.
Isto por que este proceder se afasta da intenção e proposta original, que é o congraçamento entre os povos.
Com efeito, descobriram que o Papa Bento XVI e outros estudiosos constataram que a fascinação global pelo futebol reflete um desejo humano profundo por transcendência, pertencimento e alegria, lembrando que a verdadeira "pátria" e fonte de esperança dos cristãos, está nos céus.
Cumpre destacar, que a coroa do esporte é corruptível, e a traça e a ferrugem a destroem, assim como as tribulações do mundo e os efeitos do tempo.
Já a coroa do Céu é incorruptível e imperecível.
Também foi falado que o uniforme azul reserva da Seleção Brasileira, foi adotado oficialmente em 1958 e a cor foi inspirada no manto de Nossa Senhora Aparecida.
Com efeito, a ideia partiu do então chefe da delegação, Paulo Machado de Carvalho, que, às vésperas da final contra a Suécia, recorreu à Padroeira do Brasil buscando de tranquilidade e de paz, em meio aos desafios da competição.
E assim, a icônica camisa azul ganhou o status de "camisa da sorte" após a vitória por 5 × 2 contra os suecos, que garantiu o primeiro título mundial ao país.
Desde então, o uniforme reserva da Seleção Brasileira carrega essa forte ligação com a devoção mariana.
Visto que o manto de Nossa Senhora possuí a cor azul, e a referida cor também faz parte das cores da bandeira.
Com efeito, a ideia partiu do então chefe da delegação, Paulo Machado de Carvalho, que, às vésperas da final contra a Suécia, recorreu à Padroeira do Brasil buscando de tranquilidade e de paz, em meio aos desafios da competição.
E assim, a icônica camisa azul ganhou o status de "camisa da sorte" após a vitória por 5 × 2 contra os suecos, que garantiu o primeiro título mundial ao país.
Desde então, o uniforme reserva da Seleção Brasileira carrega essa forte ligação com a devoção mariana.
Visto que o manto de Nossa Senhora possuí a cor azul, e a referida cor também faz parte das cores da bandeira.
Em seguida, surgiu a tradicional camisa amarela da Seleção Brasileira surgiu em 1953, após o traumático "Maracanaço" na Copa de 1950, quando o Brasil perdeu o título para o Uruguai vestindo branco.
Desta forma, para superar a superstição, o jornal Correio da Manhã, em parceria com a CBD, lançou um concurso para criar um novo uniforme com as cores da bandeira.
E o vencedor foi o jovem gaúcho Aldyr Garcia Schlee, que desenhou a combinação de camisa amarelo-ouro com gola verde, calção azul e meias brancas.
E assim, a "Amarelinha" estreou oficialmente na Copa do Mundo de 1954.
Desta forma, para superar a superstição, o jornal Correio da Manhã, em parceria com a CBD, lançou um concurso para criar um novo uniforme com as cores da bandeira.
E o vencedor foi o jovem gaúcho Aldyr Garcia Schlee, que desenhou a combinação de camisa amarelo-ouro com gola verde, calção azul e meias brancas.
E assim, a "Amarelinha" estreou oficialmente na Copa do Mundo de 1954.
Cumpra destacar mais uma vez, que o esporte une os povos, supera as diferenças, e traz união.
Com efeito, os atletas atuam e se dedicam para alcançar uma vitória, uma coroa e uma conquista corruptíveis, onde novamente se destaca que a traça corrói e o ladrão leva.
Desta feita, na espiritualidade católica, devemos nos aperfeiçoar cada vez mais para alcançar uma coroa incorruptível, que nada mais é que a vida eterna, e assim, alcançar o Reino dos Céus.
A nossa taça no Banquete Celestial, são as nossas conquistas e os nossos esforços na batalha cotidiana, para nos tornamos melhor, e a constante busca pela santidade.
Segundo uma irmã que estava presente nesta live, é esta a taça que a nós está destinada nos Céus.
A nossa Coroa Eterna.
Com efeito, os atletas atuam e se dedicam para alcançar uma vitória, uma coroa e uma conquista corruptíveis, onde novamente se destaca que a traça corrói e o ladrão leva.
Desta feita, na espiritualidade católica, devemos nos aperfeiçoar cada vez mais para alcançar uma coroa incorruptível, que nada mais é que a vida eterna, e assim, alcançar o Reino dos Céus.
A nossa taça no Banquete Celestial, são as nossas conquistas e os nossos esforços na batalha cotidiana, para nos tornamos melhor, e a constante busca pela santidade.
Segundo uma irmã que estava presente nesta live, é esta a taça que a nós está destinada nos Céus.
A nossa Coroa Eterna.
E neste tempo, o Brasil teve uma grande alegria.
A turma assistiu muitos jogos juntos...
A turma assistiu muitos jogos juntos...
Mas o tempo passou, e as coisas mudaram.
Pessoas casaram, tiveram filhos, as crianças cresceram, uns tantos nasceram, outros morreram…
Pessoas casaram, tiveram filhos, as crianças cresceram, uns tantos nasceram, outros morreram…
E como num sonho, o que a vida separou, tornou a se encontrar...
A turma se encontrou em uma Festa do Divino, e Helena, a anfitriã – recebeu a todos.
Com efeito, a turma descobriu que a Festa do Divino Espírito Santo é uma celebração católica que acontece no domingo de Pentecostes, 50 dias após a Páscoa.
Ela mistura ritos religiosos e profanos, destacando-se pela figura do "Imperador", com cortejos, missas festivas, levantamento de mastro e farta distribuição de alimentos.
Helena explicou que essa tradição chegou ao Brasil no século XVIII, trazida pelos portugueses e açorianos.
Ela mistura ritos religiosos e profanos, destacando-se pela figura do "Imperador", com cortejos, missas festivas, levantamento de mastro e farta distribuição de alimentos.
Helena explicou que essa tradição chegou ao Brasil no século XVIII, trazida pelos portugueses e açorianos.
Em seguida foram aparecendo os integrantes da Festa:
O Imperador do Divino, que era uma figura central da festa que coroava o Espírito Santo.
E lá estava um menino da comunidade escolhido para ser o "imperador", vestindo trajes de época e participando dos cortejos.
Lá também havia a figura da "Imperatriz".
Além de grupos de músicos e cantores (os foliões) que percorriam as casas da região durante os meses que antecediam a festa.
Neste momento Dona Helena explicou que eles anunciavam a chegada do Divino, cantavam versos tradicionais, abençoavam os lares e arrecadavam donativos e prendas para a realização do evento.
E lá estavam eles cantando o Hino a Deus Menino, que o grupo de Elen, Clara, Naiara, Janice, Aline, Sandra, Samuel, José, Marcos, Caio, Rodrigo, Cláudio, havia ouvido na Folia de Reis.
O Imperador do Divino, que era uma figura central da festa que coroava o Espírito Santo.
E lá estava um menino da comunidade escolhido para ser o "imperador", vestindo trajes de época e participando dos cortejos.
Lá também havia a figura da "Imperatriz".
Além de grupos de músicos e cantores (os foliões) que percorriam as casas da região durante os meses que antecediam a festa.
Neste momento Dona Helena explicou que eles anunciavam a chegada do Divino, cantavam versos tradicionais, abençoavam os lares e arrecadavam donativos e prendas para a realização do evento.
E lá estavam eles cantando o Hino a Deus Menino, que o grupo de Elen, Clara, Naiara, Janice, Aline, Sandra, Samuel, José, Marcos, Caio, Rodrigo, Cláudio, havia ouvido na Folia de Reis.
Nisto, se viu um Mastro de Madeira com uma Pomba no topo (representando o Espírito Santo) que foi erguido na praça principal ou em frente à igreja que havia no local.
O momento foi acompanhado por fogos de artifício e muita música.
Entre elas, "Bandeira Do Divino":
O momento foi acompanhado por fogos de artifício e muita música.
Entre elas, "Bandeira Do Divino":
"Os devotos do Divino
Vão abrir sua morada
Pra bandeira do menino
Ser bem-vinda, ser louvada, ai, ai (2 vezes)
Vão abrir sua morada
Pra bandeira do menino
Ser bem-vinda, ser louvada, ai, ai (2 vezes)
Deus nos salve esse devoto
Pela esmola em vosso nome
Dando água a quem tem sede
Dando pão a quem tem fome, ai, ai (2 vezes)
Pela esmola em vosso nome
Dando água a quem tem sede
Dando pão a quem tem fome, ai, ai (2 vezes)
A bandeira acredita
Que a semente seja tanta
Que essa mesa seja farta
Que essa casa seja santa, ai, ai (2 vezes)
Que a semente seja tanta
Que essa mesa seja farta
Que essa casa seja santa, ai, ai (2 vezes)
Que o perdão seja sagrado
Que a fé seja infinita
Que o homem seja livre
Que a justiça sobreviva, ai, ai (2 vezes)
Que a fé seja infinita
Que o homem seja livre
Que a justiça sobreviva, ai, ai (2 vezes)
Assim como os três reis magos
Que seguiram a estrela guia
A bandeira segue em frente
Atrás de melhores dias, ai, ai (2 vezes)
Que seguiram a estrela guia
A bandeira segue em frente
Atrás de melhores dias, ai, ai (2 vezes)
No estandarte vai escrito
Que ele voltará de novo
Que o rei será bendito
Ele nascerá do povo, ai, ai (2 vezes)
(Vitor Martins / Ivan Guimares Lins / Dinorah Music)"
Que ele voltará de novo
Que o rei será bendito
Ele nascerá do povo, ai, ai (2 vezes)
(Vitor Martins / Ivan Guimares Lins / Dinorah Music)"
A celebração era famosa pelas comidas típicas.
E havia uma grande mesa enfeitada com muitas iguarias: milho verde, pipoca, curau, bolo de milho, suco de milho, paçoca, pé de moleque, churrasco, cachorro quente, sorvete, sanduíche de pernil, hambúrguer, coxinha, kibe, risole, pasteizinhos.
Sendo comum haver partilha de pães, almoços comunitários gratuitos e/ou quermesses com pratos fartos.
Também foram realizadas novenas, missas cantadas, e a soltura de uma pomba branca no dia de Pentecostes.
E a turma e seus filhos crescidos, acompanharam todos os eventos.
Rezaram, participaram das missas e acompanharam a soltura da pomba, ao som de músicas sacras.
E havia uma grande mesa enfeitada com muitas iguarias: milho verde, pipoca, curau, bolo de milho, suco de milho, paçoca, pé de moleque, churrasco, cachorro quente, sorvete, sanduíche de pernil, hambúrguer, coxinha, kibe, risole, pasteizinhos.
Sendo comum haver partilha de pães, almoços comunitários gratuitos e/ou quermesses com pratos fartos.
Também foram realizadas novenas, missas cantadas, e a soltura de uma pomba branca no dia de Pentecostes.
E a turma e seus filhos crescidos, acompanharam todos os eventos.
Rezaram, participaram das missas e acompanharam a soltura da pomba, ao som de músicas sacras.
E de fato, Naiara chegou com Samuel, Natália, João, seus filhos.
Juntamente com seus pais Sandra e José.
Quando Sandra e José chegaram, todos aplaudiram.
O casal acenou retribuindo a gentileza.
Juntamente com seus pais Sandra e José.
Quando Sandra e José chegaram, todos aplaudiram.
O casal acenou retribuindo a gentileza.
Cássio, Roberto, Henrique, André também compareceram ao evento.
Nem pareciam as mesmas pessoas.
Estavam conversando entre si, sem nenhuma mulher por perto.
Ao verem Natália, pediram-lhe desculpas.
A mulher ficou espantada.
Nem pareciam as mesmas pessoas.
Estavam conversando entre si, sem nenhuma mulher por perto.
Ao verem Natália, pediram-lhe desculpas.
A mulher ficou espantada.
Marcos, estava com Aline e Lourenço.
Ao chegarem, foram cumprimentados por diversas pessoas.
Também chegaram Elen, Caio, Paulo, Tereza, seus filhos.
Ao chegarem, foram cumprimentados por diversas pessoas.
Também chegaram Elen, Caio, Paulo, Tereza, seus filhos.
Airton se aproximou e cumprimentou a filha Elen e Aline.
O homem cumprimentou Marcos, que correspondeu.
Aline e Elen se emocionaram ao vê-lo.
Felizes, comentaram que ele estava muito bem.
E Airton agradeceu.
O homem cumprimentou Marcos, que correspondeu.
Aline e Elen se emocionaram ao vê-lo.
Felizes, comentaram que ele estava muito bem.
E Airton agradeceu.
Marta, e seus filhos Carlos e Heitor, cumprimentaram Aline e Elen, que ficaram muito felizes em vê-la com sua família.
Nivaldo estava junto, e Marta apresentou marido e filhos as vizinhas, bem como a Rute.
O homem estava bem, vendendo saúde.
Rute comentou que o choro podia durar um dia, mas a alegria era para a vida inteira.
A mulher também estava com sua família.
Agnes concordou.
Ela também estava com sua família, seus filhos, e seus netos.
Assim, como Rute, que estava com todos os seus parentes.
Nivaldo estava junto, e Marta apresentou marido e filhos as vizinhas, bem como a Rute.
O homem estava bem, vendendo saúde.
Rute comentou que o choro podia durar um dia, mas a alegria era para a vida inteira.
A mulher também estava com sua família.
Agnes concordou.
Ela também estava com sua família, seus filhos, e seus netos.
Assim, como Rute, que estava com todos os seus parentes.
Clara estava com Rodrigo, Sara, Ester e Jessé.
Ao aparecerem também foram aplaudidos.
Os cinco agradeceram a todos.
O casal reencontrou seus pais, assim, como Samuel, Cláudio, Janice, Marcos, Aline.
Era uma profusão de gente.
Familiares separados pela fita da vida, puderam se reencontrar.
Muitas alegrias, muito choro, lágrimas de consolo...
Ao aparecerem também foram aplaudidos.
Os cinco agradeceram a todos.
O casal reencontrou seus pais, assim, como Samuel, Cláudio, Janice, Marcos, Aline.
Era uma profusão de gente.
Familiares separados pela fita da vida, puderam se reencontrar.
Muitas alegrias, muito choro, lágrimas de consolo...
Roberto, surgiu ao lado da esposa, e de outras pessoas que Clara não conhecia.
O moço pediu-lhe desculpas.
O moço pediu-lhe desculpas.
Janice apareceu com Cláudio, Carlos.
E assim, o Grupo ficava cada vez maior, e até Lúcio compareceu.
Lá também estavam Gláucia e Clarisse, que ao verem Janice, pediram-lhe desculpas.
Cláudio também pediu desculpa as moças, e a sua esposa Janice.
Ressaltou que se sentia envergonhado pelo que fizera as duas moças.
As moças também estavam cercadas de parentes e amigos, assim como Lúcio.
Lá também estavam Gláucia e Clarisse, que ao verem Janice, pediram-lhe desculpas.
Cláudio também pediu desculpa as moças, e a sua esposa Janice.
Ressaltou que se sentia envergonhado pelo que fizera as duas moças.
As moças também estavam cercadas de parentes e amigos, assim como Lúcio.
Também havia familiares de Helena, além de vizinhos, parentes e amigos.
E famílias, muitas famílias.
E famílias, muitas famílias.
Mais tarde, compareceu Padre Otávio, entre outros sacerdotes, e pessoas conhecidas e amigas.
Boa parte das pessoas ao verem o sacerdote se emocionaram.
Boa parte das pessoas ao verem o sacerdote se emocionaram.
Em sua Homilia, o sacerdote falou da escravidão no Egito, e a libertação do povo, finalizando com as palavras de Deus: “E vós sereis para mim um reino de sacerdotes e uma nação santa”.
Salientou que se tratava das promessas de Deus.
Salientou que se tratava das promessas de Deus.
E aos poucos mais gente foi se juntando ao grupo.
Avós, Tios, Primos.
Parentes distantes.
Foi uma diversão só.
Houve muito choro e emoção pelos inúmeros reencontros, e muitas risadas pelas histórias engraçadas.
Um misto de emoções.
Todos se abraçaram, se cumprimentaram e comeram e beberam.
Naquela bonita Festa do Divino.
Avós, Tios, Primos.
Parentes distantes.
Foi uma diversão só.
Houve muito choro e emoção pelos inúmeros reencontros, e muitas risadas pelas histórias engraçadas.
Um misto de emoções.
Todos se abraçaram, se cumprimentaram e comeram e beberam.
Naquela bonita Festa do Divino.
E assim, gente de todos os povos e raças, acorreram ao lugar.
E a quantidade de só aumentava.
Havia Ocidentais, Europeus, das Américas, África, Oceania, Orientais, da Ásia.
Povos e raças diversas, línguas diferentes.
E todos conversavam entre si e se entendiam.
Cada qual falava em sua língua de origem, e os povos estrangeiros ouviam em suas línguas originárias.
Não havia brigas, nem mal entendidos.
Todos se alegravam com as pessoas que chegavam.
Não havia disputas, e todos se ajudavam.
Todos se perdoavam mutuamente.
Havia muitas festas diferentes, respeitando as diferentes culturas e os diferentes povos.
Músicas diversas, danças em várias línguas.
E a quantidade de só aumentava.
Havia Ocidentais, Europeus, das Américas, África, Oceania, Orientais, da Ásia.
Povos e raças diversas, línguas diferentes.
E todos conversavam entre si e se entendiam.
Cada qual falava em sua língua de origem, e os povos estrangeiros ouviam em suas línguas originárias.
Não havia brigas, nem mal entendidos.
Todos se alegravam com as pessoas que chegavam.
Não havia disputas, e todos se ajudavam.
Todos se perdoavam mutuamente.
Havia muitas festas diferentes, respeitando as diferentes culturas e os diferentes povos.
Músicas diversas, danças em várias línguas.
Por fim, as pessoas começaram a caminhar, e ao longe se via um monte.
E todos entenderam que era para lá que deveriam se encaminhar, sem que ninguém precisasse lhes ensinar o percurso.
E todos entenderam que era para lá que deveriam se encaminhar, sem que ninguém precisasse lhes ensinar o percurso.
Durante o caminho, entoavam canções religiosas, cada um no seu idioma de origem.
Alguns brasileiros cantavam a famosa canção, “Deixa a Luz do Céu Entrar”:
Alguns brasileiros cantavam a famosa canção, “Deixa a Luz do Céu Entrar”:
"Tu anseias, eu bem sei, por salvação
Tens desejo de banir a escuridão
Abre, pois, de par em par, seu coração
E deixa a luz do céu entrar
Tens desejo de banir a escuridão
Abre, pois, de par em par, seu coração
E deixa a luz do céu entrar
Deixa a luz do céu entrar (deixa a luz céu entrar) 2x
Abre bem as portas do seu coração
E deixa a luz do céu entrar
Abre bem as portas do seu coração
E deixa a luz do céu entrar
Cristo, a luz do céu, em ti quer habitar
Para as trevas dos seus erros dissipar
Teu caminho e coração iluminar
E deixa a luz do céu entrar
Para as trevas dos seus erros dissipar
Teu caminho e coração iluminar
E deixa a luz do céu entrar
Deixa a luz do céu entrar (deixa a luz céu entrar) 2x
Abre bem as portas do seu coração
E deixa a luz do céu entrar
Abre bem as portas do seu coração
E deixa a luz do céu entrar
Que alegria andar ao brilho dessa luz
Vida eterna e paz no coração produz
Óh! Aceita esta aliança com Jesus
E deixa a luz do céu entrar
Vida eterna e paz no coração produz
Óh! Aceita esta aliança com Jesus
E deixa a luz do céu entrar
Deixa a luz do céu entrar (deixa a luz céu entrar) 2x
Abre bem as portas do seu coração
E deixa a luz do céu entrar.
(Ada Blenkhorn, Ricardo Petrowsky)"
Abre bem as portas do seu coração
E deixa a luz do céu entrar.
(Ada Blenkhorn, Ricardo Petrowsky)"
E assim, a multidão seguia seu caminho.
Ao longe se ouvia canções religiosas em várias línguas.
E este não é o fim...
O fim de muitas histórias que curiosamente, só estão começando, muito embora, este pareça ser o fim de uma grande jornada.
Mas não se engane, a morte é apenas o fim de uma etapa, o cumprimento de uma jornada, de uma carreira.
Mas ela de fato, não é o fim desta, nem de nenhuma história nesta terra, neste vale de lágrimas.
Ela é apenas um rito de passagem, uma dor e um sofrimento passageiros, um sentimento de separação momentâneos.
Ela apenas marca o começo de uma nova história.
E assim, curiosamente, a morte gera a vida.
E este é apenas o começo de uma linda história.
Ou de outras lindas histórias.
Mas não se engane, a morte é apenas o fim de uma etapa, o cumprimento de uma jornada, de uma carreira.
Mas ela de fato, não é o fim desta, nem de nenhuma história nesta terra, neste vale de lágrimas.
Ela é apenas um rito de passagem, uma dor e um sofrimento passageiros, um sentimento de separação momentâneos.
Ela apenas marca o começo de uma nova história.
E assim, curiosamente, a morte gera a vida.
E este é apenas o começo de uma linda história.
Ou de outras lindas histórias.
E aqueles que antes estavam mortos, ressuscitaram.
Ossos secos foram reconstituídos, gerando nervos, ligamentos, órgãos, tecidos, massa muscular, veias, vasos, pele, vida.
Ossos secos foram reconstituídos, gerando nervos, ligamentos, órgãos, tecidos, massa muscular, veias, vasos, pele, vida.
Como está na Bíblia.
E quem estava morto, reviverá.
A vida ressurgirá, renascerá, pois para Deus nada é impossível.
Ressurreição dos mortos.
E quem estava morto, reviverá.
A vida ressurgirá, renascerá, pois para Deus nada é impossível.
Ressurreição dos mortos.
Jesus veio a nós para que tenhamos vida, e vida em abundância.
Pois sua água é manancial de vida eterna.
Assim como quem bebe de seu sangue e come de sua carne, terá a vida eterna.
Pois seu corpo e seu sangue não é como o maná, que saciou uma fome momentânea de nossos ancestrais.
Seu corpo e sangue, ao contrário, saciam a fome de vida eterna.
São alimento e bebida do espírito, e não do corpo, como o maná.
Ademais, indo a Ele, chegaremos ao Pai, pois sem irmos a Ele, não chegaremos ao Pai.
Pois Ele é a Verdade, o Caminho e a Vida.
Ele é a Videira, e nós somos os seus Ramos.
Ele é o Nosso Guia, Nosso Norte, o Nosso Bom Pastor, Mestre, Rei e Sacerdote.
Ele é a Nossa Salvação e o fundamento de nossa fé.
A Pedra Angular que foi rejeitada e que agora todos acorrem em direção a Ele.
O Noivo, O Cordeiro, com todos acorrendo ao Banquete Nupcial com sua Esposa, a Igreja, ou seja, a humanidade.
Pois Sua Casa tem Muitas Moradas, e Ele nos preparará um lugar.
E por que Ele venceu a morte através da Ressurreição, vive eternamente, e assim podemos crer num amanhã.
E assim, por mais escura e densa que seja a noite que atravessamos, o amanhã chegará.
E o choro também passará, e dará lugar a uma eterna alegria.
Pois sua água é manancial de vida eterna.
Assim como quem bebe de seu sangue e come de sua carne, terá a vida eterna.
Pois seu corpo e seu sangue não é como o maná, que saciou uma fome momentânea de nossos ancestrais.
Seu corpo e sangue, ao contrário, saciam a fome de vida eterna.
São alimento e bebida do espírito, e não do corpo, como o maná.
Ademais, indo a Ele, chegaremos ao Pai, pois sem irmos a Ele, não chegaremos ao Pai.
Pois Ele é a Verdade, o Caminho e a Vida.
Ele é a Videira, e nós somos os seus Ramos.
Ele é o Nosso Guia, Nosso Norte, o Nosso Bom Pastor, Mestre, Rei e Sacerdote.
Ele é a Nossa Salvação e o fundamento de nossa fé.
A Pedra Angular que foi rejeitada e que agora todos acorrem em direção a Ele.
O Noivo, O Cordeiro, com todos acorrendo ao Banquete Nupcial com sua Esposa, a Igreja, ou seja, a humanidade.
Pois Sua Casa tem Muitas Moradas, e Ele nos preparará um lugar.
E por que Ele venceu a morte através da Ressurreição, vive eternamente, e assim podemos crer num amanhã.
E assim, por mais escura e densa que seja a noite que atravessamos, o amanhã chegará.
E o choro também passará, e dará lugar a uma eterna alegria.
Pois Ele é Jesus, a nossa Luz.
Jesus a Luz do Mundo
Jesus a Luz do Mundo
Aquele que veio para que tenhamos vida, e vida em abundância ...
Amém!
Amém!
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